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Universidade Federal de Goiás

A arte de doar arte

Criada em 09/10/15 09:25. Atualizada em 16/10/15 14:20.

Marca Jornal UFG 74

 

 

A arte de doar arte

Projeto da Faculdade de Artes Visuais se propõe a democratizar o acesso à arte

Texto: Lorena de Sousa | Imagem: Divulgação

 

 Arte de doar arte

 

No ano de 2012, a ideia de disseminar e divulgar a história e a prática de arte ganhou força por meio do projeto Arte Voluntária, da Faculdade de Artes Visuais (FAV). Com quatro anos de existência, o projeto tem como coordenadora a professora Anahy Jorge, as professoras Maria Tereza Gomes e Selma Parreira como participantes, além de alunos monitores. Esse grupo se reveza em módulos para ministrar minicursos de desenho, pintura e modelagem em instituições filantrópicas.

 

“Nosso projeto acredita numa relação de respeito onde cada parte realiza seus objetivos no sentido de, concomitantemente, atender e transmitir conhecimentos, fomentando o fazer artístico por meio de ações conjuntas visando o bem-estar da comunidade”, garante Anahy Jorge. Segundo a professora, essa relação só se torna possível porque os integrantes do projeto acreditam em uma relação de respeito.

 

Parceria

Este ano, o Arte Voluntária se expandiu e realizou uma parceria com o curso de Design de Ambientes, com a professora Valquíria Guimarães, que assumiu o primeiro módulo de minicursos. Juntamente com alunos voluntários, a arquiteta e pesquisadora se propôs a discutir o lixo enquanto conceito, na teoria e na prática.

 

O minicurso, realizado no Grupo Espirita de Orientação Familiar (GEOF), foi aberto a adultos e a crianças que já possuíssem coordenação motora necessária para realizar cortes. A temática escolhida foram as festas juninas. Com o valor de 250 reais advindo de uma doação particular e um espaço 500 m², a ideia do ateliê era produzir materiais e montar uma cenografia para ser utilizada na festa junina da instituição.

 

A proposta foi um sucesso. Após a festa, o cenário foi emprestado a outra instituição, que se interessou em utilizar o material. Uma das dobraduras, em formato de flor, tinha também a possiblidade de ser comercializada como fôrma para doces, agregando valor à vida das participantes e transformando o modo como a comunidade encara o lixo.

 

 

Para ler o arquivo completo em PDF clique aqui

Para conferir a entrevista completa no Programa Conexões clique aqui

 

Categorias: Extensão FAV Artes