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    <title>Jornal UFG </title>
    <description>UFG - Jornal Online</description>
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      <title>Junho de 2013 ainda está em disputa</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Coluna Junho 2013" title="Coluna Junho 2013" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/trabalho_junho2013.png?1780425615" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Treze anos depois, as ruas seguem desafiando interpretações simplificadoras&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 1000px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/rjniteroiprotestoabr-4.webp" alt="Junho 2013" width="1000" height="665" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Protestos de Junho de 2013 levaram milhares de pessoas às ruas de todo o país &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Luís Augusto Vieira&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Treze anos depois, Junho de 2013 continua sendo um acontecimento incômodo. Não porque falte memória sobre ele, mas porque sobra disputa em torno de seu significado. Para alguns, Junho teria sido uma grande explosão democrática e popular. Para outros, teria sido apenas a abertura de um ciclo conservador que desembocaria na crise política dos anos seguintes. O problema é que nenhuma dessas leituras, tomada isoladamente, dá conta da complexidade daquele processo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Junho de 2013 não foi um acontecimento homogêneo. Foi uma irrupção contraditória, marcada por reivindicações legítimas, sujeitos diversos, disputas de direção, presença juvenil, críticas à representação política e forte insatisfação com as condições de vida nas cidades. A luta contra o aumento das tarifas do transporte público, que esteve na origem das manifestações, expressava muito mais do que uma demanda pontual. Tratava-se de uma crítica concreta ao modo como a vida urbana vinha sendo organizada: longos deslocamentos, transporte caro e precário, serviços públicos insuficientes e desigualdade no acesso à cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso, reduzir Junho a uma explosão espontânea e progressista é insuficiente. Mas também é equivocado interpretá-lo, desde sua origem, como uma conspiração conservadora ou como antessala automática da extrema direita. Junho foi atravessado por contradições reais da sociedade brasileira. Nele estiveram presentes trabalhadores, estudantes, juventudes urbanas, setores médios, militantes organizados, pessoas sem experiência política anterior e grupos que passaram a disputar, nas ruas, os sentidos das manifestações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ampliação dos protestos modificou sua composição e sua pauta. O que começou com a questão do transporte se desdobrou em críticas à corrupção, aos gastos públicos, à qualidade dos serviços, à violência policial, à representação política e às formas tradicionais de mediação institucional. Essa multiplicidade foi, ao mesmo tempo, força e limite. Força, porque revelou um mal-estar social amplo. Limite, porque a ausência de direção política clara abriu espaço para disputas de sentido e apropriações contraditórias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As ruas de Junho foram também palco de disputa de classes e de projetos. Não havia nelas um único sujeito político. Havia interesses, expectativas e interpretações distintas sobre o que estava em jogo. Parte das reivindicações apontava para mais direitos, melhores serviços públicos e ampliação da democracia. Outra parte passou a expressar rejeição genérica à política, antipartidarismo e indignações que, posteriormente, seriam reorganizadas por forças conservadoras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse é um ponto decisivo. As apropriações posteriores de Junho não autorizam apagar suas dimensões populares e progressivas. Mas suas dimensões populares também não permitem ignorar que havia, desde aquele momento, uma disputa aberta pela direção política das ruas. O que estava em jogo era justamente a capacidade de transformar indignação social em projeto coletivo. Sem organização, programa e mediação política, a energia das ruas pode assumir caminhos diversos, inclusive aqueles contrários às aspirações que inicialmente a moveram.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Revisitar Junho de 2013, portanto, não é exercício de nostalgia. É parte de uma disputa sobre a memória das lutas sociais no Brasil recente. A forma como interpretamos Junho influencia a maneira como compreendemos a crise política, a democracia, os movimentos sociais, a juventude, o direito à cidade e os limites da representação institucional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Talvez a maior lição de Junho esteja em sua própria ambivalência. As ruas podem revelar contradições profundas, mas não resolvem sozinhas os rumos da história. Podem abrir possibilidades democráticas, mas também podem ser disputadas por forças regressivas. Podem expressar demandas populares legítimas, mas precisam de organização coletiva para não serem capturadas por projetos que lhes são estranhos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Junho de 2013 ainda está em disputa porque o Brasil que o produziu também continua em disputa. A precarização da vida, a crise dos serviços públicos, a desigualdade urbana, a descrença nas instituições e a dificuldade de construir projetos coletivos permanecem como questões abertas. Mais do que perguntar se Junho foi "bom" ou "ruim", talvez seja necessário perguntar: quem disputou seus sentidos? Quem ficou pelo caminho? E que formas de organização coletiva ainda precisamos construir para que a indignação social não seja separada da luta por direitos, democracia e emancipação?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Luís Augusto Vieira&lt;/strong&gt; é professor do curso de Serviço Social da Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Goiás e líder do Motyrõ – Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Trabalho, Questão Social e Direitos Humanos na periferia do capitalismo.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Nota do autor:&lt;/strong&gt; este artigo deriva de reflexões desenvolvidas no trabalho "Junho de 2013: sobre sujeitos, classes e bandeiras de lutas", apresentado no XVIII Encontro Nacional de Pesquisadoras/es em Serviço Social (ENPESS), em 2024.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 02 Jun 2026 15:42:35 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/201527-junho-de-2013-ainda-esta-em-disputa</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Servidoras e mães: o cuidado que também é serviço público</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Minuto da Ética mães" title="Minuto da Ética mães" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/minuto_maes.png?1780422564" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Na Administração Pública, servir e cuidar são dimensões complementares de uma mesma ética&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ana Gabriela Gomes Aguiar&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Maio é um mês de importantes reflexões. Celebramos o Dia do Trabalhador e o Dia das Mães, datas que nos convidam a reconhecer valores fundamentais à vida em sociedade, como dedicação, responsabilidade, cuidado e compromisso com o bem comum.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ser mãe é exercer, diariamente, uma missão contínua de cuidado, presença e atenção. Ser servidora pública é assumir o compromisso permanente com a sociedade, contribuindo para a construção e a entrega de políticas e serviços que impactam diretamente a vida das pessoas. Quando essas duas dimensões se encontram na trajetória das servidoras mães, evidencia-se uma experiência singular de conciliação entre responsabilidades familiares e deveres públicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse cotidiano, o cuidado ultrapassa o ambiente doméstico e se manifesta como uma forma integrada de atuação na vida pessoal e profissional. A atenção dedicada aos filhos, à organização da rotina familiar e à gestão de múltiplas demandas contribui para o desenvolvimento de competências essenciais ao serviço público, como escuta qualificada, sensibilidade nas relações, capacidade de organização e compromisso com as pessoas e com o interesse público.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No exercício profissional, essas competências se traduzem na qualidade da atuação cotidiana, refletida no zelo com as atividades, na responsabilidade com as entregas, na empatia no atendimento ao cidadão e na consciência de que cada decisão administrativa produz efeitos concretos na sociedade. Nesse sentido, o cuidado presente na vida familiar e aquele exercido no serviço público se articulam como expressão de um mesmo princípio ético: a primazia do bem comum.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa compreensão dialoga com o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, que orienta a atuação pública com base no zelo, na dignidade, no respeito e na consciência de que o serviço público deve estar sempre voltado ao interesse público.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse sentido, o cuidado não é apenas uma prática individual, mas também um valor público, que fortalece a qualidade das relações institucionais e a própria confiança da sociedade no Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que essa reflexão reforce a compreensão de que servir e cuidar são dimensões complementares de uma mesma ética: a de construir uma Administração Pública mais humana, responsável e comprometida com as pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ana Gabriela Gomes Aguiar&lt;/strong&gt; atua na Coordenação do Sistema de Gestão da Ética da Secep, é mãe do Emanuel, mestre em Linguística e servidora pública há 17 anos.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 02 Jun 2026 14:45:45 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/201522-servidoras-e-maes-o-cuidado-que-tambem-e-servico-publico</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Pesquisadores da UFG desenvolvem IA para interpretar DNA</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="IA DNA" title="IA DNA" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/working-code.jpg?1780420550" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Expectativa é de que ferramenta reduza custos e aumente a eficácia de análises genômicas&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Arthur Gabriel&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um projeto em desenvolvimento por um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Goiás (UFG) pode contribuir para o avanço dos estudos da genética brasileira. Batizado de Lumina, o projeto consiste no sequenciamento de DNA com inteligência artificial, treinada especificamente com dados genéticos brasileiros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com o professor Celso Camillo, do Instituto de Informática (INF) da UFG e coordenador do Centro de Excelência em Inteligência Artificial (Ceia), o modelo de IA Lumina pode ser capaz de trazer avanços em diagnósticos genéticos e atendimentos mais personalizados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A IA desenvolvida tem como primeiro objetivo o entendimento da linguagem genômica, uma vez que o modelo consiga analisar o DNA humano. Em especial, com a possibilidade de reduzir custos e aumentar o acesso a esse tipo de abordagem, por exemplo, ampliando o uso no SUS", detalha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ferramenta ainda é um protótipo que está sendo explorado para diferentes aplicações. O professor explica que, na prática, o modelo pode ser visto como um "ChatGPT" para o DNA: "Há uma série de tarefas que podem ser feitas a partir do modelo da Lumina, entre elas a predisposição genética para alguns tipos de câncer. A partir das informações do DNA do indivíduo, o modelo consegue analisar e gerar alertas de risco para algumas doenças e condições".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Celso acrescenta que a Lumina poderá ser capaz de auxiliar as análises de mutações nos genes que podem estar relacionadas a patologias, o que agilizaria diagnósticos de doenças genéticas ainda não conhecidas, com recursos mais baratos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sensores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure style="margin: 5px 0 5px 15px; float: right; width: 45%; max-width: 300px; text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 100%; height: auto; border-radius: 5px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/celso_camilo_%281%29.png" alt="Celso Camilo" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 5px 0 10px 0; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Professor Celso Camilo (INF/UFG e Ceia) &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt; | Foto: Senac/GO&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;A Lumina utiliza uma tecnologia de nanoporos, que atuam como sensores microscópicos que utilizam uma corrente elétrica para "ler" moléculas em tempo real: conforme o DNA atravessa esse minúsculo canal em uma membrana, ele causa interferências elétricas específicas que revelam sua composição genética de forma instantânea. Essa tecnologia dispensa infraestruturas robustas, permitindo que o sequenciamento biológico seja feito de forma portátil e ágil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No contexto dos estudos de DNA no Brasil, a Lumina é considerada um projeto inédito. Em comparação com modelos tradicionais de sequenciamento de DNA, o projeto apresentou custos menores de equipamentos, menor tempo e maior precisão de diagnóstico, além de apresentar menor custo por amostra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Base de dados&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um dos grandes desafios para o desenvolvimento dos estudos e pesquisas em genética no país é a base de dados pré-existentes. Cerca de 88% das informações hoje são de indivíduos que possuem ancestralidade europeia. Assim, há maior chance de se gerar um resultado inconclusivo devido à ausência de comparação genética adequada com raízes afro-indígenas, que é de grande importância entre os brasileiros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Lumina reverte esse quadro ao utilizar uma base exclusiva de genomas latino-americanos. "Existem algumas frentes para aumentar a base de dados genéticos dos brasileiros. No entanto, o volume ainda é pequeno comparando com iniciativas de outros países", afirma Celso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O projeto tem apoio de pesquisadores do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFG e conta com recursos computacionais da Amazon Web Service (AWS).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Comentários e sugestões&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;a href="mailto:jornal@ufg.br" target="_blank" rel="noopener"&gt;jornalufg@ufg.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 02 Jun 2026 14:16:37 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/201520-pesquisadores-da-ufg-desenvolvem-ia-para-interpretar-dna</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Revista fortalece debate sobre direitos e políticas públicas para quilombolas, povos de terreiro e ciganos</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Revista PROIR" title="Revista PROIR" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/capa_proir.png?1780340378" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Publicação reúne reflexões, experiências de campo e resultados do projeto realizado em parceria com Ministério da Igualdade Racial, UFG e Enap&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Da Redação&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure style="margin: 5px 0 5px 15px; float: right; width: 45%; max-width: 300px; text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 100%; height: auto; border-radius: 5px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/capa_revista_proir.png" alt="Revista PROIR" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 5px 0 10px 0; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Capa da Revista PROIR &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt; | Imagem: Reprodução&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;O Ministério da Igualdade Racial (MIR), em parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG) e a Escola Nacional de Administração Pública (Enap), celebra a publicação da Revista PROIR – Promoção da Igualdade Racial, considerada uma entrega estratégica voltada ao fortalecimento das políticas públicas para a equidade racial e para a promoção dos direitos de quilombolas, povos e comunidades tradicionais de matriz africana, povos de terreiros e povos ciganos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.gov.br/igualdaderacial/pt-br/assuntos/noticias/mir-e-universidade-federal-de-goias-celebram-a-entrega-da-revista-proir/REVISTAPROIR2026VERSODIGITAL.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Acesse aqui&lt;/a&gt; a publicação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O projeto resultou na formação de 45 cursistas, consolidando-se como uma experiência bem-sucedida de formação continuada no âmbito da administração pública. Como desdobramento, o curso foi incorporado ao catálogo oficial da Enap, ampliando seu alcance e sua institucionalização.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Revista PROIR reúne reflexões, experiências e contribuições oriundas desse percurso formativo, consolidando-se como espaço de difusão de conhecimento comprometido com a construção de uma gestão pública antirracista, territorializada e orientada à garantia de direitos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A iniciativa integra um esforço institucional para qualificar a gestão pública, tendo sido concebida a partir do compromisso com a transformação social. Nesse contexto, o Programa de Promoção da Igualdade Racial: Direitos Humanos para Políticas Públicas para quilombolas, povos e comunidades tradicionais de matriz africana, povos de terreiros e ciganos (PROIR) estruturou-se, especialmente, a partir do Curso de Formação de Gestores, realizado em 2025, com o objetivo de sensibilizar e capacitar agentes públicos para a implementação de políticas voltadas aos direitos de quilombolas, povos e comunidades tradicionais de matriz africana, povos de terreiros e povos ciganos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com a coordenadora-geral do projeto pela UFG, professora Luciana de Oliveira Dias, o PROIR avança na formação de gestores públicos ao possibilitar o aprofundamento em concepções de ensino, aprendizagem e formação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Diante do desafio de qualificar agentes públicos, a equipe da UFG realizou intenso trabalho de campo junto a comunidades quilombolas, de matriz africana, de terreiro e ciganas. Mediadas pela atuação das professoras tutoras, que também integram esses povos e comunidades, foram construídas aproximações com territórios, histórias e memórias que expressam vivências, reivindicam direitos e evidenciam avanços nas políticas públicas existentes", detalha a professora da UFG.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Compromisso&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O secretário Nacional de Políticas para Quilombolas, Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana e de Terreiros e Ciganos, Ronaldo dos Santos, afirma que a revista PROIR expressa o compromisso do Estado brasileiro com a promoção da igualdade racial a partir da qualificação da gestão pública.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Trata-se de uma iniciativa que articula formação, produção de conhecimento e incidência em políticas públicas, fortalecendo a atuação voltada a quilombolas, povos de matriz africana, povos de terreiros e povos ciganos em toda a sua diversidade".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a diretora de Políticas para Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana e de Terreiros e Ciganos, Luzi Borges, o PROIR nasce do diálogo com os territórios e da necessidade de construir respostas institucionais mais qualificadas e sensíveis às realidades vividas pelos povos de terreiro e de matriz africana. "Esta revista materializa esse processo, reunindo saberes, práticas e experiências que contribuem para a garantia de direitos", pontua.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já o diretor de Políticas para Quilombolas e Ciganos, Fabiano Bechelany, afirma: "a construção do PROIR evidencia a importância da formação como ferramenta estratégica para ampliar o reconhecimento e a efetivação de direitos. A inclusão do curso no catálogo da Enap representa um avanço significativo, ao assegurar continuidade e capilaridade a essa agenda".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jun 2026 16:04:02 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/201483-revista-fortalece-debate-sobre-direitos-e-politicas-publicas-para-quilombolas-povos-de-terreiro-e-ciganos</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Por que Goiânia registrou a maior inflação do país em maio?</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Painel Econômico" title="Painel Econômico" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/painel_inflacao_maio.png?1780333462" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Choques climáticos, oscilações nos mercados internacionais e mudanças nos ciclos produtivos geram pressões localizadas&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Edson Roberto Vieira&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Antônio Marcos de Queiroz&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) calcula a inflação oficial do país por meio do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado para 16 áreas de abrangência compostas por regiões metropolitanas e municípios selecionados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além do IPCA, o instituto divulga o IPCA-15, também conhecido pelos agentes econômicos como prévia da inflação oficial. A diferença entre os dois indicadores reside no período de coleta: enquanto o IPCA abrange o mês civil completo, o IPCA-15 adota um calendário móvel, capturando a variação de preços entre o dia 16 do mês anterior e o dia 15 do mês de referência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O IBGE divulgou o IPCA-15 referente ao mês de maio/2026 e Goiânia foi destaque nacional ao registrar o maior índice dentre as 16 regiões apuradas pelo Instituto. Enquanto a média nacional foi de 0,62%, o indicador goianiense foi de 1,41%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dentre os nove grupos divulgados pelo IBGE, o grupo de alimentação e bebidas apresentou aumento significativo tanto no Brasil (1,38%) quanto em Goiânia (1,49%). As elevações de preços dos hortifrutigranjeiros são relativamente frequentes nos primeiros meses do ano, em razão da maior incidência de eventos climáticos adversos que afetam a oferta desses produtos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas, embora se esperasse algum arrefecimento dessas pressões ao longo do segundo trimestre, alguns itens continuaram registrando aumentos expressivos em maio. Dos cerca de 400 produtos que o IPCA acompanha mensalmente, a liderança em Goiânia ficou por conta da cenoura (28,31%), batata-inglesa (27,83%) e cebola (19,94%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entretanto, nem todas as pressões observadas nos alimentos podem ser atribuídas às condições climáticas que afetaram os hortifrutigranjeiros. No caso das carnes, por exemplo, podem ser destacadas duas razões para a elevação dos preços internos: a primeira é a mudança do ciclo da pecuária. Com preços menores praticados em períodos anteriores, muitos pecuaristas decidiram ampliar o abate de fêmeas, elevando temporariamente a disponibilidade de carne no mercado doméstico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado, com a recuperação dos preços observada neste ano, o movimento se inverteu, aumentando a retenção de matrizes e reduzindo a disponibilidade futura do produto. A esse processo soma-se o crescimento das exportações de carne bovina, especialmente para a China, o que também contribui para restringir a oferta destinada ao mercado interno e pressionar os preços.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O aumento do preço do leite longa vida também pressionou o IPCA-15 em maio/2026. Nesse caso, o início da entressafra associado às condições de seca reduziu a captação de leite cru e elevou os custos de produção no campo, diminuindo a oferta disponível e forçando a indústria e o varejo a repassarem parte desses custos ao consumidor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Adicionalmente, tensões no Oriente Médio e seus reflexos sobre o mercado internacional de energia estão pressionando os preços do petróleo e dos combustíveis, elevando os custos de transporte e distribuição. Esse canal é particularmente relevante no Brasil, onde o transporte rodoviário responde pela maior parte da movimentação de cargas, afetando potencialmente os custos de distribuição de diversos produtos, inclusive alimentos perecíveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contudo, a dinâmica global do petróleo não explica, isoladamente, o descolamento da capital goiana. O comportamento dos combustíveis constitui o principal fator associado ao diferencial inflacionário observado em Goiânia justamente por refletir uma assimetria regional. Enquanto os preços desses produtos registraram deflação no cenário nacional em maio/2026, ajudando a conter o índice do país, a capital goiana enfrentou uma forte recomposição local. Impulsionado particularmente pelo etanol (16,62%) e pela gasolina (9,67%), o reajuste na cidade gerou o terceiro maior impacto inflacionário de sua história desde o início da série histórica do IPCA-15 na região.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esses movimentos antagônicos dos preços dos combustíveis em Goiânia e no Brasil não se restringiram a maio de 2026, podendo ser observados desde fevereiro deste ano. Enquanto os preços médios nacionais dos combustíveis já aumentavam em decorrência das tensões no Oriente Médio e de seus reflexos sobre o mercado internacional de energia, em Goiânia ocorria queda desses preços, em razão da maior concorrência regional e de ajustes específicos da dinâmica de mercado local.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com informações do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo (Sindiposto), os postos operaram com margens mais apertadas nesse período, promovendo campanhas promocionais agressivas ao menos até o final de abril, quando os preços dos combustíveis em Goiânia voltaram a se aproximar dos preços nacionais em maio de 2026. Como resultado, os preços dos combustíveis em Goiânia registraram alta de 9,94% em maio/2026, enquanto, na média nacional, o grupo apresentou queda de 1,41%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O desempenho da inflação em Goiânia mostra que a dinâmica dos preços continua sendo influenciada por fatores de oferta, muitos deles fora do alcance da política monetária. Choques climáticos, oscilações nos mercados internacionais e mudanças nos ciclos produtivos tendem a gerar pressões localizadas e temporárias, mas com impactos relevantes sobre o custo de vida da população.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Boletim de Conjuntura Econômica de Goiás, n. 191, abril de 2026.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Edson Roberto Vieira e Antônio Marcos de Queiroz&lt;/strong&gt; são professores da Faculdade de Administração, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas (FACE) da UFG.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;strong&gt;Envie sua sugestão de artigo para o Jornal UFG&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="/p/51985-diretrizes-para-publicacao-de-artigos-de-opiniao-e-colunas-no-jornal-ufg"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Acesse aqui as diretrizes para submissão.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jun 2026 14:04:36 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/201471-por-que-goiania-registrou-a-maior-inflacao-do-pais-em-maio</link>
      <guid>https://jornal.ufg.br/n/201471-por-que-goiania-registrou-a-maior-inflacao-do-pais-em-maio</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Educação brasileira segue distante das metas previstas no PNE, aponta estudo</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Pesquisa PNE" title="Pesquisa PNE" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/_d6a1662-2.webp?1779982344" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Análise publicada em revista internacional identifica problemas estruturais persistentes e baixa execução do plano&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 1000px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/_d6a1662-2.webp" alt="Pesquisa PNE" width="1000" height="598" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Problemas estruturais da educação afetam competências consideradas essenciais na área da saúde &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Luiz Felipe Fernandes&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O desempenho do Plano Nacional de Educação (PNE) ficou muito aquém das metas estabelecidas para o período de 2014 a 2025. A avaliação é de um &lt;a href="https://www.frontiersin.org/journals/education/articles/10.3389/feduc.2026.1831336/full" target="_blank" rel="noopener"&gt;estudo&lt;/a&gt; publicado na revista científica &lt;em&gt;Frontiers in Education&lt;/em&gt;, que contou com a participação do professor Claudio Andre Barbosa de Lira, da Universidade Federal de Goiás (UFG), em parceria com os professores Rodrigo Vancini (Ufes) e Marília Andrade (Unifesp).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O artigo analisa os impactos do não cumprimento das metas do PNE sobre a formação de profissionais da saúde e aponta que o plano, concebido para ampliar o acesso à educação, reduzir desigualdades e melhorar a qualidade do ensino, terminou seu ciclo com baixo índice de execução. Segundo os autores, a taxa real de execução do plano não ultrapassou 40%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os pesquisadores afirmam que o cenário representa "uma séria falha de gestão política", com consequências para o desenvolvimento social, econômico e cultural do país. O texto destaca que problemas históricos da educação brasileira, como desigualdades regionais, subfinanciamento, fragmentação da gestão entre União, estados e municípios e descontinuidade de políticas públicas, comprometeram os resultados do plano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com o estudo, embora tenham ocorrido avanços pontuais – como melhorias em indicadores do ensino superior e na formação docente –, persistem estagnações na educação básica e no ensino médio. Para os autores, essa disparidade afeta diretamente a preparação dos estudantes para a universidade e compromete o desempenho acadêmico em cursos superiores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f5f5f5; padding: 15px 30px; border-radius: 3px; font-size: 11pt; max-width: 800px; margin: auto; color: #444444;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O QUE É O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/pne" target="_blank" rel="noopener"&gt;Plano Nacional de Educação (PNE)&lt;/a&gt; é o principal instrumento de planejamento das políticas educacionais brasileiras. Previsto na Constituição Federal e regulamentado por lei, ele estabelece metas, diretrizes e estratégias para a educação em ciclos de dez anos, envolvendo União, estados e municípios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O plano tem como objetivos ampliar o acesso à educação, melhorar a qualidade do ensino, reduzir desigualdades e valorizar os profissionais da educação. O PNE também orienta ações voltadas à alfabetização, educação infantil, ensino fundamental e médio, educação profissional e tecnológica, ensino superior e formação docente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O PNE anterior, válido entre 2014 e 2024 e prorrogado até 2025, previa 20 metas para a educação brasileira. O plano em discussão para a próxima década prevê 19 objetivos, 73 metas e 372 estratégias voltadas à melhoria da aprendizagem, expansão do acesso, combate às desigualdades educacionais e fortalecimento da governança e do financiamento da educação pública.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Ministério da Educação&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Formação de profissionais da saúde&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O estudo chama atenção para os impactos dessas fragilidades na formação de profissionais da saúde. "Deficiências na educação básica e secundária prejudicam o desempenho dos estudantes no ensino superior, especialmente em áreas que exigem raciocínio científico, letramento quantitativo e análise crítica", afirmam os pesquisadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo os autores, a precarização do sistema educacional também compromete o desenvolvimento de competências consideradas essenciais para profissionais da saúde, como sensibilidade cultural, comunicação, empatia e compreensão dos determinantes sociais da saúde. "Essas competências – essenciais para um atendimento humanizado e equitativo – são difíceis de desenvolver em ambientes marcados por bases educacionais frágeis", destaca o artigo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A publicação argumenta ainda que o próximo Plano Nacional de Educação precisa ir além da continuidade de ciclos políticos e ser estruturado como uma política de Estado de longo prazo. Entre as recomendações estão financiamento estável, metas claras e mensuráveis, fortalecimento da formação docente, modernização curricular e maior integração entre educação, ciência, tecnologia e saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os autores defendem que a formação de profissionais da saúde deve ser incorporada de forma estratégica nas próximas políticas educacionais. O estudo cita a necessidade de investimentos em laboratórios de simulação clínica, educação interprofissional, formação em saúde digital e áreas emergentes, como inteligência artificial aplicada à saúde e telemedicina.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.frontiersin.org/journals/education/articles/10.3389/feduc.2026.1831336/full" target="_blank" rel="noopener"&gt;Acesse o artigo &lt;em&gt;Unfulfilled promises: the impact of Brazil's national education plan's unmet goals on healthcare professional training&lt;/em&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Comentários e sugestões&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;a href="mailto:jornal@ufg.br" target="_blank" rel="noopener"&gt;jornalufg@ufg.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 28 May 2026 12:43:51 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/201357-educacao-brasileira-segue-distante-das-metas-previstas-no-pne-aponta-estudo</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Parque Tecnológico Samambaia recebe visita de participantes do CRS Brazil 2026</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="CRS Brazil" title="CRS Brazil" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/IMG_0412.jpg?1779903317" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Evento contou com programação científica que incluiu visita às estruturas do PTS/UFG&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 1000px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/IMG_0412.jpg" alt="CRS Brazil" width="1000" height="667" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Diretor do PTS/UFG apresentando o Parque aos visitantes &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Asaph William/PRPI UFG*&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Alexandre Elias*&lt;br /&gt;Renata Akutsu&lt;br /&gt;Nathalia Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na manhã do dia 8 de maio, o Parque Tecnológico Samambaia da Universidade Federal de Goiás (PTS/UFG) recebeu pesquisadores, estudantes e representantes da indústria farmacêutica de diversos países durante uma das atividades do CRS Brazil 2026. O evento internacional é focado na ciência farmacêutica e na inovação de tecnologias para a saúde. Cerca de 80 participantes compareceram à visita técnica, incluindo especialistas do Brasil, Alemanha, Portugal, Espanha e de outros países.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A visita, conduzida pelo diretor do Parque, Luizmar Adriano, apresentou as estruturas de pesquisa e de inovação da UFG e aproximou os visitantes do ecossistema científico e tecnológico, que está em constante desenvolvimento. Durante a manhã, os participantes conheceram o Centro de Excelência em Estudos Moleculares, Energia e Petróleo (Cemep), o Centro Regional para o Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (CRTI) e os Laboratórios Integrados de Inovação em Ciências Farmacêuticas (Life).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No espaço, eles puderam explorar os laboratórios, equipamentos e projetos em andamento, demonstrando o propósito das estruturas do PTS: o constante desenvolvimento científico e tecnológico. O encontro expressou o potencial do Parque da UFG como um ambiente estratégico para pesquisa, inovação e cooperação internacional, além de promover a integração entre universidade, centros de pesquisa e setor produtivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/GMF_7017.jpg" alt="CRS Brazil" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Professora Eliana Martins (FarmaTec/UFG) foi a organizadora do CRS Brazil 2026 &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Asaph William/PRPI UFG*&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sobre o CRS Brazil 2026&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos dias 6, 7 e 8 de maio de 2026, Goiânia sediou, pela primeira vez no Brasil, um encontro da Controlled Release Society (CRS), uma das mais importantes organizações científicas do mundo dedicadas ao avanço dos sistemas de liberação controlada de fármacos e à inovação biofarmacêutica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A equipe do FarmaTec/UFG, liderada pela professora Eliana Martins Lima, organizou o CRS Brazil 2026 – Redefining Borders and Interfaces in Delivery Science and Biopharmaceutical Innovation, evento internacional que reuniu cerca de 150 participantes, entre pesquisadores, estudantes, representantes da indústria farmacêutica e especialistas de mais de oito países, incluindo palestrantes internacionais e pesquisadores brasileiros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A programação do evento reuniu especialistas nacionais e internacionais em torno de temas de fronteira em nanomedicina e &lt;em&gt;drug delivery&lt;/em&gt;. Ao longo dos três dias de evento, as sessões científicas cobriram desde ciência translacional e medicina de precisão até nanopartículas lipídicas para terapias baseadas em mRNA, engenharia de superfície na interface nano-bio, terapias avançadas para doenças pulmonares, modelos de barreiras biológicas e sistemas de liberação ocular.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Duas sessões coordenadas de jovens cientistas (Emerging Voices in Drug Delivery) destacaram trabalhos competitivos sobre LNP/mRNA e sistemas de liberação local e direcionada, reforçando o protagonismo da nova geração de pesquisadores. O programa incluiu ainda simpósio temático, sessão aberta do INCT NanoFarma, além de atividade de mentoria voltada a carreiras e oportunidades internacionais de pesquisa, combinando densidade científica com amplas oportunidades de integração entre pesquisadores em diferentes estágios de carreira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao trazer para Goiânia discussões que normalmente ocorrem apenas nos grandes centros mundiais, o CRS Brazil 2026 ampliou a visibilidade internacional da ciência produzida em Goiás. O evento reforçou o protagonismo do FarmaTec no desenvolvimento de pesquisas translacionais e tecnologias avançadas aplicadas à saúde, demonstrando que o ecossistema de inovação construído em torno do Parque Tecnológico Samambaia e da Universidade Federal de Goiás está preparado para atuar estrategicamente na ciência de ponta e no desenvolvimento tecnológico em saúde no cenário internacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;* Alexandre Elias e Asafh William são estagiários do curso de Jornalismo da UFG, orientados pelos jornalistas William Correia e Pedro Ortiz.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 27 May 2026 14:48:55 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/201325-parque-tecnologico-samambaia-recebe-visita-de-participantes-do-crs-brazil-2026</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Formação médica de excelência</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Marcelo Rabahi" title="Marcelo Rabahi" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/capa_marcelo_rabahi.png?1779893551" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Faculdade de Medicina da UFG completa 66 anos com mais de 7 mil médicos formados&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Marcelo Fouad Rabahi&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em abril de 1960, enquanto o Brasil voltava seus olhos para o Planalto Central com a inauguração de Brasília, um sonho audacioso ganhava raízes no coração do Cerrado. O professor Francisco Ludovico de Almeida Neto, com uma visão que transcendia o seu tempo e o apoio fundamental de colegas médicos também visionários que formavam a recém-criada Associação Médica de Goiás, do governador Pedro Ludovico e do presidente Juscelino Kubitschek, fundava a primeira Faculdade de Medicina da Região Centro-Oeste.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, ao celebrarmos os 66 anos da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (FM/UFG), olhamos para o passado com gratidão e para o futuro com renovada motivação. Nesta trajetória, a FM/UFG já entregou à sociedade mais de 7 mil médicos. São profissionais que não apenas atendem à população goiana, mas que se destacam em centros de excelência por todo o Brasil e no exterior, transformando a realidade da saúde por meio da assistência e da produção científica de alta qualidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No contraponto do grande número de faculdades de medicina no Brasil de baixa qualidade, a FM/UFG nos dá motivos sólidos para celebrar. Recentemente, a faculdade alcançou notas máximas nas avaliações do Ministério da Educação (MEC) e no reconhecimento dos nossos próprios alunos. Esse êxito é fruto direto do empenho incansável de um corpo técnico-administrativo dedicado e de professores que fazem da formação médica uma missão de vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São mestres que levam o conhecimento para além dos muros acadêmicos através de projetos de extensão e pesquisas inovadoras que elevam o nome de Goiás no cenário internacional. Nesta semana comemorativa, nossas ações refletem os pilares que sustentam a instituição.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Honramos nossa história com um encontro entre gerações: o "Café com o Professor Heitor Rosa". Aluno da segunda turma, professor emérito e ex-diretor, Heitor Rosa personifica o legado de ciência e humanismo que desejamos perpetuar. Suas histórias são o fertilizante para as mentes que hoje buscam construir uma medicina cada vez mais ética e técnica. Ao mesmo tempo, mantemos o olhar atento às urgências do nosso tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Inauguramos o Banco Vermelho, um ato público simbólico que já percorre grandes universidades e que marca o posicionamento firme da FM/UFG contra o feminicídio e a violência doméstica. O banco representa o vazio deixado por vítimas de violência e serve como um alerta constante e um canal de denúncia, reafirmando o papel da universidade no combate às disparidades sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também abrimos nossas portas para o futuro com o projeto MedWeek. De forma inovadora, nossos discentes receberão alunos do ensino médio para mostrar o que é, de fato, o universo da formação médica na UFG. É o sonho de amanhã sendo cultivado no presente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É com profundo orgulho e determinação que seguimos por esta estrada tão bem pavimentada por aqueles que nos precederam. A Faculdade de Medicina da UFG celebra 66 anos não apenas como uma instituição de ensino público, que cumpre fielmente seu papel na formação médica em nosso País, mas como um patrimônio vivo de Goiás, comprometido com a ciência que cura e o humanismo que acolhe.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Marcelo Fouad Rabahi&lt;/strong&gt; é médico, professor titular e diretor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG).&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Este artigo foi originalmente &lt;a href="https://opopular.com.br/opiniao/artigos/formac-o-medica-de-excelencia-1.3401992" target="_blank" rel="noopener"&gt;publicado&lt;/a&gt; no site Outras Palavras.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;strong&gt;Envie sua sugestão de artigo para o Jornal UFG&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="/p/51985-diretrizes-para-publicacao-de-artigos-de-opiniao-e-colunas-no-jornal-ufg"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Acesse aqui as diretrizes para submissão.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 27 May 2026 11:52:40 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/201309-formacao-medica-de-excelencia</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Evento faz resgate histórico do acidente com o césio-137</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Emergência Radioativa" title="Emergência Radioativa" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/emergencia-radioativa.jpg?1779738960" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Edição do Café com Ciência destacou nuances da tragédia sob as perspectivas científica e social&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Arthur Gabriel&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Café com Ciência, projeto de divulgação científica do Instituto de Física da Universidade Federal de Goiás (IF/UFG), abordou uma temática que voltou a ocupar o centro das discussões no Brasil e, em especial, em Goiás, com o lançamento da minissérie da Netflix &lt;em&gt;Emergência Radioativa&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A &lt;a href="https://www.instagram.com/p/DYP5Lg_kUba/" target="_blank" rel="noopener"&gt;discussão sobre o acidente com o césio-137&lt;/a&gt; em Goiânia reuniu os professores Walter Ferreira e Fernando Pelegrini, físicos que participaram ativamente da identificação do material à época; a jornalista Carla Lacerda, que publicou um livro-reportagem sobre as vítimas e sobreviventes do césio; e Emerson Itikawa, professor do curso de Física Médica da UFG.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Walter é o físico que desempenhou um papel essencial na identificação e contenção do césio-137. Segundo ele, a narrativa proposta pela minissérie da Netflix, na qual ele é retratado, se aproxima muito dos fatos. "A série, em muitos momentos, se mostrou verdadeira e coerente com aquilo que de fato aconteceu. É de extrema importância relembrar esse episódio da nossa história, já que, ao longo do tempo, ele foi esquecido de nosso imaginário".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O professor detalhou, à luz da física, os &lt;a href="https://www.instagram.com/p/DYQReGuukSp/" target="_blank" rel="noopener"&gt;métodos de detecção e descontaminação&lt;/a&gt; dos principais pontos da cidade. "Ao longo do processo, cerca de seis casas tiveram que ser demolidas; foi preciso também realizar levantamentos radiométricos constantes em toda a cidade".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já a jornalista Carla Lacerda contou que procurou, ao longo do livro &lt;em&gt;Sobreviventes do Césio-137&lt;/em&gt;, costurar a história de três sobreviventes do césio: os pais de Leide das Neves – a menina de 6 anos que morreu pela contaminação – e Wagner Mota, um dos homens que encontraram a cápsula de césio no antigo Instituto Goiânia de Radioterapia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Carla procurou complementar a narrativa biográfica do livro com relatos de outros sobreviventes, que enfrentam sequelas e marcas do césio. A jornalista apontou que os veículos de comunicação estigmatizaram os envolvidos no acidente, que ficaram à mercê de preconceitos, estereótipos e apagamento ao longo do tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Participação da UFG&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O professor Fernando Pelegrini falou sobre a participação do Instituto de Física da UFG na época do acidente. Segundo ele, quando se teve consciência da magnitude do acidente, foi criado um núcleo de acompanhamento do césio-137, que contou com a colaboração de diversos professores que estavam vinculados ao instituto na época.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele acrescentou que, desde aquela época, existe uma lacuna informacional acerca da maneira como ocorre a contaminação por césio. "É preciso construir uma educação e formação científicas capazes de satisfazer as necessidades da população, e para que o acidente do césio não seja apagado da memória de cada um".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O professor Emerson Itikawa falou sobre a importância do desenvolvimento científico no cuidado de pacientes e vítimas radiológicas em decorrência do acidente. Segundo ele, técnicas e pesquisas são desenvolvidas a fim de prevenir acidentes e garantir a segurança, e para que materiais e equipamentos radiológicos não sejam descartados de qualquer forma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 25 May 2026 17:02:16 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/201259-evento-faz-resgate-historico-do-acidente-com-o-cesio-137</link>
      <guid>https://jornal.ufg.br/n/201259-evento-faz-resgate-historico-do-acidente-com-o-cesio-137</guid>
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    <item>
      <title>Últimos dias para inscrição no XII Prêmio SBPC/GO de Popularização da Ciência</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Mostra Divulgação Científica" title="Mostra Divulgação Científica" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/_UFG5915.jpg?1731009048" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Pesquisadores, extensionistas e egressos de instituições de ensino superior de Goiás podem submeter trabalhos até 1º de junho&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Da Redação&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seguem até 1º de junho as inscrições para o XII Prêmio SBPC/GO de Popularização da Ciência. A iniciativa da &lt;a href="https://www.sbpcgoias.com/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – Regional Goiás&lt;/a&gt; reconhece trabalhos acadêmicos e de extensão voltados à aproximação entre ciência e sociedade, com foco especial em professores e estudantes da educação básica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.sbpcgoias.com/_files/ugd/635d23_a67c227d6dc64c288ea11ee2ef0734cc.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Acesse aqui&lt;/a&gt; o edital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O prêmio contempla trabalhos vinculados a instituições de ensino superior públicas ou privadas de Goiás e está dividido em duas categorias: Pesquisa e Extensão. Na categoria Pesquisa, poderão ser selecionados até 24 trabalhos, com limite de quatro por área do conhecimento. Já na categoria Extensão, serão premiados até quatro trabalhos, independentemente da área.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As inscrições são gratuitas e devem ser feitas por meio de formulário eletrônico disponibilizado pela organização. Podem participar estudantes de graduação e pós-graduação, além de egressos que tenham concluído seus cursos a partir de 1º de janeiro de 2025. Um dos autores do trabalho deve ser associado à SBPC e estar com a anuidade de 2026 regularizada até o fim do período de inscrição. Os trabalhos devem ser apresentados no formato de resumo expandido, com três a cinco páginas, em português, seguindo modelo oficial do edital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além do reconhecimento institucional, os trabalhos selecionados darão origem a um e-book organizado pela SBPC/GO, com capítulos assinados pelos autores, orientadores e colaboradores. Os premiados também receberão diploma de mérito em cerimônia oficial e poderão ser convidados a participar do projeto SBPC vai à Escola, que promove ações de divulgação científica junto à educação básica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O resultado preliminar está previsto para 15 de junho. A lista final dos premiados será divulgada em 11 de agosto, nos canais oficiais da SBPC Goiás. Mais informações pelo e-mail sbpcgoias@gmail.com.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 25 May 2026 15:08:16 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/201245-ultimos-dias-para-inscricao-no-xii-premio-sbpc-go-de-popularizacao-da-ciencia</link>
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    </item>
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