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    <title>Jornal UFG </title>
    <description>UFG - Jornal Online</description>
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    <item>
      <title>Das ruas aos aplicativos: o precariado mudou de forma, mas a exploração permaneceu</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Trabalhadores por aplicativo" title="Trabalhadores por aplicativo" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/trabalho_03-08-2026.png?1785774529" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Precarização contemporânea transforma relações sociais em responsabilidades individuais&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 1000px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/pint8161.webp" alt="Trabalhadores por aplicativo" width="1000" height="666" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Entregadores de aplicativos de delivery protestam em frente à sede do iFood, em São Paulo &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Luís Augusto Vieira&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos dois primeiros artigos desta série, tratei de &lt;a href="/n/201527-junho-de-2013-ainda-esta-em-disputa"&gt;Junho de 2013&lt;/a&gt; e de seus &lt;a href="/n/202573-antes-de-junho" target="_blank" rel="noopener"&gt;antecedentes internacionais&lt;/a&gt;. Agora, é possível deslocar a pergunta: o que aconteceu com parte daquela juventude trabalhadora, precarizada e insatisfeita que ocupou ruas, praças e avenidas no início da década passada? A resposta não é simples, mas uma hipótese parece necessária: o precariado não desapareceu. Ao contrário, ele permaneceu, mas tem mudado de forma, de linguagem, de espaço e de mediação tecnológica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No ciclo de mobilizações entre 2011 e 2014, em diferentes partes do mundo, jovens, trabalhadores, desempregados, estudantes e setores médios empobrecidos apareceram nas ruas como expressão de um mal-estar social amplo. Havia indignação contra a desigualdade, o desemprego, a precarização da vida, a crise da representação política e a ausência de futuro. No Brasil, Junho de 2013 também expressou parte dessas contradições, ainda que com características próprias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais de uma década depois, muitos desses conflitos não foram superados, mas sim, ganharam novas formas. A precarização do trabalho deixou de aparecer apenas como desemprego aberto, informalidade tradicional ou contratos instáveis. Ela passou a ser apresentada, muitas vezes, como flexibilidade, autonomia, empreendedorismo e inovação tecnológica. A exploração permaneceu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O trabalho por aplicativo talvez seja a imagem mais visível desse processo. Motoristas, entregadores, freelancers digitais, trabalhadores por demanda e pessoas submetidas a microtarefas mostram que a tecnologia não eliminou a insegurança do trabalho. Em muitos casos, apenas reorganizou essa insegurança por meio de plataformas, algoritmos, avaliações, bloqueios, metas invisíveis e remunerações variáveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O trabalhador parece livre porque escolhe quando se conecta. Mas sua renda, seu ritmo, sua permanência na plataforma e até sua visibilidade diante dos consumidores são definidos por regras que ele não controla. A promessa de autonomia convive com a transferência dos riscos para o próprio trabalhador: veículo, combustível, celular, internet, alimentação, acidentes, adoecimento e tempo de espera passam a ser problemas individuais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa é uma das características centrais da precarização contemporânea: transformar relações sociais em responsabilidades individuais. Quando o trabalho falta, a culpa parece ser da pessoa que não se esforçou o suficiente. Quando a renda cai, o problema parece ser a baixa produtividade individual. Quando não há direitos, a ausência de proteção aparece como liberdade. Assim, a exploração torna-se mais difícil de nomear, porque já não se apresenta apenas na figura clássica do patrão visível, do chefe imediato ou do contrato formal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas a ausência de patrão aparente não significa ausência de comando. O algoritmo organiza o tempo, distribui tarefas, define prioridades, classifica desempenhos e pode punir sem explicação suficiente. A subordinação não desaparece; ela se torna mais opaca. A velha exploração do trabalho assume novas roupagens técnicas, gerenciais e digitais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso, o debate sobre o precariado continua atual. Ele permite compreender trabalhadores e trabalhadoras que vivem sob instabilidade permanente, com pouca ou nenhuma proteção social, renda incerta, jornadas fragmentadas e dificuldade de organização coletiva. Não se trata apenas de uma condição individual, mas de uma forma de existência social marcada pela insegurança.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A passagem das ruas aos aplicativos não significa que as lutas sociais tenham acabado. Significa que parte delas se deslocou para terrenos mais dispersos, individualizados e difíceis de organizar. Se antes a presença coletiva nas ruas permitia reconhecer o descontentamento comum, hoje muitos trabalhadores vivem a precarização de forma solitária, conectados a plataformas, mas desconectados de formas coletivas de proteção e representação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse é um dos grandes desafios do nosso tempo: como transformar sofrimento individual em reivindicação coletiva? Como construir direitos quando o trabalho é fragmentado, mediado por aplicativos e apresentado como escolha pessoal? Como organizar trabalhadores quando o local de trabalho é a cidade inteira, a tela do celular ou uma plataforma digital?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essas perguntas não são apenas trabalhistas. São políticas, sociais e democráticas. Um país que naturaliza a precarização naturaliza também a insegurança da vida. Um país que chama exploração de empreendedorismo dificulta a construção de direitos. Um país que transforma trabalhadores em usuários isolados de plataformas enfraquece a possibilidade de organização coletiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Das ruas aos aplicativos, o precariado mudou de forma, mas a exploração permaneceu. Reconhecer essa continuidade é o primeiro passo para disputar seu sentido. Afinal, a tecnologia pode mudar os instrumentos do trabalho, mas não elimina a pergunta fundamental: quem produz a riqueza, em que condições, sob quais direitos e com que possibilidades de futuro?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Luís Augusto Vieira&lt;/strong&gt; é professor do curso de Serviço Social da Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Cidade de Goiás e líder do Motyrõ – Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Trabalho, Questão Social e Direitos Humanos na periferia do capitalismo.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Nota do autor:&lt;/strong&gt; este artigo deriva de reflexões desenvolvidas no trabalho &lt;a href="https://cfess.org.br/cbas2025-assets/pdf/625-1285767_12_08_2025_21-04-16_2434_v4.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;"O precariado entre ciclos: permanências, mudanças e contradições no Brasil, Portugal e no mundo (2011-2014 – 2022-2024)"&lt;/a&gt;, apresentado no XVIII Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais — CBAS, em 2025.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;strong&gt;Envie sua sugestão de artigo para o Jornal UFG&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="/p/51985-diretrizes-para-publicacao-de-artigos-de-opiniao-e-colunas-no-jornal-ufg"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Acesse aqui as diretrizes para submissão.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os artigos publicados são de inteira responsabilidade de seus autores e não refletem, necessariamente, a opinião do Jornal UFG.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 03 Aug 2026 13:29:35 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/203191-das-ruas-aos-aplicativos-o-precariado-mudou-de-forma-mas-a-exploracao-permaneceu</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Massa de ar seco mantém tempo firme na Grande Goiânia</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Boletim Meteorológico" title="Boletim Meteorológico" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/boletim_meteorologico_31-07-2026.png?1785515410" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fim de semana terá máximas de até 33°C e umidade relativa do ar entre 20% e 30%&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 500px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/boletim-17-07-2026.png" alt="Boletim meteorológico" width="500" height="406" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;Fonte: CEMPA-Cerrado&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;CEMPA-Cerrado&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao longo desta sexta-feira, do sábado e do domingo, a atuação de uma massa de ar seco continuará predominando sobre a Região Metropolitana de Goiânia (RMG), mantendo condições de tempo estável, com predomínio de sol, poucas nuvens e baixa probabilidade de ocorrência de chuva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1320/o/Boletim_diario_cempa_31072026_n86.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Acesse aqui&lt;/a&gt; o Boletim Diário nº 86, de 31/07/2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As temperaturas máximas devem variar entre 20°C e 33°C, enquanto a umidade relativa do ar poderá apresentar valores mínimos entre 20% e 30% durante as horas mais quentes do dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O predomínio de ar seco e a ausência de chuva mantêm condições propícias à ocorrência e expansão de incêndios florestais. Esse cenário também favorece o acúmulo de fumaça e partículas em suspensão, com reflexos negativos sobre a qualidade do ar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f5f5f5; padding: 15px 30px; border-radius: 3px; font-size: 11pt; max-width: 800px; margin: auto; color: #444444;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;BOLETIM METEOROLÓGICO DIÁRIO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Emitido de segunda a sexta-feira, o &lt;a href="https://cempa.ufg.br/p/boletins-meteorologicos" target="_blank" rel="noopener"&gt;boletim&lt;/a&gt; é organizado de modo a apresentar, logo no início, uma visão geral das condições previstas para a área de interesse, que abrange os 21 municípios da Região Metropolitana de Goiânia, destacando os principais aspectos do tempo ao longo do dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A primeira parte apresenta uma síntese descritiva da previsão, contemplando variáveis como nebulosidade, temperatura, umidade e possibilidade de chuva, além de um mapa ilustrativo que auxilia na visualização espacial das condições meteorológicas na região.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em seguida, o boletim aprofunda essas informações com um detalhamento para cada município, apresentando dados como temperaturas máximas e mínimas, umidade relativa do ar e links para acesso aos meteogramas (gráficos que mostram a evolução temporal das variáveis meteorológicas).&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;strong&gt;Envie sua sugestão de artigo para o Jornal UFG&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="/p/51985-diretrizes-para-publicacao-de-artigos-de-opiniao-e-colunas-no-jornal-ufg"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Acesse aqui as diretrizes para submissão.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os artigos publicados são de inteira responsabilidade de seus autores e não refletem, necessariamente, a opinião do Jornal UFG.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2026 13:30:21 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/203158-massa-de-ar-seco-mantem-tempo-firme-na-grande-goiania</link>
      <guid>https://jornal.ufg.br/n/203158-massa-de-ar-seco-mantem-tempo-firme-na-grande-goiania</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Não é frescura: precisamos falar de saúde mental</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Saúde Sem Enrolação" title="Saúde Sem Enrolação" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/saude_31-07-2026.png?1785514450" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Segundo episódio do podcast recebe a psicóloga Gabriela Casellato e a médica psiquiatra Manuella Rodrigues&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Da Redação&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A saúde mental entrou de vez no centro do debate global. Com mais de um bilhão de pessoas afetadas no mundo e um aumento expressivo de afastamentos do trabalho no Brasil, o tema deixou de ser periférico e passou a exigir respostas urgentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=1TdBdsXkX5U" target="_blank" rel="noopener"&gt;Neste episódio&lt;/a&gt; do podcast Saúde sem Enrolação, a conversa aborda os sinais de alerta, os principais fatores por trás desse cenário e os caminhos possíveis para enfrentar o avanço da ansiedade e da depressão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Participam Gabriela Casellato, psicóloga e doutora em Psicologia Clínica, e Manuella Rodrigues, médica psiquiatra, mestre em Saúde Coletiva e doutoranda em Epidemiologia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os episódios estão disponíveis no &lt;a href="https://www.youtube.com/@Ceti-Sa%C3%BAdeUFG" target="_blank" rel="noopener"&gt;YouTube&lt;/a&gt; e no &lt;a href="https://open.spotify.com/show/1oi7MD23HBsMrsutWhHJzd?utm_medium=share&amp;amp;utm_source=linktree" target="_blank" rel="noopener"&gt;Spotify&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="//www.youtube.com/embed/1TdBdsXkX5U" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f5f5f5; padding: 15px 30px; border-radius: 3px; font-size: 11pt; max-width: 800px; margin: auto; color: #444444;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;SAÚDE SEM ENROLAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O podcast Saúde sem Enrolação é produzido pelo &lt;a href="https://cetisaude.ufg.br/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Centro de Excelência em Tecnologia e Inovação em Saúde&lt;/a&gt; (Ceti-Saúde) da Universidade Federal de Goiás (UFG), com apoio da Rádio UFG 88,5 FM. O objetivo é oferecer informação confiável, objetiva, direta e baseada em ciência para quem busca respostas e esclarecimentos para dúvidas comuns sobre diversos temas de saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao longo da temporada, o podcast abordará temas atuais e de relevância para a saúde pública e o bem-estar da população, incluindo vacinas e vacinação, saúde mental, prevenção de doenças respiratórias e dengue, impactos do uso do cigarro eletrônico, saúde sexual e prevenção do HPV, uso de medicamentos para emagrecimento, reposição hormonal, envelhecimento saudável e os desafios e limites da inteligência artificial na saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com lançamento a cada 15 dias, cada episódio reunirá dois especialistas – um com atuação em Goiás e outro atuando no Brasil ou internacionalmente –, ambos com expertise no tema abordado, contribuindo com experiências e perspectivas complementares.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;strong&gt;Envie sua sugestão de artigo para o Jornal UFG&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="/p/51985-diretrizes-para-publicacao-de-artigos-de-opiniao-e-colunas-no-jornal-ufg"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Acesse aqui as diretrizes para submissão.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os artigos publicados são de inteira responsabilidade de seus autores e não refletem, necessariamente, a opinião do Jornal UFG.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2026 13:01:29 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/203157-nao-e-frescura-precisamos-falar-de-saude-mental</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Lapig lança Observatório UFG-IA para debater e mapear uso de inteligência artificial</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Observatório IA" title="Observatório IA" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/observat%C3%B3rio_UFG-IA_%285%29.png?1785428702" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Iniciativa reúne acervo público sobre IA e convida comunidade a participar de pesquisa sobre o uso da tecnologia&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;figure style="margin: 5px 0 5px 15px; float: right; width: 45%; max-width: 300px; text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 100%; height: auto; border-radius: 5px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/observat%C3%B3rio_UFG-IA_%285%29.png" alt="Observatório IA" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 5px 0 10px 0; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;Imagem: Lapig/UFG&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Da Redação&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Laboratório de Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento (Lapig), vinculado ao Instituto de Estudos Socioambientais da Universidade Federal de Goiás (Iesa/UFG), lançou uma plataforma para monitorar, coletar dados, disseminar o uso responsável e estudar fenômenos relacionados à inteligência artificial. O &lt;a href="https://lapig-ufg.github.io/observatorio-ia/#top" target="_blank" rel="noopener"&gt;Observatório UFG-IA&lt;/a&gt; reúne publicações técnico-científicas de diversas áreas do conhecimento, com um acervo público sobre IA, e também convida docentes, discentes e técnicos-administrativos a participarem de uma pesquisa anônima sobre o uso da tecnologia no ensino, na pesquisa, na extensão e no trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em poucos anos, a inteligência artificial passou a ser utilizada por milhões de pessoas e transformou a maneira como a sociedade estuda, trabalha e produz conhecimento. Esse avanço acelerado e o surgimento de novos modelos de IA ampliaram as possibilidades para o ensino, a pesquisa e a extensão. Ao mesmo tempo, evidenciaram a necessidade de analisar o uso ético e responsável da tecnologia, bem como seus impactos no ambiente acadêmico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diante desse cenário de rápidas transformações, a universidade assume um papel fundamental na produção de conhecimento e na promoção de debates que contribuam para uma compreensão crítica desse recurso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A UFG já é pioneira nos estudos sobre Inteligência Artificial na América Latina. Em 2019, a instituição criou o primeiro curso de bacharelado em IA do Brasil, sediado no Instituto de Informática (INF), impulsionando a pesquisa, a formação de profissionais e as discussões sobre os impactos dessa tecnologia na sociedade. Depois, foi precursora no uso da ferramenta para desenvolvimento de soluções via Centro de Excelência em Inteligência Artificial (Ceia).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É nesse contexto que o Lapig contribui para ampliar essa trajetória com o lançamento do Observatório UFG-IA. A iniciativa fortalece as ações da Universidade voltadas para o tema ao criar um espaço dedicado a acompanhar as transformações provocadas pela inteligência artificial. Além disso, reafirma o compromisso da UFG com a inovação responsável ao incentivar o debate crítico sobre o assunto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conheça o Observatório UFG-IA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Observatório UFG-IA é uma plataforma que funciona como um acervo de artigos científicos, blogs, jornais, notícias, vídeos e papers, atualizado diariamente. Os materiais estão organizados em categorias que contemplam as grandes áreas do conhecimento e diferentes temas relacionados à inteligência artificial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A plataforma também apresenta o Ecossistema da UFG, reunindo notícias sobre o que está sendo desenvolvido e discutido em relação à temática na Universidade. O espaço foi pensado para ser intuitivo e simples, permitindo que cada usuário realize buscas de acordo com seus temas de interesse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desenvolvida pelo professor Laerte Ferreira, com a participação do mestrando em Ciências Ambientais Victor Amaral e do cientista de dados Tiago Geraldine, a iniciativa surgiu do envolvimento do professor com a IA e da necessidade de debater, junto à comunidade acadêmica, as oportunidades, os riscos e os impactos decorrentes da presença dessa tecnologia na academia. Segundo ele, é importante promover essa discussão dentro da Universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Acredito que a Universidade se torna mais rica e se legitima quando se constitui como espaço de debate sobre os grandes temas contemporâneos. Não tenho dúvidas de que a inteligência artificial, especialmente os chamados Large Language Models, é um dos grandes temas contemporâneos no mundo, com potencial de alterar a nossa própria história e evolução civilizacional".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A inteligência artificial já entrou no cotidiano da sala de aula, nas atividades de pesquisa, nas ações de extensão e, de alguma forma, também nas atividades de gestão que são desenvolvidas na Universidade e, para Laerte, há urgência em ampliar esse debate dentro dela, acompanhando as discussões que já acontecem em âmbito global.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, o Observatório UFG-IA surge com o objetivo de promover uma reflexão qualificada sobre os usos, os avanços e os impactos dessa tecnologia, especialmente no ambiente universitário, espaço essencial para a produção e a legitimação de debates relevantes como esse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como você usa a IA?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A iniciativa também busca mapear como a inteligência artificial está sendo utilizada pela comunidade acadêmica. Para isso, a plataforma disponibiliza um &lt;a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe3qfZ5hjL0NifRXvI-SM6NKDN7g8DoFQJyoTTRTvhlptWk-w/viewform" target="_blank" rel="noopener"&gt;formulário&lt;/a&gt; que pode ser preenchido de forma rápida, simples e anônima por discentes, docentes e técnicos-administrativos da Universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe3qfZ5hjL0NifRXvI-SM6NKDN7g8DoFQJyoTTRTvhlptWk-w/viewform" target="_blank" rel="noopener"&gt;Acesse aqui&lt;/a&gt; o formulário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os resultados da pesquisa ajudarão a construir uma base de dados essencial para alimentar o acervo e impulsionar o debate sobre IA no ambiente acadêmico.&lt;br /&gt;A participação de toda a comunidade é fundamental para a criação de novos conteúdos e capacitações, além da realização de ações baseadas em dados no âmbito do Observatório UFG-IA.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2026 13:49:03 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/203133-lapig-lanca-observatorio-ufg-ia-para-debater-e-mapear-uso-de-inteligencia-artificial</link>
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      <title>O que é água supercrítica e como ela pode tratar resíduos líquidos contaminados com fármacos</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Água supercrítica" title="Água supercrítica" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/agua_supercritica_capa.png?1785427887" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Estudo da UFG observou que, além de limpar a água, processo produz gás hidrogênio&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 1000px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/agua_supercritica_capa.png" alt="Água supercrítica" width="1000" height="663" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Em temperatura e pressão extremamente altas, água adquire um estado que não é nem sólido, nem líquido, nem gasoso &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Nasa/Imagem Ilustrativa&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Thais Teixeira&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O descarte crescente de produtos farmacêuticos é um grande problema ambiental da atualidade. Tratamentos comuns não são capazes de eliminar esses produtos, o que pode causar uma série de desequilíbrios. Um estudo conduzido pelo Programa de Pós-Graduação em Química da Universidade Federal de Goiás (UFG) analisou o tratamento de água com resíduos de fármacos por meio da tecnologia de oxidação em água supercrítica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesquisadora Isabela Milhomem Dias, que &lt;a href="https://repositorio.bc.ufg.br/tede/items/43d1a5b9-a1dd-483e-b16e-c41202d6bc34" target="_blank" rel="noopener"&gt;desenvolveu a pesquisa no doutorado&lt;/a&gt;, explica que a condição supercrítica da água é alcançada em um reator químico com alta temperatura e pressão – superiores a 374 °C e 221 bar (unidade de medida de pressão). Durante esse processo, as propriedades físico-químicas da água são modificadas e ela fica em um estado que não é considerado nem sólido, nem líquido, nem gás.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"O grande diferencial da água supercrítica, comparada à 'água comum', é que ela tem uma característica polar; então, em água em condições ambiente, eu consigo dissolver substâncias polares. Já em condição supercrítica, ela vira completamente o oposto. Por exemplo, se eu tiver um óleo, eu consigo fazer isso ficar miscível [capaz de se misturar] na água supercrítica, e os sais, por exemplo, precipitam e não se misturam", explica Isabela. É essa propriedade que permite que a água supercrítica seja auxiliar no tratamento de água e resíduos contaminados.&lt;/p&gt;
&lt;figure style="margin: 5px 0 5px 15px; float: right; width: 45%; max-width: 300px; text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 100%; height: auto; border-radius: 5px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/WhatsApp_Image_2026-07-30_at_13.31.56.jpeg" alt="Isabel Milhomem" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 5px 0 10px 0; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Pesquisadora Isabela Dias&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt; | Foto: Arquivo Pessoal&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;O estudo tratou água contaminada por 20 tipos diferentes de antibióticos, como amoxicilina, penicilina e sulfametoxazol. Outros tipos de medicamentos, como ansiolíticos e hormônios, também foram testados. Os resultados foram promissores: medicamentos cardiovasculares e anti-hipertensivos alcançaram a maior taxa de remoção de carbono orgânico total, chegando a 92,1%; ansiolíticos e antidepressivos apresentaram uma taxa de remoção de 85,9%; e antibióticos e efluentes industriais tiveram índices de degradação entre 60,1% e 64,1%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O professor Christian Gonçalves Alonso, que orientou a pesquisa, explica que parte dos antibióticos consumidos pela população é eliminada pelo organismo e segue para o sistema de esgoto. Embora as estações de tratamento removam diversos contaminantes, muitas dessas moléculas persistentes não são completamente degradadas e acabam chegando a rios e outros corpos hídricos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A presença contínua desses resíduos pode favorecer o surgimento de micro-organismos resistentes a medicamentos, além de provocar alterações na fauna e na flora ao longo do tempo", detalha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de o processo não ser considerado tecnicamente complexo, o alto consumo de energia ainda representa um desafio para sua aplicação em larga escala. Isso ocorre porque o sistema exige temperaturas e pressões muito elevadas, aumentando os custos operacionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Geração de energia a partir de resíduos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além de limpar a água e resíduos líquidos contaminados, a tecnologia demonstrou um benefício adicional: a produção de gases com alto valor energético. Durante o processo de oxidação, houve a formação de metano (CH4) e gás de síntese rico em hidrogênio (H2).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No caso do tratamento de antibióticos, o volume de gases gerados chegou a ser três vezes maior do que a quantidade de resíduo alimentada no sistema. Esses gases podem se transformar em energia armazenável, o que é também um importante resultado. Outra característica é que o reator é de fluxo contínuo, o que permite rapidez no tratamento e processamento de grandes fluxos de efluentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O professor da UFG ressalta que, embora o processo tenha atendido à maioria dos limites recomendados pela legislação nacional e internacional de qualidade da água, ainda há desafios. Testes de toxicidade com microcrustáceos (&lt;em&gt;Artemia salina&lt;/em&gt;) revelaram que algumas amostras tratadas ainda apresentavam efeitos tóxicos, o que sugere que a toxicidade das moléculas resultantes do processo é uma questão que ainda precisa ser aprimorada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://repositorio.bc.ufg.br/tede/items/43d1a5b9-a1dd-483e-b16e-c41202d6bc34" target="_blank" rel="noopener"&gt;Acesse aqui a tese &lt;em&gt;Tecnologia supercrítica aplicada ao tratamento de águas contaminadas por fármacos&lt;/em&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Comentários e sugestões&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;a href="mailto:jornal@ufg.br" target="_blank" rel="noopener"&gt;jornalufg@ufg.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 29 Jul 2026 17:25:51 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/203112-o-que-e-agua-supercritica-e-como-ela-pode-tratar-residuos-liquidos-contaminados-com-farmacos</link>
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    <item>
      <title>Liderança, representatividade e o futuro da gestão pública</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Minuto da Ética" title="Minuto da Ética" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/minuto_29-07-2026.png?1785352329" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Poder do Estado deve ser exercido por uma estrutura tão diversa quanto o povo a quem ela serve&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Lídia Santos do Nascimento&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O mês de julho nos convida a uma reflexão fundamental com o Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial (3/7). No serviço público, essa data vai muito além da celebração da igualdade formal: ela nos convoca a pensar sobre como a Ética Pública se materializa no desenho das nossas instituições e no topo das nossas tomadas de decisão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma Administração Pública verdadeiramente ética e íntegra não pode se limitar a não discriminar; ela deve, ativamente, ser o espelho da sociedade que buscamos construir. Sob essa ótica, a promoção de ambientes institucionais inclusivos ganha contornos de eficiência e justiça quando olhamos para a presença de servidoras e servidores negros, indígenas, quilombolas, ciganos e de demais povos e comunidades tradicionais em cargos de liderança e assessoramento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não se trata de um olhar assistencialista, mas de um imperativo de excelência. O Estado brasileiro conta com profissionais dessas populações que são altamente qualificados e preparados para o serviço público. Garantir que esses quadros plurais ocupem espaços estratégicos de comando significa reconhecer sua competência e permitir que o topo da gestão pública se beneficie de suas capacidades técnicas e intelectuais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A diversidade de repertório e de vivências na liderança é um ativo indispensável para o ciclo de políticas públicas. Planejar, implementar e avaliar ações estatais a partir de múltiplos pontos de vista e trajetórias permite que o Estado enxergue nuances que a homogeneidade costuma blindar. O resultado prático? Políticas públicas muito mais assertivas, que dialogam com a real complexidade da população e que atuam de forma cirúrgica na redução das desigualdades sociais históricas do país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como bem lembrado pelo ministro Edson Fachin no XXVI Seminário de Ética na Gestão, a era digital e a modernização do Estado exigem uma inclusão genuína, sob pena de criarmos novas barreiras. A ética na gestão pública nos lembra que o poder do Estado deve ser exercido por uma estrutura tão diversa quanto o povo a quem ela serve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Combater a discriminação no ambiente institucional é, portanto, um compromisso com o mérito, com a eficiência e com o futuro da democracia. Que este julho seja o marco para consolidarmos lideranças estratégicas que reflitam a riqueza da nossa pluralidade e a excelência da nossa governança.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Lídia Santos do Nascimento&lt;/strong&gt; é servidora da Secretaria-Executiva da Comissão de Ética do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;strong&gt;Envie sua sugestão de artigo para o Jornal UFG&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="/p/51985-diretrizes-para-publicacao-de-artigos-de-opiniao-e-colunas-no-jornal-ufg"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Acesse aqui as diretrizes para submissão.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os artigos publicados são de inteira responsabilidade de seus autores e não refletem, necessariamente, a opinião do Jornal UFG.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 29 Jul 2026 16:12:21 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/203110-lideranca-representatividade-e-o-futuro-da-gestao-publica</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Centro de Estudos Brasileiros da UFG aproxima literatura e patrimônio em espaço inédito na Flip 2026</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Flip" title="Flip" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/UFG_2.jpg?1784917707" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Casa Patrimônio é resultado de parceria com os núcleos de estudos da Ufop e UFG, articulados pela Elysium Sociedade Cultural&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 1000px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/UFG_2.jpg" alt="Flip" width="1000" height="688" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Professor da UFG Wolney Unes participou de mesa-redonda na Casa Patrimônio, durante a Flip 2026 &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Igor Holderbaum&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Da Redação&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A literatura e o patrimônio cultural se uniram na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) 2026. Em uma iniciativa inédita, o Centro de Estudos Brasileiros da Universidade Federal de Goiás (CEB-UFG) uniu-se ao Núcleo de Pesquisa em Direito do Patrimônio Cultural da Universidade Federal de Ouro Preto (Nepac-Ufop) e à Elysium Sociedade Cultural para criar a Casa Patrimônio, primeiro espaço da história do evento dedicado exclusivamente às discussões sobre preservação da memória e da cultura brasileiras. Os professores da UFG Wolney Unes e Anselmo Pessoa Neto participaram de atividades que reuniram pesquisadores, gestores e o público.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Instalada na sede do Instituto Histórico e Artístico de Paraty (IHAP), antiga cadeia localizada no Largo de Santa Rita, a Casa Patrimônio integra a programação da Flip 2026, realizada entre os dias 22 e 26 de julho. Os professores Wolney Unes e Anselmo Pessoa Neto, do CEB-UFG, foram responsáveis por uma das mesas-redondas da Casa Patrimônio, dedicada à relação entre literatura, memória e patrimônio cultural.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com mediação da historiadora Rachel Wider, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a mesa "Patrimônio e Produção Literária: Difusão e Preservação" reuniu especialistas para discutir a importância da produção literária na valorização do patrimônio brasileiro. A proposta foi promover uma reflexão sobre o potencial da literatura como ferramenta de valorização, registro e difusão do patrimônio cultural, evidenciando como narrativas, pesquisas, publicações e diferentes formas de comunicação da memória contribuem para ampliar o conhecimento da sociedade sobre bens culturais, tradições e histórias que ajudam a construir a identidade brasileira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com Anselmo Pessoa Neto, o debate "representa uma tentativa de entender a literatura como patrimônio material, o livro físico, e como patrimônio imaterial, os conhecimentos que os livros conservam e renovam". "Isso pensado em relação à difusão de um livro e como se dava ou poderia se dar tal difusão e preservação dessa herança, mais propriamente, desse patrimônio cultural", destaca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Wolney Unes, a relação entre patrimônio e literatura atravessa os séculos. "Esta Casa Patrimônio em Paraty representa um pouco desse encontro entre a literatura, como patrimônio imaterial, abrindo caminho para chegar ao patrimônio material", afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Rachel Wider, a programação foi concebida para integrar diferentes áreas do conhecimento em torno da preservação da memória nacional. "Toda a programação foi pensada para permitir uma integração entre diferentes profissionais da área do patrimônio, com múltiplas formações, mas todos atuando em prol da salvaguarda da memória nacional. O público pôde acompanhar uma oportunidade única de discutir as ações de proteção, diferentes projetos e variadas pesquisas de nomes relevantes para a área", complementa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/UFG_1.jpg" alt="Flip" width="700" height="466" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;O professor da UFG Anselmo Pessoa Neto abordou a literatura como patrimônio material &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Igor Holderbaum&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Publicações&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Casa Patrimônio mantém atividades até o encerramento da Flip, promovendo debates sobre preservação do patrimônio material e imaterial, educação patrimonial, pesquisa, documentação, memória social e políticas públicas de proteção cultural. A proposta é aproximar pesquisadores, gestores, estudantes e o público em geral de iniciativas voltadas à valorização da história e da diversidade cultural brasileira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Serão ainda lançadas várias publicações, como os Anais da Jornada de Estudos Brasileiros 2025, promovida pelo CEB-UFG, sobre os 100 anos da Exposição de Artes Decorativas de Paris, e o livro Igreja de S. José da Boa Morte de Cachoeiras de Macacu, fruto de um projeto cultural com a participação do CEB-UFG desde 2022 naquele município fluminense.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O evento conta ainda com professores e pesquisadores convidados de várias outras universidades, como a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Comentários e sugestões&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;a href="mailto:jornal@ufg.br" target="_blank" rel="noopener"&gt;jornalufg@ufg.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 24 Jul 2026 15:37:23 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/203019-centro-de-estudos-brasileiros-da-ufg-aproxima-literatura-e-patrimonio-em-espaco-inedito-na-flip-2026</link>
      <guid>https://jornal.ufg.br/n/203019-centro-de-estudos-brasileiros-da-ufg-aproxima-literatura-e-patrimonio-em-espaco-inedito-na-flip-2026</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Bloqueio atmosférico mantém tempo quente e seco na Grande Goiânia</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Boletim Meteorológico 26-06-2026" title="Boletim Meteorológico 26-06-2026" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/boletim_meteorologico_26-06-2026.png?1782476753" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Temperaturas podem alcançar 35°C, enquanto umidade mínima deve variar entre 20% e 30%&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 500px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/boletim-17-07-2026.png" alt="Boletim meteorológico" width="500" height="406" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;Fonte: CEMPA-Cerrado&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;CEMPA-Cerrado&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A influência de um centro de alta pressão, responsável por manter um bloqueio atmosférico sobre o Brasil Central, continuará predominando ao longo do fim de semana. Esse sistema inibe a formação de nuvens de chuva e mantém as condições de tempo estável, com predomínio de sol e baixos índices de umidade relativa do ar na Região Metropolitana de Goiânia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1320/o/Boletim_diario_cempa_24072026_n81.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Acesse aqui&lt;/a&gt; o Boletim Diário nº 81, de 24/07/2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As temperaturas máximas deverão variar entre 33°C e 35°C, enquanto a umidade relativa do ar poderá atingir valores mínimos entre 20% e 30% durante o período da tarde. Diante desse cenário, recomenda-se atenção aos impactos associados ao tempo seco, como o aumento do risco de desidratação, desconforto térmico e agravamento de doenças respiratórias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, qualquer foco de incêndio pode se espalhar com maior rapidez, ampliando os impactos sobre a vegetação, a qualidade do ar e a saúde da população.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f5f5f5; padding: 15px 30px; border-radius: 3px; font-size: 11pt; max-width: 800px; margin: auto; color: #444444;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;BOLETIM METEOROLÓGICO DIÁRIO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Emitido de segunda a sexta-feira, o &lt;a href="https://cempa.ufg.br/p/boletins-meteorologicos" target="_blank" rel="noopener"&gt;boletim&lt;/a&gt; é organizado de modo a apresentar, logo no início, uma visão geral das condições previstas para a área de interesse, que abrange os 21 municípios da Região Metropolitana de Goiânia, destacando os principais aspectos do tempo ao longo do dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A primeira parte apresenta uma síntese descritiva da previsão, contemplando variáveis como nebulosidade, temperatura, umidade e possibilidade de chuva, além de um mapa ilustrativo que auxilia na visualização espacial das condições meteorológicas na região.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em seguida, o boletim aprofunda essas informações com um detalhamento para cada município, apresentando dados como temperaturas máximas e mínimas, umidade relativa do ar e links para acesso aos meteogramas (gráficos que mostram a evolução temporal das variáveis meteorológicas).&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;strong&gt;Envie sua sugestão de artigo para o Jornal UFG&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="/p/51985-diretrizes-para-publicacao-de-artigos-de-opiniao-e-colunas-no-jornal-ufg"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Acesse aqui as diretrizes para submissão.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os artigos publicados são de inteira responsabilidade de seus autores e não refletem, necessariamente, a opinião do Jornal UFG.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 24 Jul 2026 12:32:46 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/203013-bloqueio-atmosferico-mantem-tempo-quente-e-seco-na-grande-goiania</link>
      <guid>https://jornal.ufg.br/n/203013-bloqueio-atmosferico-mantem-tempo-quente-e-seco-na-grande-goiania</guid>
    </item>
    <item>
      <title>O mal-entendido que aproximou Goiás das estrelas</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Planetário UFG" title="Planetário UFG" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/_DSC7108.jpeg?1784903220" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;O pedido de um simples equipamento se transformou na implantação de um dos primeiros planetários do país&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 1000px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/_DSC7108.jpeg" alt="Planetário UFG" width="1000" height="670" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Projetor Zeiss Spacemaster foi destinado à UFG por engano e deu início a uma história bem-sucedida de popularização da ciência &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Divulgação/Planetário UFG&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Luiz Felipe Fernandes&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No fim da década de 1960, o professor José Ubiratan de Moura, docente de Cosmografia do curso de Geografia da Universidade Federal de Goiás (UFG), precisava apenas de um telúrio – um equipamento didático simples, usado para demonstrar os movimentos da Terra em torno do Sol em sala de aula. O pedido, enviado para o Ministério da Educação (MEC), parecia modesto, mas um mal-entendido burocrático transformou a solicitação em um curioso episódio da ciência brasileira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso porque os técnicos do MEC interpretaram equivocadamente o pedido de um telúrio como sendo o de um planetário completo. O equipamento fazia parte de um acordo firmado entre o governo brasileiro e a então Alemanha Oriental, que previa a troca de equipamentos científicos por café brasileiro. Resultado: em vez do pequeno aparelho solicitado, a UFG recebeu um moderno planetário Zeiss Spacemaster, acompanhado de um telescópio Zeiss Cassegrain de 150 milímetros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O inesperado presente colocou a Universidade diante de um novo desafio: onde instalar um equipamento de grande porte que ninguém esperava receber?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/planetario_historica1.jpeg" alt="Planetário UFG" width="700" height="472" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Com a chegada do projetor, o desafio foi construir o prédio para abrir o Planetário &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Divulgação/Planetário UFG&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Um novo "brinquedo" no parque&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em um &lt;a href="https://repositorio.bc.ufg.br/riserver/api/core/bitstreams/10dbcb72-ac41-495b-9ab8-4629cbf16887/content" target="_blank" rel="noopener"&gt;artigo publicado na Revista Planetaria&lt;/a&gt;, da Associação Brasileira de Planetários (ABP), o professor Paulo Sobreira conta que os representantes da UFG e da prefeitura de Goiânia imaginaram que o equipamento era "uma espécie de brinquedo". "Ato contínuo, optaram por instalá-lo no Parque Mutirama, um grande parque de diversões, daqueles com carrinho de bate-bate e tudo o mais, bem no centro da cidade".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi assim que, em 23 de outubro de 1970, o Planetário da UFG foi inaugurado no parque, tornando-se um dos pioneiros do Brasil. Durante décadas, o prédio sequer possuía número oficial na Avenida do Contorno. Correspondências destinadas ao Planetário frequentemente eram entregues na administração do parque, situação que só foi resolvida anos depois, quando a instituição passou a adotar o número 900 como endereço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/planetario_historica2.jpeg" alt="Planetário UFG" width="700" height="472" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Primeira cúpula do Planetário, em construção no Parque Mutirama &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Divulgação/Planetário UFG&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Problemas estruturais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No início, o funcionamento do Planetário da UFG foi breve. Menos de dois anos após a inauguração, a construção começou a apresentar infiltrações, falhas elétricas e problemas no sistema de ventilação da sala de projeção. Em agosto de 1972, um curto-circuito provocado pelas condições precárias do edifício danificou o projetor e obrigou a interrupção das atividades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na época, houve interesse de um grupo de militares em transferir os equipamentos para o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos. A UFG recusou a proposta e decidiu recuperar o projetor e construir uma nova sede, preservando o equipamento em Goiânia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Especialistas da Zeiss chegaram a afirmar que o projetor não tinha mais conserto e recomendaram sua substituição. A história mudou graças ao engenheiro Edgar Buhler, ex-funcionário da Carl Zeiss Jena e diretor do Centro Técnico de Manutenção de Aparelhos Científicos (Cetemac), em Porto Alegre. Convencido de que a recuperação era possível, ele desmontou o equipamento, levou-o para o Rio Grande do Sul e realizou o reparo ao lado de sua equipe.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enquanto isso, o governo de Goiás construiu um novo edifício para abrigar o Planetário, inspirado em projetos existentes em Porto Alegre, Santa Maria e Montevidéu. O equipamento retornou a Goiânia em 1975 e foi reinstalado na nova estrutura. A reinauguração ocorreu em 30 de março de 1977. Da primeira instalação, permanecem originais apenas a cúpula interna e as poltronas da sala de projeção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/d4d579384d983f8755fd6452f752f52f.png" alt="Planetário UFG" width="700" height="425" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Cúpula atual do Planetário Juan Bernardino Marques Brito &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Divulgação/Planetário UFG&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;De acaso histórico a referência em divulgação científica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao longo das décadas, o Planetário da UFG – renomeado em 2017 para Planetário Juan Bernardino Marques Barrio – consolidou-se como um dos principais espaços de popularização da astronomia em Goiás. Além das tradicionais sessões de projeção, passou a oferecer cursos, palestras, atividades para escolas, observações do céu e ações de extensão voltadas à comunidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste mês de julho, o Planetário está com uma programação especial: as sessões na cúpula estão disponíveis nos períodos matutino (9h30 e 11h) e vespertino (14h30 e 16h), de segunda a sexta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A venda dos ingressos tem início uma hora antes de cada sessão, com pagamento em dinheiro ou cartão, nos valores de R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia). Cada pessoa pode comprar até cinco ingressos, presencialmente na bilheteria local, e a capacidade máxima de lotação da sala é de 120 lugares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Planetário oferece meia-entrada para professores de todos os níveis de ensino, crianças de 3 a 6 anos e para todos os casos descritos na Lei nº 12.933, de 26 de dezembro de 2013: estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de 15 a 29 anos comprovadamente carentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É permitida a entrada de pessoas de todas as idades, mas é importante ressaltar que crianças muito pequenas podem se assustar com o som alto ou o ambiente escuro das apresentações. A sala de projeções é climatizada com temperatura em torno de 20 graus. Não é permitida a entrada de alimentos (apenas água).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Comentários e sugestões&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;a href="mailto:jornal@ufg.br" target="_blank" rel="noopener"&gt;jornalufg@ufg.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 24 Jul 2026 11:44:02 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/203012-o-mal-entendido-que-aproximou-goias-das-estrelas</link>
      <guid>https://jornal.ufg.br/n/203012-o-mal-entendido-que-aproximou-goias-das-estrelas</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Vacinar ou não? Entenda as dúvidas mais comuns</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Saúde sem Enrolação" title="Saúde sem Enrolação" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/saude_22-07-2026.png?1784748490" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Primeiro episódio do podcast recebe os médicos Cristiana Toscano (UFG) e Renato Kfouri (SBIm)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Da Redação&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=nkIwIZfaEA8&amp;amp;t=18s" target="_blank" rel="noopener"&gt;primeiro episódio&lt;/a&gt; do podcast Saúde sem Enrolação, a conversa é sobre um tema muito importante e também com muitas questões a serem esclarecidas: as vacinas. Desenvolvidas há mais de 100 anos e em constante inovação, as vacinas são muito usadas com grande impacto na população. Ainda assim, ainda há muitas dúvidas que precisam ser discutidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Participam do podcast Cristiana Toscano, médica infectologista e epidemiologista, professora da Universidade Federal de Goiás (UFG) e integrante do Comitê de Experts em Vacinas da Organização Mundial da Saúde, e Renato Kfouri, pediatra infectologista e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os episódios estão disponíveis no &lt;a href="https://www.youtube.com/@Ceti-Sa%C3%BAdeUFG" target="_blank" rel="noopener"&gt;YouTube&lt;/a&gt; e no &lt;a href="https://open.spotify.com/show/1oi7MD23HBsMrsutWhHJzd?utm_medium=share&amp;amp;utm_source=linktree" target="_blank" rel="noopener"&gt;Spotify&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="//www.youtube.com/embed/nkIwIZfaEA8?si=IM6GUe_6ND0SbZPD" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f5f5f5; padding: 15px 30px; border-radius: 3px; font-size: 11pt; max-width: 800px; margin: auto; color: #444444;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;SAÚDE SEM ENROLAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O podcast Saúde sem Enrolação é produzido pelo &lt;a href="https://cetisaude.ufg.br/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Centro de Excelência em Tecnologia e Inovação em Saúde&lt;/a&gt; (Ceti-Saúde) da Universidade Federal de Goiás (UFG), com apoio da Rádio UFG 88,5 FM. O objetivo é oferecer informação confiável, objetiva, direta e baseada em ciência para quem busca respostas e esclarecimentos para dúvidas comuns sobre diversos temas de saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao longo da temporada, o podcast abordará temas atuais e de relevância para a saúde pública e o bem-estar da população, incluindo vacinas e vacinação, saúde mental, prevenção de doenças respiratórias e dengue, impactos do uso do cigarro eletrônico, saúde sexual e prevenção do HPV, uso de medicamentos para emagrecimento, reposição hormonal, envelhecimento saudável e os desafios e limites da inteligência artificial na saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com lançamento a cada 15 dias, cada episódio reunirá dois especialistas – um com atuação em Goiás e outro atuando no Brasil ou internacionalmente –, ambos com expertise no tema abordado, contribuindo com experiências e perspectivas complementares.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;strong&gt;Envie sua sugestão de artigo para o Jornal UFG&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="/p/51985-diretrizes-para-publicacao-de-artigos-de-opiniao-e-colunas-no-jornal-ufg"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Acesse aqui as diretrizes para submissão.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os artigos publicados são de inteira responsabilidade de seus autores e não refletem, necessariamente, a opinião do Jornal UFG.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 22 Jul 2026 16:42:29 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/202977-vacinar-ou-nao-entenda-as-duvidas-mais-comuns</link>
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