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    <title>Jornal UFG </title>
    <description>UFG - Jornal Online</description>
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    <item>
      <title>Vape não é brincadeira: os riscos do cigarro eletrônico</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Saúde sem Enrolação" title="Saúde sem Enrolação" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/saude_21-08-2026.png?1787330450" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Podcast discute danos causados por substâncias químicas e riscos para o pulmão e o coração&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Da Redação&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A venda de cigarros eletrônicos é proibida no Brasil, mas, na prática, o vape circula de forma indiscriminada e tem atingido principalmente jovens e adolescentes. Com aparência moderna, sabores variados e sem o cheiro característico do cigarro comum, o dispositivo pode parecer inofensivo, mas esconde uma carga elevada de nicotina e um potencial de dependência rápida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste episódio, o Saúde sem Enrolação discute a epidemia do vape, os riscos para o pulmão e para o coração, os danos causados por substâncias químicas e metais pesados, a lesão pulmonar associada ao uso de cigarro eletrônico e a falsa ideia de que existe um uso recreativo seguro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os convidados são: Jaqueline Scholz, médica cardiologista e diretora do programa de tratamento ao tabagismo do Instituto do Coração (InCor) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP); e Marcelo Rabahi, médico pneumologista, diretor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG) e coordenador do núcleo de ensaios clínicos do Ceti-Saúde UFG.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os episódios estão disponíveis no&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="https://www.youtube.com/@Ceti-Sa%C3%BAdeUFG" target="_blank" rel="noopener"&gt;YouTube&lt;/a&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;e no&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="https://open.spotify.com/show/1oi7MD23HBsMrsutWhHJzd?utm_medium=share&amp;amp;utm_source=linktree" target="_blank" rel="noopener"&gt;Spotify&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="//www.youtube.com/embed/W214bhsm7C4" width="560" height="314" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f5f5f5; padding: 15px 30px; border-radius: 3px; font-size: 11pt; max-width: 800px; margin: auto; color: #444444;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;SAÚDE SEM ENROLAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O podcast Saúde sem Enrolação é produzido pelo &lt;a href="https://cetisaude.ufg.br/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Centro de Excelência em Tecnologia e Inovação em Saúde&lt;/a&gt; (Ceti-Saúde) da Universidade Federal de Goiás (UFG), com apoio da Rádio UFG 88,5 FM. O objetivo é oferecer informação confiável, objetiva, direta e baseada em ciência para quem busca respostas e esclarecimentos para dúvidas comuns sobre diversos temas de saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao longo da temporada, o podcast abordará temas atuais e de relevância para a saúde pública e o bem-estar da população, incluindo vacinas e vacinação, saúde mental, prevenção de doenças respiratórias e dengue, impactos do uso do cigarro eletrônico, saúde sexual e prevenção do HPV, uso de medicamentos para emagrecimento, reposição hormonal, envelhecimento saudável e os desafios e limites da inteligência artificial na saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com lançamento a cada 15 dias, cada episódio reunirá dois especialistas – um com atuação em Goiás e outro atuando no Brasil ou internacionalmente –, ambos com expertise no tema abordado, contribuindo com experiências e perspectivas complementares.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;strong&gt;Envie sua sugestão de artigo para o Jornal UFG&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="/p/51985-diretrizes-para-publicacao-de-artigos-de-opiniao-e-colunas-no-jornal-ufg"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Acesse aqui as diretrizes para submissão.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os artigos publicados são de inteira responsabilidade de seus autores e não refletem, necessariamente, a opinião do Jornal UFG.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 13:41:00 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/203761-vape-nao-e-brincadeira-os-riscos-do-cigarro-eletronico</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Áreas urbanizadas em Goiás: liderança regional e desafios do planejamento territorial</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Painel Econômico" title="Painel Econômico" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/painel_21-08-2026.png?1787328761" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Estado tem a maior área urbanizada do Centro-Oeste; Goiânia é a quinta do país&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Edson Roberto Vieira&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Antônio Marcos de Queiroz&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a quarta edição do estudo &lt;a href="https://www.ibge.gov.br/geociencias/informacoes-ambientais/cobertura-e-uso-da-terra/15789-areas-urbanizadas.html" target="_blank" rel="noopener"&gt;Áreas Urbanizadas do Brasil&lt;/a&gt;, com informações referentes a 2022. Esse estudo apresenta um panorama da extensão e da configuração espacial da ocupação urbana no território brasileiro, permitindo identificar onde se concentram as edificações, as vias de circulação, as residências, as atividades econômicas e outros elementos associados ao modo de vida urbano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O mapeamento foi elaborado principalmente por meio da interpretação visual de imagens de satélite, reunindo também informações de outras bases de dados do IBGE, como o Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos (CNEFE). Assim, a pesquisa analisa elementos como a presença e a proximidade entre edificações, a organização da rede viária, a circulação e a continuidade da ocupação do solo. A ideia é não apenas considerar os limites legais que definem os perímetros urbanos, mas, sobretudo, identificar a presença concreta do fenômeno urbano nas paisagens de estados e municípios brasileiros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O território identificado pelo levantamento foi classificado em quatro categorias: (i) Áreas Urbanizadas, que se referem aos espaços com ocupação predominantemente residencial, comercial, industrial ou de serviços; (ii) Loteamentos Vazios, que abrangem áreas parceladas e com vias identificáveis, mas ainda com poucas edificações ou sem construções; (iii) Outros Equipamentos Urbanos, que envolvem estruturas não residenciais próximas das manchas urbanizadas, como aeroportos, universidades, indústrias, presídios, shopping centers e estações de geração de energia; e (iv) Vazios Intraurbanos, que são espaços não edificados inseridos no tecido urbano, como parques, corpos d'água e remanescentes de vegetação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os dados mostram que o estado de Goiás se destacou em relação aos demais estados do Centro-Oeste na edição de 2022 da pesquisa, apresentando 2.080,2 km² de Áreas Urbanizadas e ficando à frente de Mato Grosso, com 1.256,7 km²; Mato Grosso do Sul, com 864,9 km²; e Distrito Federal, com 633,2 km².&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse resultado mostra que as áreas urbanizadas possuem ampla distribuição pelo território goiano. Além da concentração urbana formada por Goiânia e pelos municípios de seu entorno, Goiás possui outros importantes centros urbanos distribuídos por diferentes regiões do estado, como Anápolis, Rio Verde, Aparecida de Goiânia, Luziânia, Águas Lindas de Goiás, Catalão, Jataí e Itumbiara. Assim, a área urbanizada de Goiás não se concentra apenas na capital, mas também abrange municípios que desempenham funções regionais relevantes e concentram atividades residenciais, comerciais, industriais e de serviços.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muito embora o levantamento do IBGE não investigue diretamente os fatores econômicos ou demográficos responsáveis pelo aumento do processo de urbanização, certamente a posição geográfica do estado e a formação de centros vinculados ao comércio, aos serviços, à indústria, à logística e ao agronegócio contribuíram para a ampliação das estruturas urbanas. O crescimento dessas atividades estimula a instalação de moradias, empresas, armazéns, unidades industriais, vias e equipamentos urbanos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A posição apresentada por Goiânia na pesquisa do IBGE também chamou a atenção. A capital de Goiás ficou na quinta posição entre os municípios mais urbanizados do país, atrás apenas de São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Curitiba. Ocorre que Goiânia exerce importante função administrativa, econômica e de prestação de serviços, além de integrar uma aglomeração urbana que ultrapassa seus limites municipais. De acordo com a legislação estadual vigente, a Região Metropolitana de Goiânia é composta por 21 municípios. As informações do IBGE indicam que essa região possui mais de 2,6 milhões de habitantes, evidenciando a importância da capital na dinâmica metropolitana do estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aliás, o crescimento populacional também ajuda a entender a extensão das áreas urbanizadas identificadas em Goiás. Entre 2010 e 2022, a população goiana passou de 6 milhões para 7,1 milhões de habitantes, representando crescimento acumulado de 17,53% e taxa média de 1,36% ao ano. No mesmo período, a população brasileira aumentou 6,46%, com média de 0,52% ao ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No caso de Goiânia, entre 2010 e 2022, sua população passou de 1.302.001 para 1.437.366 habitantes, apresentando crescimento acumulado de 10,4% e taxa média de 0,83% ao ano. No mesmo período, a proporção de moradores que residiam em apartamentos aumentou de aproximadamente 15% para 24,33%, enquanto 69,99% viviam em casas em 2022. Esses dados mostram que o crescimento populacional foi acompanhado por uma mudança no padrão habitacional da capital, com aumento da participação dos apartamentos entre os tipos de moradia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vale ressaltar que esse processo impõe desafios crescentes aos grandes centros urbanos do país, como é o caso de Goiânia. O avanço das cidades sobre áreas rurais ou naturais aumenta as distâncias entre moradia, trabalho e serviços, exigindo a ampliação das redes de transporte, água, esgoto, energia, escolas, unidades de saúde e manejo de resíduos. Essa expansão pode elevar os custos da infraestrutura urbana e aumentar o risco de déficits de atendimento e de aprofundamento das desigualdades territoriais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em muitos desses centros urbanos, a oferta de moradias adequadas e economicamente acessíveis é insuficiente, o que pode favorecer o surgimento de assentamentos informais e loteamentos irregulares, bem como ampliar a segregação residencial e dificultar o acesso equitativo às oportunidades urbanas. Em algumas localidades, verifica-se a ocupação de encostas, margens de rios e outras áreas vulneráveis, elevando a exposição da população a inundações, deslizamentos e ondas de calor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É importante ressaltar que a superação desses desafios não é função apenas dos governos dos municípios com grandes áreas urbanizadas. Isso porque, por vezes, a área efetivamente urbanizada ultrapassa os limites de um único município, de modo que habitação, mobilidade, saneamento e meio ambiente passam a exigir coordenação entre diferentes prefeituras e o governo estadual, uma vez que as decisões tomadas em um município produzem efeitos nos demais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essas questões ilustram bem a importância do estudo Áreas Urbanizadas do Brasil, realizado periodicamente pelo IBGE. Suas informações podem subsidiar a formulação de políticas de planejamento territorial mais eficientes, orientar o aprimoramento das ações de mobilidade urbana, permitir o acompanhamento das mudanças ambientais e contribuir para o direcionamento dos gastos públicos em infraestrutura e na oferta territorial de serviços de educação e saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Boletim de Conjuntura Econômica de Goiás, n. 193, junho de 2026.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Edson Roberto Vieira e Antônio Marcos de Queiroz&lt;/strong&gt; são professores da Faculdade de Administração, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas (FACE) da UFG.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;strong&gt;Envie sua sugestão de artigo para o Jornal UFG&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="/p/51985-diretrizes-para-publicacao-de-artigos-de-opiniao-e-colunas-no-jornal-ufg"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Acesse aqui as diretrizes para submissão.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os artigos publicados são de inteira responsabilidade de seus autores e não refletem, necessariamente, a opinião do Jornal UFG.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 13:12:54 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/203760-areas-urbanizadas-em-goias-lideranca-regional-e-desafios-do-planejamento-territorial</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Laboratório cria equipamentos de baixo custo a partir de materiais reciclados</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Lab.EITA" title="Lab.EITA" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/_UFG3784.jpg?1787244517" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Lab.EITA, da UFG, produz cadeiras de rodas, próteses e brinquedos que melhoram o bem-estar de pacientes&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 1000px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/_UFG3784.jpg" alt="Lab.EITA" width="1000" height="666" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Pedro Henrique Gonçalves, coordenador do Lab.EITA, mostra suporte postural produzido no laboratório &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Carlos Siqueira/Secom UFG&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Kharen Stecca&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na Universidade Federal de Goiás (UFG), um laboratório se destaca com uma nobre missão: dar autonomia em forma de objetos para pessoas que nem sempre encontram opções no mercado para suas necessidades, ou que as encontram com preços inacessíveis. Por meio de madeira MDF, tampinhas de garrafa pet e até banners descartados surgem projetos que permitem a crianças e adultos caminhar, se alimentar e aprender. Juntando design, engenharia e o cuidado da fisioterapia, o &lt;a href="https://www.instagram.com/lab.eita/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Laboratório de Estudos Inventivos em Tecnologias Assistivas&lt;/a&gt; (Lab.EITA) transforma esses e outros materiais, por meio da impressão 3D, em objetos que dão a pessoas com algum tipo de deficiência a oportunidade de viver melhor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao entrar no laboratório, somos convidados a conhecer uma série de produtos que variam de colheres adaptadas a modelos de coração feitos em 3D e que auxiliaram médicos a realizar uma cirurgia. São próteses para mãos, pés e cabeça, cadeiras de rodas e cadeiras adaptadas, suportes posturais (parapódios) para crianças com dificuldades de locomoção, de manter a posição em pé ou de sustentar o tronco. A infinidade de projetos e histórias encanta as pessoas que podem conhecer a iniciativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem coordena o laboratório é o professor Pedro Henrique Gonçalves, da Faculdade de Artes Visuais (FAV) da UFG. O laboratório trabalha em contato direto com a sociedade, atendendo demandas reais de famílias e instituições de saúde. O diferencial para outros laboratórios no Brasil reside na abordagem integral: o processo começa com uma avaliação física minuciosa, realizada por fisioterapeutas da equipe, para garantir que o dispositivo seja clinicamente adequado para o usuário. Além disso, o centro realiza um acompanhamento pós-entrega: três meses após o recebimento, a equipe entra em contato para avaliar o uso do material e realizar ajustes, um modelo de monitoramento que o destaca de outras iniciativas no país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A equipe do projeto é multidisciplinar e conta com 15 bolsistas das áreas de design, fisioterapia, arquitetura e engenharia da computação. A intenção é que os projetos desenvolvidos no laboratório possam ser repetidos por outros profissionais. Para isso, a ideia é que os projetos sejam disponibilizados de forma on-line e gratuita para que qualquer pessoa baixe os arquivos e produza ferramentas de autonomia de acordo com o que necessita. Esta etapa ainda é parte do planejamento do laboratório, dependendo de recursos humanos para sua implementação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/_UFG3794.jpg" alt="Lab.EITA" width="700" height="466" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Portfólio inclui objetos adaptados para as mais diversas necessidades &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Carlos Siqueira/Secom UFG&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marca registrada&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A criatividade no uso de materiais é uma marca registrada do laboratório. O projeto utiliza uma prensa — financiada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) — para transformar tampinhas de plástico (polipropileno) trituradas em placas coloridas e ultrarresistentes, que servem de base para cadeiras e outros equipamentos. Estima-se que cerca de 240 mil tampinhas já tenham sido retiradas do meio ambiente para esse fim, segundo Pedro Henrique. Até mesmo os banners descartados pela UFG ganham vida nova, sendo utilizados como reforço estrutural em cintas de fixação para garantir a segurança dos usuários.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O sucesso do projeto criado em 2024 gerou uma demanda que hoje ultrapassa a capacidade de produção. Atualmente, há uma lista de espera de mais de 200 pessoas, formada apenas pelo "boca a boca" de famílias atendidas, embora a capacidade de produção seja bem abaixo da demanda. De acordo com o professor, o projeto consegue entregar quatro parapódios por mês, por exemplo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essas cadeiras adaptadas também têm uma restrição. Elas são feitas em MDF, pois a máquina para prensar as tampinhas e produzir um material muito mais resistente não consegue fazer pranchas tão grandes. Um novo equipamento teria um custo de aproximadamente R$ 80 mil. O professor explica que esse deve ser um dos equipamentos buscados futuramente para o laboratório. Essa limitação de tamanho também acaba restringindo a produção para cadeiras apenas para crianças.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até o momento, o laboratório já entregou 280 produtos e desenvolveu 52 projetos diferentes. Foram entregues 34 cadeiras de rodas e há dez pessoas na fila de espera. Para o parapódio, maior demanda do laboratório, existe hoje uma lista de espera de 70 pessoas, o que os ocuparia pelos próximos dois anos. Em breve, o laboratório será transferido para o Hospital das Clínicas da UFG e isso deve mudar o atendimento de demandas com o recebimento de pessoas atendidas no hospital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para aumentar a capacidade de atendimento, o professor conta que há um projeto sendo firmado com o sistema penitenciário. A proposta central é que a equipe do laboratório ensine aos reeducandos, no próprio presídio, como produzir as tecnologias assistivas. Isso envolve trabalhos manuais diversos, como costura e montagem, aproveitando a estrutura de trabalho já existente nas unidades prisionais. "O projeto atua em duas frentes: promove a ressocialização dos detentos por meio do trabalho e da nova capacitação, ao mesmo tempo em que aumenta a capacidade de produção do laboratório para realizar as entregas à comunidade", afirma Pedro Henrique. O projeto é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) e deve iniciar no segundo semestre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Histórias de aquecer o coração&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure style="margin: 5px 0 5px 15px; float: right; width: 45%; max-width: 300px; text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 100%; height: auto; border-radius: 5px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/WhatsApp_Image_2026-08-07_at_09.56.42.jpeg" alt="Lab.EITA" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 5px 0 10px 0; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Cadeiras de roda já foram enviadas até para a África &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Divulgação/Lab.EITA&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;O impacto do laboratório já ultrapassou as fronteiras brasileiras, alcançando o continente africano por meio de uma parceria que nasceu em um congresso científico em São Paulo. "Após o contato de uma fisioterapeuta, a equipe produziu e enviou quatro cadeiras de rodas personalizadas para a África", conta o professor. Demonstrando o lado lúdico e humanizado do projeto, cada peça recebeu uma identidade especial: enquanto no Brasil muitas crianças escolhem os super-heróis para enfeitá-las, as cadeiras enviadas para o exterior foram tematizadas com animais como girafa, leão, tigre e elefante, transformando o equipamento de mobilidade em um objeto de alegria para as crianças atendidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O laboratório também já enviou cadeiras adaptadas para pacientes de estados como São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Bahia. Ele também recebe cadeiras comerciais para conserto e redistribuição para outras pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro destaque tecnológico do centro é a produção de capacetes cranianos, utilizados para a correção de assimetrias em bebês. "No mercado tradicional, esse equipamento é extremamente caro, chegando a custar cerca de R$ 10 mil, um valor proibitivo para muitas famílias", ressalta. Além do custo reduzido, o diferencial do laboratório, segundo o professor, está no acompanhamento do crescimento da criança: como o dispositivo é usado por um período curto e o bebê cresce rápido, a equipe realiza ajustes constantes, retirando pontos de pressão interna do capacete e, se necessário, produzindo um novo modelo para garantir a eficácia do tratamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre os projetos desenvolvidos, destacam-se um andador que custaria R$ 20 mil no mercado e é produzido com impressão 3D e tubos de antena de TV, e o parapódio, estrutura para manter a criança com dificuldades motoras em pé — um dos itens mais procurados. Além disso, há próteses e órteses de mão, orelha e nariz sob medida, adaptadores para pessoas com dificuldades motoras, impressão de modelos de órgãos, como corações com malformações extraídos de tomografias para estudo dos cirurgiões, e até brinquedos sensoriais, suportes e tudo o que for necessário para o bem-estar de pacientes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/_UFG3895.jpg" alt="Lab.EITA" width="700" height="466" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Crianças podem escolher o super-herói estampado na cadeira de rodas &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Carlos Siqueira/Secom UFG&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Capta&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro projeto realizado pelo grupo foi uma prótese de mão em 2024, confeccionada sob medida para um rapaz. O trabalho começou a ganhar corpo por meio do contato com o HC-UFG, inicialmente para o desenvolvimento de próteses faciais. Outro ponto de partida fundamental foi o Centro Estadual de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer). Antes mesmo de existir uma parceria oficial, a equipe ia até a unidade de saúde para tentar ajudar pessoas que necessitavam de tecnologias assistivas após indicações internas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atualmente, o laboratório está em uma fase de transição para se tornar um Centro de Acesso à Pesquisa e Tecnologia Assistiva (Capta), uma implementação financiada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para facilitar o acesso da população a essas tecnologias. Este será um dos primeiros centros desse tipo no Brasil, consolidando a UFG como referência nacional. O projeto conta ainda com financiamento da Fapeg e do CNPq.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Comentários e sugestões&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;a href="mailto:jornal@ufg.br" target="_blank" rel="noopener"&gt;jornalufg@ufg.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 20 Aug 2026 14:02:36 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/203729-laboratorio-cria-equipamentos-de-baixo-custo-a-partir-de-materiais-reciclados</link>
      <guid>https://jornal.ufg.br/n/203729-laboratorio-cria-equipamentos-de-baixo-custo-a-partir-de-materiais-reciclados</guid>
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    <item>
      <title>Por que a transição energética continuará exigindo minerais por décadas</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="João Stacciarini" title="João Stacciarini" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/joao_stacciarini.png?1753712094" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Sol e vento são renováveis, mas painéis, turbinas, baterias e redes são estruturas materiais que se desgastam&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 1000px; margin: 0px auto; text-align: left;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/file-20260729-57-cdae45.png" alt="Parque solar" width="1000" height="333" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Vista de satélite do Parque Solar de Bhadla, na Índia &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Google Earth&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;João Stacciarini&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ricardo Assis Gonçalves&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No deserto de Thar, no estado do Rajastão, na Índia, o Parque Solar de Bhadla ocupa cerca de 56 quilômetros quadrados — área equivalente a quase 8 mil campos de futebol. Com 2.245 megawatts de capacidade instalada, está entre os maiores complexos solares do mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vistos do espaço, seus cerca de dez milhões de painéis parecem transformar diretamente a luz do sol em eletricidade. Antes de chegarem ao deserto, porém, precisaram ser fabricados com alumínio, silício, cobre, prata e outros materiais extraídos e processados em diferentes partes do mundo. O empreendimento também exigiu estruturas de sustentação, inversores, cabos, subestações e conexões com a rede elétrica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A dimensão de Bhadla revela uma parte pouco visível da transição energética. Ao fim de 2025, a capacidade solar instalada no mundo aproximava-se de 2,4 mil gigawatts. Como ilustração, se toda essa capacidade fosse representada por módulos de 400 watts, corresponderia a quase 6 bilhões de painéis. A capacidade eólica mundial alcançou aproximadamente 1,3 mil gigawatts.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Reduzir o uso de petróleo, carvão e gás natural significa, portanto, construir uma nova camada de infraestrutura formada por bilhões de módulos, turbinas, baterias, veículos e milhares de quilômetros de redes elétricas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E essa infraestrutura não será construída apenas uma vez. Seus componentes perdem desempenho, sofrem desgaste e precisam ser reparados, modernizados ou substituídos. Sem avanços em durabilidade, reaproveitamento e reciclagem, a transição continuará exigindo novas rodadas de extração mineral durante décadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Trocar combustíveis por infraestrutura&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A transição energética é indispensável para limitar o aquecimento global. Isso não significa, porém, que descarbonizar seja o mesmo que desmaterializar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os combustíveis fósseis ainda respondem por aproximadamente 80% da oferta total de energia mundial, incluindo eletricidade, transportes, aquecimento e indústria. Enquanto a demanda por energia cresce, parte da capacidade renovável adicionada atende ao novo consumo, sem retirar de operação, na mesma velocidade, as infraestruturas fósseis existentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cada novo gigawatt solar ou eólico exige painéis ou turbinas, mas também fundações, inversores, transformadores, cabos, subestações e linhas de transmissão. A eletricidade vem do sol e do vento; os equipamentos capazes de captá-la começam nas minas e nas indústrias de transformação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Baixo carbono não significa baixo uso de materiais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A luz solar e o vento são fluxos renováveis. Para aproveitá-los em grande escala, entretanto, é necessário instalar numerosos equipamentos e conectá-los a sistemas elétricos extensos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na cesta de minerais analisada pela Agência Internacional de Energia, que não inclui aço nem alumínio, uma usina eólica terrestre pode utilizar cerca de nove vezes mais recursos minerais críticos por unidade de capacidade do que uma usina a gás natural. Na geração eólica marítima, a diferença pode chegar a 13 vezes, em razão das grandes fundações e da extensa malha de cabos submarinos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso não significa que gerar eletricidade com o vento seja climaticamente equivalente à queima de gás. A comparação mede os materiais empregados na construção, não as emissões ao longo de todo o ciclo de vida. Turbinas e painéis não queimam combustível durante a operação e podem evitar grandes quantidades de emissões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma tecnologia pode, portanto, emitir pouco carbono e, ao mesmo tempo, exigir grandes volumes de materiais para ser instalada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O cobre está presente em painéis, turbinas, veículos elétricos e redes. Lítio, níquel, cobalto, manganês e grafite são usados em baterias. Elementos de terras raras aparecem em ímãs, geradores e motores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muitos desses minerais são considerados críticos porque possuem elevada importância econômica e tecnológica, enquanto sua extração e oferta pode ser vulnerável à concentração geográfica da extração e do processamento, a conflitos políticos, sociais e ambientais ou ao longo tempo necessário para desenvolver novas minas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Projeções indicam que, nas próximas décadas, a demanda por muitos minerais, como lítio, níquel, cobalto, cobre e terras raras, poderá multiplicar-se expressivamente, dependendo do ritmo e das tecnologias adotadas na transição energética.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Expansão e substituição ao mesmo tempo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O cálculo material da transição não pode considerar apenas a instalação inicial. Também precisa observar quanto tempo os equipamentos funcionam e o que acontece ao fim de sua vida útil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Painéis solares operam, em média, por 25 a 35 anos, enquanto turbinas eólicas podem durar cerca de 30 anos. Nem todos os componentes, porém, são substituídos ao mesmo tempo: fundações e torres podem permanecer por mais tempo, enquanto pás, inversores e geradores exigem reparos ou trocas antecipadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Parte da infraestrutura construída na atual expansão renovável precisará ser modernizada ou substituída até 2050. Nesse período, será necessário fabricar equipamentos tanto para ampliar o sistema quanto para renovar componentes antigos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A reciclagem pode reduzir a extração primária, mas ainda enfrenta obstáculos técnicos, econômicos e regulatórios. Painéis solares exigem separação de materiais; pás eólicas utilizam compostos de difícil reaproveitamento; e baterias dependem de sistemas especializados de coleta, desmontagem e tratamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sem infraestrutura adequada, ou quando o reaproveitamento custa mais do que novas matérias-primas, componentes descartados podem tornar-se passivos ambientais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo com mais reciclagem, a expansão do sistema continuará exigindo materiais novos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O carro muda de combustível, mas ganha peso mineral&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na comparação da Agência Internacional de Energia, um carro elétrico típico pode utilizar cerca de seis vezes mais insumos minerais críticos do que um automóvel convencional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa diferença concentra-se sobretudo na bateria, mas também envolve motores, cabos e sistemas eletrônicos. A análise não inclui aço nem alumínio, e os resultados variam conforme o tamanho do veículo e a composição da bateria, que pode pesar centenas de quilos e precisa ser substituída ao fim de sua vida útil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2025, mais de 20 milhões de carros elétricos foram vendidos no mundo, o equivalente a aproximadamente um em cada quatro automóveis novos comercializados naquele ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O carro elétrico elimina a queima direta de gasolina ou diesel durante o uso, e seu benefício climático cresce à medida que a eletricidade utilizada também é descarbonizada. Esse benefício, entretanto, não dispensa a avaliação da origem dos materiais, das condições de fabricação e do destino das baterias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A "nuvem" também ocupa território&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A digitalização e a expansão da inteligência artificial aumentam a demanda por eletricidade, infraestrutura e matérias-primas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar do nome, a operação em "nuvem" não é imaterial. Ela depende de centros de dados, servidores, sistemas de refrigeração, redes elétricas e novas instalações de geração. A construção desses sistemas exige diversos minerais e metais, muitos deles refinados em elevados níveis de pureza para atender às propriedades eletrônicas, magnéticas, mecânicas e ópticas dos equipamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estima-se que a fabricação de dispositivos eletrônicos complexos possa consumir entre 50 e 350 vezes o peso final do produto em matérias-primas. Além disso, muitos componentes dos centros de dados são substituídos em intervalos relativamente curtos, geralmente entre dois e cinco anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para abastecer essas estruturas, grandes empresas de tecnologia vêm contratando ou financiando novos projetos de geração. Uma delas informa ter assinado, entre 2010 e 2025, mais de 240 acordos para a compra de quase 35 gigawatts de energia limpa. Se toda essa capacidade fosse solar e utilizasse módulos de 400 watts, equivaleria a cerca de 90 milhões de painéis, embora os acordos envolvam diferentes fontes e tecnologias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Medir mais do que gigawatts&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma política energética responsável precisa considerar todo o ciclo das tecnologias: a origem dos materiais, a vida útil dos equipamentos, as possibilidades de reparo e a recuperação de seus componentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso exige produtos mais duráveis e recicláveis, além de fiscalização ambiental, proteção aos trabalhadores e participação das comunidades atingidas pela mineração e pela implantação das infraestruturas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O sol e o vento são renováveis, mas painéis, turbinas, baterias e redes são estruturas materiais que se desgastam. Reconhecer essa diferença não enfraquece a transição energética: permite torná-la mais eficiente, duradoura, socialmente justa e territorialmente responsável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;João Stacciarini&lt;/strong&gt; é professor e pesquisador do Instituto Federal Goiano (IF Goiano) e doutor em Geografia pela Universidade Federal de Goiás (UFG).&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ricardo Assis Gonçalves&lt;/strong&gt; é professor da Universidade Estadual de Goiás (UEG) e doutor em Geografia pela Universidade Federal de Goiás (UFG).&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Este artigo foi originalmente &lt;a href="https://theconversation.com/por-que-a-transicao-energetica-continuara-exigindo-minerais-por-decadas-288652" target="_blank" rel="noopener"&gt;publicado&lt;/a&gt; em The Conversation.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="border: none !important; box-shadow: none !important; margin: 0 !important; max-height: 1px !important; max-width: 1px !important; min-height: 1px !important; min-width: 1px !important; opacity: 0 !important; outline: none !important; padding: 0 !important;" src="https://counter.theconversation.com/content/288652/count.gif?distributor=republish-lightbox-advanced" alt="The Conversation" width="1" height="1" /&gt;&lt;img style="border: none !important; box-shadow: none !important; margin: 0 !important; max-height: 1px !important; max-width: 1px !important; min-height: 1px !important; min-width: 1px !important; opacity: 0 !important; outline: none !important; padding: 0 !important;" src="https://counter.theconversation.com/content/288652/count.gif?distributor=republish-lightbox-advanced" alt="The Conversation" width="1" height="1" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;strong&gt;Envie sua sugestão de artigo para o Jornal UFG&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="/p/51985-diretrizes-para-publicacao-de-artigos-de-opiniao-e-colunas-no-jornal-ufg"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Acesse aqui as diretrizes para submissão.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os artigos publicados são de inteira responsabilidade de seus autores e não refletem, necessariamente, a opinião do Jornal UFG.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 19 Aug 2026 13:27:39 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/203688-por-que-a-transicao-energetica-continuara-exigindo-minerais-por-decadas</link>
      <guid>https://jornal.ufg.br/n/203688-por-que-a-transicao-energetica-continuara-exigindo-minerais-por-decadas</guid>
    </item>
    <item>
      <title>CEMPA-Cerrado lança três novas ferramentas de monitoramento ambiental para Goiás</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Plataforma CEMPA" title="Plataforma CEMPA" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/capa_plataforma_cempa.png?1775580508" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Produtos têm como foco acompanhamento da qualidade do ar e focos de queimadas&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;div class="body"&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Da Redação&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Centro de Excelência em Estudos, Monitoramento e Previsões Ambientais do Cerrado (CEMPA-Cerrado) lança, na próxima quinta-feira (20/8), a partir das 15h, três novos produtos voltados ao monitoramento ambiental de Goiás: a Plataforma de Previsão de Qualidade do Ar customizada para o estado, os Boletins Semanais de Qualidade do Ar e uma nova versão da ferramenta on-line de monitoramento de focos de fogo ativo. O evento de lançamento será híbrido, com sessão presencial no auditório da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI) da Universidade Federal de Goiás (UFG), no Parque Tecnológico Samambaia, e transmissão simultânea pelo &lt;a href="https://www.instagram.com/cempa_cerrado/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram do CEMPA&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O lançamento contará com a participação da vice-reitora da UFG, Camila Caixeta; do presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg), Marcos Arriel; do secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), José Frederico Lyra Netto; e de João Maria de Sousa Afonso, diretor do Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica de Angola (Inamet), em uma demonstração do alcance internacional do trabalho desenvolvido no Cerrado goiano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os três produtos respondem a uma mesma pressão crescente sobre o bioma: o avanço das mudanças climáticas combinado aos efeitos do El Niño, fenômeno que historicamente intensifica a estiagem, eleva as temperaturas e amplia a incidência de queimadas no Centro-Oeste brasileiro. Para Goiás – e particularmente para a Região Metropolitana de Goiânia (RMG), onde a fumaça de incêndios se soma à poluição urbana –, a combinação tem se traduzido em episódios cada vez mais frequentes de comprometimento da qualidade do ar, com impacto direto sobre a saúde respiratória e cardiovascular da população.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É nesse cenário que o CEMPA-Cerrado amplia sua atuação, historicamente concentrada em modelagens atmosféricas que derivam em previsões numéricas de tempo e clima de média e longa duração, para consolidar uma nova frente de monitoramento e previsão da qualidade do ar – eixo que passa a integrar, de forma permanente, o conjunto de serviços do Centro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Qualidade do ar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A nova plataforma de previsão da qualidade do ar para Goiás utiliza o modelo atmosférico JULES-BRAMS, já utilizado para as previsões meteorológicas, acionando também sua componente de química atmosférica. O CEMPA-Cerrado desenvolveu um sistema operacional que agora permite atualizar e disponibilizar todos os dias os mapas das previsões de qualidade do ar que, além de tudo, ficarão disponíveis no site do CEMPA-Cerrado. Essas previsões a partir do modelo são a base dos boletins que passam a ser oferecidos semanalmente em parceria com a Secti.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O desenvolvimento do sistema operacional foi possível graças ao investimento em capacidade computacional no Laboratório de Computação Avançada do Brasil Central (Lamcad), também pertencente à UFG.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os novos Boletins Semanais de Qualidade do Ar passam a integrar, de forma complementar, os já consolidados Boletins Meteorológicos do CEMPA-Cerrado. O produto é fruto direto do convênio de cooperação entre o CEMPA-Cerrado e a Secti, que desde 2023 sustenta a estrutura de governança tripartite do Centro – ao lado da UFG e do Inpe – e que, mais recentemente, ampliou o apoio financeiro à aceleração de produtos de qualidade do ar, sobretudo para os períodos críticos de queimadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Boletim oferece previsão semanal, com informações detalhadas da qualidade do ar para a RMG, incluindo possíveis eventos de má qualidade do ar e previsões para as concentrações dos principais poluentes, especialmente material particulado, ozônio, monóxido de carbono e outros gases que podem afetar a saúde da população quando presentes em alta concentração.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O boletim vai levar para a população da RMG informações regulares e tecnicamente qualificadas sobre os níveis de poluição atmosférica, permitindo que órgãos de saúde, gestores públicos e cidadãos antecipem respostas a episódios de piora na qualidade do ar, especialmente relevante nos meses de maior incidência de queimadas no Cerrado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Monitoramento de focos de fogo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Completa o pacote de lançamentos a nova versão da ferramenta on-line de monitoramento de focos de fogo ativo, que reprocessa dados de satélite da Nasa e do Inpe para acompanhar em tempo real as estatísticas relacionadas à ocorrência de incêndios no bioma Cerrado. Em um ano de El Niño – quando a estiagem prolongada eleva significativamente o risco de queimadas –, a atualização da ferramenta reforça a capacidade de órgãos ambientais, brigadas e gestores públicos de identificar e responder rapidamente a focos de incêndio, com potencial de reduzir danos ambientais e à saúde pública.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa nova versão permite analisar os dados de fogo por município e também o registro histórico de queimadas para períodos mais longos, além de ter uma interface mais intuitiva e maior diversidade de informações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Comentários e sugestões&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;a href="mailto:jornal@ufg.br" target="_blank" rel="noopener"&gt;jornalufg@ufg.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 18 Aug 2026 10:51:50 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/203650-cempa-cerrado-lanca-tres-novas-ferramentas-de-monitoramento-ambiental-para-goias</link>
      <guid>https://jornal.ufg.br/n/203650-cempa-cerrado-lanca-tres-novas-ferramentas-de-monitoramento-ambiental-para-goias</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Saúde na era da inteligência artificial</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Saúde sem Enrolação" title="Saúde sem Enrolação" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/saude_14-08-2026.png?1786988827" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Quarto episódio do podcast aborda os riscos e benefícios da IA na saúde&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Da Redação&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A inteligência artificial já faz parte da rotina de muita gente, inclusive na hora de tirar dúvidas sobre saúde, interpretar exames e buscar explicações para sintomas. Mas até que ponto ferramentas como o ChatGPT podem ajudar? E quando esse uso se torna perigoso?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste episódio, o podcast Saúde sem Enrolação discute os limites, os riscos e as possibilidades da IA na saúde, explicando por que esses sistemas podem parecer tão convincentes mesmo quando erram, o que são as chamadas alucinações e como a tecnologia já tem sido usada para apoiar médicos em diagnósticos, triagens e decisões clínicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os convidados são Helder Nakaya, pesquisador sênior do Hospital Israelita Albert Einstein e professor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), e Arlindo Galvão, doutor em Ciência da Computação e diretor do Centro de Excelência em Inteligência Artificial da Universidade Federal de Goiás (Ceia/UFG).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os episódios estão disponíveis no&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="https://www.youtube.com/@Ceti-Sa%C3%BAdeUFG" target="_blank" rel="noopener"&gt;YouTube&lt;/a&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;e no&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="https://open.spotify.com/show/1oi7MD23HBsMrsutWhHJzd?utm_medium=share&amp;amp;utm_source=linktree" target="_blank" rel="noopener"&gt;Spotify&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="//www.youtube.com/embed/mOy6DHF7s8g" width="560" height="314" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f5f5f5; padding: 15px 30px; border-radius: 3px; font-size: 11pt; max-width: 800px; margin: auto; color: #444444;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;SAÚDE SEM ENROLAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O podcast Saúde sem Enrolação é produzido pelo &lt;a href="https://cetisaude.ufg.br/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Centro de Excelência em Tecnologia e Inovação em Saúde&lt;/a&gt; (Ceti-Saúde) da Universidade Federal de Goiás (UFG), com apoio da Rádio UFG 88,5 FM. O objetivo é oferecer informação confiável, objetiva, direta e baseada em ciência para quem busca respostas e esclarecimentos para dúvidas comuns sobre diversos temas de saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao longo da temporada, o podcast abordará temas atuais e de relevância para a saúde pública e o bem-estar da população, incluindo vacinas e vacinação, saúde mental, prevenção de doenças respiratórias e dengue, impactos do uso do cigarro eletrônico, saúde sexual e prevenção do HPV, uso de medicamentos para emagrecimento, reposição hormonal, envelhecimento saudável e os desafios e limites da inteligência artificial na saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com lançamento a cada 15 dias, cada episódio reunirá dois especialistas – um com atuação em Goiás e outro atuando no Brasil ou internacionalmente –, ambos com expertise no tema abordado, contribuindo com experiências e perspectivas complementares.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;strong&gt;Envie sua sugestão de artigo para o Jornal UFG&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="/p/51985-diretrizes-para-publicacao-de-artigos-de-opiniao-e-colunas-no-jornal-ufg"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Acesse aqui as diretrizes para submissão.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os artigos publicados são de inteira responsabilidade de seus autores e não refletem, necessariamente, a opinião do Jornal UFG.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 14 Aug 2026 09:28:08 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/203566-saude-na-era-da-inteligencia-artificial</link>
      <guid>https://jornal.ufg.br/n/203566-saude-na-era-da-inteligencia-artificial</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Curso fortalece políticas de imunização no Brasil</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Advac 2026" title="Advac 2026" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/segunda-_turma_do_advac_2026.png?1786543127" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Segunda edição do AdVAC ocorreu em Pirenópolis e teve a parceria da UFG&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 1000px; margin: 0px auto; text-align: left;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/segunda-_turma_do_advac_2026.png" alt="Advac 2026" width="1000" height="667" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Aproximadamente 100 profissionais participaram do evento &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Marina Sousa/Iptsp/UFG&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Marina Sousa&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cidade de Pirenópolis recebeu, entre 9 e 15 de agosto, a segunda edição do AdVAC Brasil – Curso Avançado de Vacinologia, que reuniu aproximadamente 100 profissionais entre participantes, professores e palestrantes convidados, para formação e intercâmbio científico. Realizado pelo Centro de Excelência em Tecnologia e Inovação em Saúde (Ceti-Saúde) da Universidade Federal de Goiás (UFG), o curso conta com a participação de especialistas de instituições nacionais e internacionais e tem como objetivo ampliar a formação de profissionais e fortalecer as políticas de imunização no Brasil. Com a palestra de abertura "AdVAC Global – 25 anos e o futuro", a segunda edição reforçou a proposta de consolidar o curso como uma iniciativa permanente de formação avançada em vacinologia no país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Na abertura, a professora Cristiana Toscano, diretora do Ceti-Saúde e coordenadora do AdVAC Brasil, destacou que a iniciativa é resultado de uma ampla articulação entre profissionais e instituições nacionais e internacionais. "A ideia é que possamos sair daqui com um grupo forte de líderes na área de vacinologia, formado por profissionais que atuam em diferentes setores e que possuem diferentes perspectivas, mas que compartilham um objetivo comum: trabalhar em prol da imunização e contribuir para o fortalecimento da imunização no Brasil".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações (DPNI), Eder Gatti Fernandes, incentivou os participantes a aproveitarem o curso para ampliar suas redes de colaboração. "Aproveitem o curso para fazer networking, trocar experiências e estabelecer contatos com os colegas". Ele reforçou também a importância da continuidade do curso no futuro e defendeu que o AdVAC Brasil se consolide como um programa de formação permanente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/1786314859185.jpg" alt="Professora Cristiana Toscano, diretora do Ceti-Saúde/UFG e coordenadora do AdVAC Brasil (Foto: Patrícia Save - SES-GO)" width="700" height="547" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Professora Cristiana Toscano (Ceti-Saúde e AdVAC Brasil) ressaltou o objetivo de fortalecer a imunização no Brasil &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Patrícia Save/SES-GO&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cooperação internacional&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A representante da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), Lely Stella Guzmán, destacou a recente assinatura do acordo de colaboração entre a Opas e a UFG, por meio do Ceti-Saúde, ocorrido no início de agosto em Brasília, com a presença do diretor regional da Opas, Jarbas Barbosa, e a vice-reitora da UFG, Camila Caixeta, que envolve ações de divulgação e comunicação científica e formação de profissionais de saúde para o fortalecimento da vacinologia nas Américas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em sua fala, Lely ressaltou que os profissionais da saúde têm a responsabilidade de colocar seus conhecimentos à serviço da sociedade. "Nós servimos ao público. A qualificação profissional e o compartilhamento de conhecimentos são fundamentais para enfrentar os desafios atuais e avançarmos com novas tecnologias na saúde pública".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Goiás na vanguarda&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Representando a Secretaria de Saúde de Goiás, a subsecretária de Vigilância em Saúde, Flúvia Amorim, egressa da primeira turma do AdVAC Brasil, afirmou que sediar o curso representa uma oportunidade para o estado contribuir para a qualificação de profissionais de todos país e mostrar as ações e capacidades estruturadas na pesquisa e tecnologia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Flúvia, um dos principais desafios atuais está em transformar evidências científicas em informações claras e acessíveis aos profissionais da ponta e à população. Ela reforçou o papel importante das lideranças na comunicação de informações e evidências na área da vacinologia. Por fim, a subsecretária defendeu a continuidade da iniciativa em Goiás, com a realização de novas edições nos próximos anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também compuseram a mesa diretiva da abertura do 2º AdVAC Brasil o diretor do AdVAC Global,  Kamel Senouci, da Universidade de Genebra; a diretora médica de Ensaios Clínicos do Centro de Ensaios e Farmacologia do Instituto Butantan, Fernanda Castro Boulos; e a diretora de Bio-Manguinhos/Fiocruz, Rosane Cuber.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 12 Aug 2026 11:13:59 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/203503-curso-fortalece-politicas-de-imunizacao-no-brasil</link>
      <guid>https://jornal.ufg.br/n/203503-curso-fortalece-politicas-de-imunizacao-no-brasil</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Pesquisa identifica relação entre vulnerabilidade social e ilhas de calor em Goiânia</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Goiânia calor" title="Goiânia calor" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/goi%C3%A2nia.jpg?1786452283" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Construção do espaço urbano da capital contribuiu para a formação de ilhas de calor&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 1000px; margin: 0px auto; text-align: left;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/goi%C3%A2nia.jpg" alt="Goiânia calor" width="1000" height="655" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Fenômeno das ilhas de calor afeta a população das grandes cidades, como Goiânia, de formas diferentes &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Erich Sacco (Getty Images/iStockphoto)&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;" align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Rafaela Fonseca&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;" align="justify"&gt;As ilhas de calor ocorrem quando há um grande aumento da temperatura em áreas urbanas devido à maneira pela qual o espaço urbano é apropriado. Geralmente são encontradas nas áreas centrais das grandes cidades, mas na capital goiana o cenário é um pouco diferente. As ilhas de calor estão presentes em diversas regiões da cidade e impactam de formas variadas as vidas dos goianienses.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;" align="justify"&gt;Levando isso em conta, o Programa de Pós-Graduação em Geografia do Instituto de Estudos Socioambientais da Universidade Federal de Goiás (Iesa/UFG) desenvolveu uma &lt;a href="https://repositorio.bc.ufg.br/items/b215e704-a37b-4b55-aec2-ec2bf68aed96" target="_blank" rel="noopener"&gt;pesquisa&lt;/a&gt; que mostra a relação entre a a produção do espaço urbano, as ilhas de calor e a vulnerabilidade na cidade de Goiânia. O estudo, realizado pela pesquisadora Ana Cristina Araújo Foli, foi orientado pela professora Gislaine Cristina Luiz e coorientado pelo professor Diego Tarley Ferreira Nascimento. O foco da pesquisa é contribuir para os estudos da geografia do clima com a hipótese de que o uso mais avançado de técnica, ciência e informação reduz os riscos e a vulnerabilidade socioespacial, tornando o clima urbano relativo e seletivo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;" align="justify"&gt;A pesquisa identificou que na cidade de Goiânia a distribuição da temperatura de superfície apresentou altos índices, entre 36°C a 43°C, reunidos principalmente na região central, pela sua grande urbanização e densidade, e também em bairros periféricos devido à falta de infraestrutura presente nessas regiões e a proximidade com áreas de pastagem. Os principais bairros identificados com maior variação térmica foram Setor Garavelo, Setor Caravelas, Jardins Madri, Solange Park I e II, Residencial São Marcos, Lorena Parque, Carolina Parque, Residencial Goiânia Viva, Vila União, Residencial Fortville, Jardim Botânico, Parque Santa Rita, Village Santa Rita e Vila Mauá, além de bairros da Região Noroeste, como Conjunto Vera Cruz, Parque Eldorado Oeste, Setor das Nações e Residencial Junqueira.&lt;/p&gt;
&lt;figure style="margin: 5px 0 5px 15px; float: right; width: 45%; max-width: 300px; text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 100%; height: auto; border-radius: 5px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/mapa_ilha_de_calor-1.png" alt="mapa ilha de calor" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 5px 0 10px 0; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Imagem de satélite mostra temperatura de Goiânia em outubro de 2023&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt; | Fonte: USGS (2025)&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: left;" align="justify"&gt;A pesquisa também aborda o clima e o espaço urbano como fato social, tópicos que a autora ressalta serem o resultado de uma construção social e histórica. "Quando você pensa que a cidade é um espaço construído, ela vai envolver relação de poder e essas relações de poder vão moldar o espaço. Por exemplo, quando o poder público abre um novo loteamento, aquele lugar tem uma premissa, se é um bairro popular ou um residencial nobre, mesmo ambos estando na periferia, como o Jardim do Cerrado e o Aldeia do Vale, as relações com a habitação e com as construções vão ser diferentes", pontua Ana Cristina.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;" align="justify"&gt;O estudo trouxe como resultado, além das áreas classificadas como ilhas de calor na capital, um retrato da vulnerabilidade social enfrentada por moradores de algumas dessas áreas e como as ilhas impactam de maneiras diferentes essas pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;" align="justify"&gt;"Então a questão da vulnerabilidade social é a seguinte: a pessoa que está em situação de vulnerabilidade social não tem, por exemplo, as mesmas condições de comprar um ar-condicionado que pessoas que não estão nessa condição têm. O salário é menor, a renda é menor, mora num lugar mais distante, não tem acesso a tantos serviços públicos como quem está em outras regiões, digamos, mais priorizadas. Todos nas regiões de ilha de calor enfrentam a mesma situação. Não é que quem está no Aldeia do Vale não enfrente essa situação, só que as condições para lidar com esse calor são diferentes, e é aí que entra a vulnerabilidade", completa a pesquisadora.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;" align="justify"&gt;A pesquisa conclui que é possível relacionar vulnerabilidade social e ilhas de calor urbana na cidade de Goiânia, mostrando que, em certas áreas da cidade, os impactos do clima são definidos por fatores de origem socioeconômica e que, ao reduzir as desigualdades e desenvolver programas de saúde específicos, torne-se viável que grupos em situação de alta vulnerabilidade social enfrentem melhor as ilhas de calor.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f5f5f5; padding: 15px 30px; border-radius: 3px; font-size: 11pt; max-width: 800px; margin: auto; color: #444444; text-align: left;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;FORMAS DE MELHORAR O CLIMA URBANO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Plantio de árvores e criação de corredores verdes.&lt;br /&gt;- Edificações com telhados claros.&lt;br /&gt;- Infraestrutura de drenagem adequada.&lt;br /&gt;- Ampliação de áreas permeáveis.&lt;br /&gt;- Instalação de bebedouros públicos ou pontos de hidratação.&lt;br /&gt;- Adequação de escolas e prédios públicos com instalação de sistemas de ventilação e climatização.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://repositorio.bc.ufg.br/items/b215e704-a37b-4b55-aec2-ec2bf68aed96"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Acesse aqui a dissertação &lt;em&gt;Análise da evolução do fenômeno de ilhas de calor no município de Goiânia/GO (1986-2010)&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Comentários e sugestões&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;a href="mailto:jornal@ufg.br" target="_blank" rel="noopener"&gt;jornalufg@ufg.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 11 Aug 2026 09:17:10 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/203463-pesquisa-identifica-relacao-entre-vulnerabilidade-social-e-ilhas-de-calor-em-goiania</link>
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      <title>Gripe pode matar: especialistas alertam para os perigos da baixa cobertura vacinal</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Saúde Sem Enrolação" title="Saúde Sem Enrolação" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/saude_07-08-2026.png?1786116764" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Terceiro episódio do podcast aborda os riscos de subestimar a doença&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Da Redação&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A gripe ainda é tratada como algo simples, mas pode levar a quadros graves e até à morte, especialmente entre idosos, crianças, gestantes e pessoas com doenças crônicas. &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=KhURp1eesek&amp;amp;t=34s" target="_blank" rel="noopener"&gt;Neste episódio&lt;/a&gt;, o podcast Saúde sem Enrolação esclarece as principais dúvidas sobre a doença: como diferenciar gripe de resfriado, quando um caso exige atenção e por que a vacinação precisa ser feita todos os anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bárbara Falcão conversa com Júlio Croda, médico infectologista, pesquisador da Fiocruz e professor da UFMS, e Flúvia Amorim, enfermeira, epidemiologista e subsecretária de Vigilância em Saúde de Goiás.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os episódios estão disponíveis no &lt;a href="https://www.youtube.com/@Ceti-Sa%C3%BAdeUFG" target="_blank" rel="noopener"&gt;YouTube&lt;/a&gt; e no &lt;a href="https://open.spotify.com/show/1oi7MD23HBsMrsutWhHJzd?utm_medium=share&amp;amp;utm_source=linktree" target="_blank" rel="noopener"&gt;Spotify&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="//www.youtube.com/embed/KhURp1eesek?t=34s" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f5f5f5; padding: 15px 30px; border-radius: 3px; font-size: 11pt; max-width: 800px; margin: auto; color: #444444;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;SAÚDE SEM ENROLAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O podcast Saúde sem Enrolação é produzido pelo &lt;a href="https://cetisaude.ufg.br/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Centro de Excelência em Tecnologia e Inovação em Saúde&lt;/a&gt; (Ceti-Saúde) da Universidade Federal de Goiás (UFG), com apoio da Rádio UFG 88,5 FM. O objetivo é oferecer informação confiável, objetiva, direta e baseada em ciência para quem busca respostas e esclarecimentos para dúvidas comuns sobre diversos temas de saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao longo da temporada, o podcast abordará temas atuais e de relevância para a saúde pública e o bem-estar da população, incluindo vacinas e vacinação, saúde mental, prevenção de doenças respiratórias e dengue, impactos do uso do cigarro eletrônico, saúde sexual e prevenção do HPV, uso de medicamentos para emagrecimento, reposição hormonal, envelhecimento saudável e os desafios e limites da inteligência artificial na saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com lançamento a cada 15 dias, cada episódio reunirá dois especialistas – um com atuação em Goiás e outro atuando no Brasil ou internacionalmente –, ambos com expertise no tema abordado, contribuindo com experiências e perspectivas complementares.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;strong&gt;Envie sua sugestão de artigo para o Jornal UFG&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="/p/51985-diretrizes-para-publicacao-de-artigos-de-opiniao-e-colunas-no-jornal-ufg"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Acesse aqui as diretrizes para submissão.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os artigos publicados são de inteira responsabilidade de seus autores e não refletem, necessariamente, a opinião do Jornal UFG.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 07 Aug 2026 12:39:11 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/203367-gripe-pode-matar-especialistas-alertam-para-os-perigos-da-baixa-cobertura-vacinal</link>
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      <title>Mitos e verdades sobre o colesterol</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Colesterol" title="Colesterol" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/capa_colesterol.png?1786110226" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Médico do HC-UFG explica os principais fatos relacionados a esse tipo de gordura essencial para o organismo&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Thalízia Ferreira&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste sábado (8/8) é celebrado o Dia Nacional/Mundial de Prevenção e Controle do Colesterol, data em que profissionais de saúde se unem para reforçar a importância de manter-se atento às taxas de gordura do sangue, reduzindo o colesterol ruim (LDL), que causa o entupimento de vasos, e aumentando o colesterol bom (HDL), responsável por limpar as artérias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para apontar mitos e verdades relacionados ao colesterol, conversamos com o médico cardiologista Aguinaldo Freitas Junior, chefe do Serviço de Cardiologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás (HC-UFG), integrante da HU Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. Colesterol alto é um fator de risco para doença cardíaca e cerebral.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Verdade.&lt;/strong&gt; O colesterol LDL pode se acumular nas paredes das artérias ao longo dos anos, formando placas de gordura. Essas placas podem provocar infarto do coração, AVC (derrame) e outras doenças cardiovasculares, mesmo em pessoas que aparentemente estão saudáveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2. Colesterol alto é sinônimo de obesidade.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mito.&lt;/strong&gt; Muitas pessoas magras também têm colesterol elevado. Em cerca de 80% dos casos, o colesterol alto sofre influência importante da genética, além dos hábitos de vida. Por isso, manter um peso adequado não elimina a necessidade de realizar exames periódicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3. Quando uma pessoa estiver com colesterol alto, começará a sentir sintomas de alerta desde o início do quadro.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mito.&lt;/strong&gt; Na maioria das vezes, o colesterol elevado é uma doença silenciosa. Quando surgem sintomas, geralmente eles são consequência de uma complicação já instalada, como infarto, AVC ou dor nas pernas por obstrução das artérias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4. Alimentação saudável e atividade física não influenciam a redução do colesterol ruim.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mito.&lt;/strong&gt; Uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos integrais e peixes, associada à prática regular de exercícios físicos, pode reduzir o colesterol LDL e proteger o coração. Além disso, abandonar o cigarro e controlar o peso potencializam esses benefícios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5. As medicações para colesterol alto (estatinas) fazem mal.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mito.&lt;/strong&gt; As estatinas estão entre os medicamentos mais estudados e utilizados no mundo. Quando indicadas pelo médico, são seguras, eficazes e reduzem significativamente o risco de infarto, AVC e morte cardiovascular. Como qualquer medicamento, podem causar efeitos adversos em uma pequena parcela dos pacientes, mas esses casos são acompanhados e manejados pelo médico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;6. Nem todas as pessoas com colesterol alto precisam de medicação.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Verdade.&lt;/strong&gt; O tratamento depende do risco cardiovascular de cada pessoa. Algumas conseguem controlar o colesterol apenas com mudanças no estilo de vida, enquanto outras precisam de medicamentos para prevenir complicações. Crianças, adolescentes e adultos também podem necessitar de tratamento em situações específicas, principalmente quando existe hipercolesterolemia familiar ou risco cardiovascular elevado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Comentários e sugestões&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;a href="mailto:jornal@ufg.br" target="_blank" rel="noopener"&gt;jornalufg@ufg.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 07 Aug 2026 10:44:15 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/203360-mitos-e-verdades-sobre-o-colesterol</link>
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