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    <title>Jornal UFG </title>
    <description>UFG - Jornal Online</description>
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    <item>
      <title>Musicoterapia da UFG entra na agenda nacional do Faça Bonito, da Campanha Maio Laranja</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Maio Laranja" title="Maio Laranja" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/capa_maio_laranja.png?1778603812" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Grupo realiza ensaios para gravação de canções-histórias infantis de abordagem preventiva do abuso sexual infantil&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Da Redação&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma iniciativa do curso de Musicoterapia da Universidade Federal de Goiás (UFG) passou a integrar a programação nacional da campanha Faça Bonito, principal mobilização brasileira de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes, realizada anualmente no contexto do Maio Laranja. A ação, desenvolvida no âmbito da disciplina Produtos Musicais em Musicoterapia Política, é a primeira do estado de Goiás cadastrada oficialmente na agenda nacional da campanha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A proposta reúne estudantes e profissionais convidados em ensaios e gravações de canções-histórias infantis com abordagem preventiva ao abuso sexual infantil, com divulgação prevista para os dias 12 e 26 de maio. A atividade é coordenada pela professora Tânya Cardoso, do curso de Musicoterapia da UFG, e ocorre no Centro de Referência da Juventude do Estado de Goiás.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A iniciativa utiliza a música como ferramenta de sensibilização e prevenção, apostando em uma linguagem acessível ao público infantil para abordar um tema delicado, mas fundamental para a proteção de crianças e adolescentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As gravações contam com produção de Kleiton Maciel e interpretações de Thaylice Ferreira, Ian Lucas Cunha, Pedro Paranhos, Mariano dos Santos, Alessandra Felisberto, Amanda Costa, Gabriely Flores, Vladimir Dayer, entre outros participantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, marca o ponto alto da mobilização, quando ações educativas e de conscientização se espalham por todo o país. A campanha Faça Bonito busca fortalecer a rede de proteção à infância e estimular a sociedade a reconhecer sinais de violência, denunciar e promover ambientes mais seguros para crianças e adolescentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Criado para dar visibilidade ao enfrentamento da violência sexual infantojuvenil, o Maio Laranja reúne anualmente instituições públicas, organizações sociais, escolas e coletivos em ações de mobilização social em todo o Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/faixa_disque100-1536x461.jpg" alt="Maio Laranja" width="700" height="210" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
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&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 12 May 2026 13:38:01 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/200924-musicoterapia-da-ufg-entra-na-agenda-nacional-do-faca-bonito-da-campanha-maio-laranja</link>
      <guid>https://jornal.ufg.br/n/200924-musicoterapia-da-ufg-entra-na-agenda-nacional-do-faca-bonito-da-campanha-maio-laranja</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Instalação sonora da UFG é apresentada em espaço cultural no metrô da Alemanha</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="De Regeneração" title="De Regeneração" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/icmc2.jpeg?1778601755" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;"De/Re:Generation" é composta por interface eletrônica conectada a esculturas feitas com bioplástico de amido de mandioca&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Da Redação&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure style="margin: 5px 0 5px 15px; float: right; width: 45%; max-width: 300px; text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 100%; height: auto; border-radius: 5px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/timeline_icmc1_%281%29.png" alt="De Regeneração" /&gt;&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;A instalação interativa "De/Re:Generation", desenvolvida em colaboração entre a Escola de Música da Universidade Federal de Goiás (EM/UFG), com o professor Adriano Claro Monteiro, e o Instituto de Artes da Cena, com a professora Rafaela Blanch Pires, começou a ser apresentada na última segunda-feira (11/5) em um espaço cultural em uma estação de metrô na cidade de Hamburgo, na Alemanha, durante o ICMC, evento artístico-acadêmico internacional na área de Música Computacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/p/DIEIADeR5ve/" target="_blank" rel="noopener"&gt;A obra&lt;/a&gt; sensibiliza o espectador para formas de escuta mais-que-humanas, especulando sobre quais sensibilidades movem as formas de escuta das cigarras. Composta por uma interface eletrônica conectada a esculturas feitas com bioplásticos de amido de mandioca, a instalação responde ao toque e à interação do público.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao manipular a escultura, os visitantes ativam um sistema formado por 50 motores, responsáveis por fazer vibrar o espaço e diferentes timbres de materiais, alterando padrões e intensidades sonoras. Desse modo, a obra transforma o gesto do espectador em uma composição vibratória, sonora e espacial em meio à instalação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desenvolvida desde 2024 como &lt;a href="/n/189841-pesquisadores-apresentam-resultados-de-estudo-sobre-aplicacoes-artisticas-de-biomateriais" target="_blank" rel="noopener"&gt;projeto de pesquisa&lt;/a&gt; dos professores Adriano e Rafaela Blanch Pires, também docentes do Programa de Pós-Graduação em Artes, Culturas e Tecnologias do Media Lab/UFG, "De/Re:Generation" destaca a potência de práticas interdisciplinares que articulam música, tecnologia, artes visuais, cenografia, biomateriais e sistemas interativos. A pesquisa investiga novas formas de composição e percepção, aproximando procedimentos artísticos, experimentação material e criação tecnológica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/icmc2.jpeg" alt="De Regeneração" width="700" height="387" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Adriano Claro Monteiro e Rafaela Blanch Pires, professores da UFG &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Divulgação&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Residência artística&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em janeiro e fevereiro de 2025, o projeto passou por uma residência artística no Ligeti Zentrum, instituição interdisciplinar de arte e tecnologia com foco em música, vinculada à Universidade de Música e Teatro de Hamburgo. A residência contribuiu para o amadurecimento da obra e teve sua continuidade em Goiás com o apoio do Media Lab.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A estreia de "De/Re:Generation" ocorreu entre outubro e novembro de 2025 na Galeria de Vidro do Centro Cultural UFG, em uma temporada de exibição que contou com performances cênico-musicais (em colaboração com os professores Maria Ângela de Ambrosis e Kleber Damaso) e outras ativações públicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesquisa artística contou com o apoio do Ibermúsicas/Funarte, do Media Lab UFG, do Laboratório de Pesquisas Sonoras (LPqS) da EM, do AdaLab UFG, do Programa de Pós-Graduação em Artes, Culturas e Tecnologias, do Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena e do Programa de Pós-Graduação em Música, todos da UFG.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 12 May 2026 13:19:15 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/200920-instalacao-sonora-da-ufg-e-apresentada-em-espaco-cultural-no-metro-da-alemanha</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Pesquisador percorre mil quilômetros de bicicleta para estudar trilhas no Cerrado</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Capa pesquisa trilhas" title="Capa pesquisa trilhas" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/capa_pesquisa_trilhas.png?1778517012" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Geógrafo atravessou, durante 15 dias, o Caminho dos Goyazes em busca de alternativas para conservação do bioma&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Arthur Gabriel&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure style="margin: 5px 0 5px 15px; float: right; width: 45%; max-width: 300px; text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 100%; height: auto; border-radius: 5px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/Captura_de_tela_2026-01-15_100508.png" alt="Pesquisa trilhas" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 5px 0 10px 0; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Diego Mendonça em uma das trilhas da pesquisa &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt; | Foto: Arquivo Pessoal&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Durante 15 dias, as estradas de terra e trilhas que cortam o coração de Goiás serviram de laboratório para o geógrafo Diego Pinto de Mendonça. Doutorando em Geografia na Universidade Federal de Goiás (UFG), ele percorreu 1.060 quilômetros de bicicleta, atravessando o Caminho dos Goyazes. O objetivo era investigar como as Trilhas de Longo Curso (TLC) podem contribuir para a conservação do Cerrado e a permanência de seus povos tradicionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sob orientação do professor Ronan Eustáquio Borges, a pesquisa buscou entender as implicações territoriais dessas rotas. O trajeto conecta quatro grandes trilhas: o Caminho dos Veadeiros, a Rota do Rio Areias, os Caminhos do Planalto Central e o Caminho de Cora Coralina. A expedição foi realizada de 8 a 22 de dezembro de 2025.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diego relata que a logística da viagem precisou ser muito bem planejada. Na lista estavam itens de camping, alimentação, água, manutenção da bicicleta, equipamentos eletrônicos, além dos itens utilizados para o trabalho de campo, como GPS, drone e caderno de anotações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo ele, a companhia de amigos durante o percurso foi crucial, uma vez que separaram uma quantidade de comida para levar em determinado trecho, considerando que não encontrariam restaurante ou lanchonete. Os companheiros foram Teruo Rosa Kuramoto durante todo o percurso, Rodrigo Vilela de Castro no Caminho dos Veadeiros e Murilo Mendonça Oliveira de Souza de Alto Paraíso a Pirenópolis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diego conta que é cicloviajante há muito tempo. Durante o mestrado, ele pesquisou o Caminho de Cora Coralina e realizou quatro cicloviagens pela trilha. Sua maior cicloviagem foi o Projeto Pedalar é Preciso, que resultou no documentário 456 dias – Uma viagem de bicicleta pelo Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O pesquisador conta que encontrou maior dificuldade na trilha Caminho de Cora Coralina. "É um trecho muito técnico para bicicleta, tem muita serra, muito single track [locais onde passa somente uma bicicleta por vez, os famosos trieiros de vaca], o terreno também exige muito do ciclista, com muitos trechos de cascalho".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diego também menciona ter encontrado dificuldade durante uma subida na Rota do Rio Areias, saindo do povoado Baixa do Rio Verde. "É uma subida muito íngreme e longa, para mim foi a subida mais forte de todo o trajeto".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Velocidade da percepção&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Diego, a bicicleta oferece a "velocidade da percepção". Diferente do carro, que isola o viajante da realidade local, ou da caminhada, que limita o alcance geográfico, a bike permite cobrir grandes distâncias mantendo a permeabilidade social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"O carro passa rápido demais, ignorando paisagens e pessoas. A bicicleta tem o ritmo ideal. Ela desperta curiosidade e um encantamento nas comunidades, o que facilita o contato e as entrevistas necessárias para a pesquisa".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra questão que Diego pontua é a boa aceitação que o viajante de bicicleta tem ao passar pelos lugares. A curiosidade das pessoas é despertada e a recepção costuma ser positiva. Essa aceitação pela figura dos cicloviajantes favorece o contato com as pessoas, possibilitando conversas em diferentes lugares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O pesquisador relata que, durante o percurso, a interação com moradores locais marcou a sua percepção sobre a utilidade da trilha. Ele conta que no povoado da Capela, distrito de Cavalcante, foi recebido por Adriana, que é uma moradora que recebe caminhantes e ciclistas em sua casa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Ela tem um espaço para camping na frente de sua casa, mas como estava chovendo muito, ela deixou montarmos as barracas na sua varanda". Diego afirma que a trilha gera renda para a comunidade, além de toda a interação que possibilita encontros e trocas humanas ricas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/trilha_ate_cavalcante_go01_%281%29.webp" alt="Pesquisa trilhas" width="700" height="419" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Caminho dos Veadeiros integra a Rede Nacional de Trilhas &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Rui Faquini/ICMBio&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O papel das trilhas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diego afirma que o papel do Caminho dos Goyazes é ser um instrumento de conservação da biodiversidade e conectividade de paisagens. A princípio, percebe-se que a trilha possibilita a integração institucional, colocando em contato gestores, voluntários, entusiastas, pesquisadores e diferentes instituições, favorecendo o intercâmbio de informações e experiências entre as unidades de conservação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Futuramente, segundo ele, é possível visualizar a criação de corredores ecológicos a partir da ligação entre as trilhas, fomentando parcerias e ações acerca da conectividade de paisagens entre as unidades de conservação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na perspectiva das unidades de conservação, ele conta que há locais com diferentes níveis de degradação. "A agropecuária intensiva é bastante presente por todo o caminho, vemos também o impacto da mineração em alguns pontos, a urbanização também preocupa em alguns lugares, assim como os empreendimentos turísticos, especialmente na Chapada dos Veadeiros e em Pirenópolis".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O professor aponta que a trilha surge como uma alternativa que, se planejada e pensada em conjunto com as pessoas que estão ao longo do caminho, pode contribuir para minimizar alguns desses impactos. Mas se não for bem planejada, pode se tornar mais um problema que se somará aos outros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro ponto positivo das trilhas é a dispersão do fluxo de turistas de um só local. Lugares pouco explorados começam a ser conhecidos e contribuem para que o fluxo turístico não fique concentrado em locais bastante conhecidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"As pessoas que percorrem o caminho precisam, principalmente, de alimentação e hospedagem, utilizando também serviços como transporte, guias de turismo e diversos outros serviços relacionados ao turismo. Isso faz com que exista a possibilidade de geração de renda em outros locais menos conhecidos", afirma Diego.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Potencial Internacional&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Diego, o Caminho dos Goyazes tem fôlego para se tornar uma referência mundial, equiparando-se ao Appalachian Trail (EUA) ou ao Caminho de Santiago (Espanha). Isso porque a trilha engloba locais de grande importância natural e cultural, incluindo dois Patrimônios Culturais da Humanidade (Cidade de Goiás e Brasília) e um Patrimônio Natural da Humanidade (Chapada dos Veadeiros).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"As pessoas, as paisagens, a hospitalidade e a gastronomia goiana também são fatores que contribuem para que o potencial do Caminho dos Goyazes seja imenso. São muitos motivos que tornam esse caminho incrível", finaliza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 11 May 2026 13:33:31 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/200871-pesquisador-percorre-mil-quilometros-de-bicicleta-para-estudar-trilhas-no-cerrado</link>
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    <item>
      <title>"A Ciência em Todo Lugar" estreia com episódios sobre tecnologia, saúde e impactos sociais</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Capa Ciência Na Real" title="Capa Ciência Na Real" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/capa_ciencia_na_real.png?1778516190" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Ação de extensão do ICB/UFG já foi apresentada em congressos e escolas públicas goianas&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Da Redação&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure style="margin: 5px 0 5px 15px; float: right; width: 45%; max-width: 300px; text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 100%; height: auto; border-radius: 5px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/capa_ciencia_na_real.png" alt="Capa Ciência Na Real" /&gt;&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;O podcast &lt;em&gt;A Ciência em Todo Lugar&lt;/em&gt;, do projeto de extensão &lt;a href="https://www.instagram.com/ciencia_nareal/" target="_blank" rel="noopener"&gt;&lt;em&gt;Ciência Na Real&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (Faculdade de Informação e Comunicação da Universidade Federal de Goiás), lança sua &lt;a href="https://www.youtube.com/@ciencia_nareal" target="_blank" rel="noopener"&gt;primeira temporada&lt;/a&gt; com dois episódios já disponíveis nas principais plataformas de áudio e no YouTube, com acessibilidade em Libras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A série aborda temas contemporâneos a partir de uma perspectiva científica e acessível, destacando como tecnologia, comportamento e sociedade se interligam no cotidiano. Em comum, os episódios exploram os impactos de dinâmicas digitais e culturais na vida das pessoas, com foco em questões como saúde, segurança e relações sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro episódio, "Inteligência Artificial e abuso digital: os riscos dos deepfakes", discute o uso de tecnologias de manipulação de imagem e som em práticas de violência digital, especialmente contra mulheres. Já o segundo, "Do treino ao jogo: o fenômeno Gymrats no mundo fitness", analisa como aplicativos e a gamificação influenciam hábitos de exercício e percepções sobre o corpo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A produção foi realizada por estudantes de graduação dos cursos de Jornalismo e Dança da UFG, sob supervisão da professora Luciane Agnez. O projeto conta com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;em&gt;Ciência Na Real&lt;/em&gt; dedica-se à popularização da ciência e ao enfrentamento da desinformação sobre ciência e saúde nas plataformas digitais, aproximando o conhecimento acadêmico do cotidiano por meio de conteúdos acessíveis, críticos e contextualizados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Comentários e sugestões&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;a href="mailto:jornal@ufg.br" target="_blank" rel="noopener"&gt;jornalufg@ufg.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 11 May 2026 13:19:00 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/200869-a-ciencia-em-todo-lugar-estreia-com-episodios-sobre-tecnologia-saude-e-impactos-sociais</link>
      <guid>https://jornal.ufg.br/n/200869-a-ciencia-em-todo-lugar-estreia-com-episodios-sobre-tecnologia-saude-e-impactos-sociais</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Ética e inclusão: atender com respeito às singularidades</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Minuto da Ética" title="Minuto da Ética" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/minuto_inclusao.png?1778087313" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Probidade, cortesia e boa-fé só se realizam quando agregamos a inclusão como valor transversal&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Márcia Freitas Vieira&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Respeitar singularidades não é um favor; é um dever ético. A escuta qualificada, o olhar atento ao outro e a recusa a qualquer forma de discriminação são pilares de um serviço público verdadeiramente ético e inclusivo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você já parou para pensar no que significa, de fato, atender o outro com respeito? Não se trata apenas de um "bom dia" educado ou de seguir um protocolo. Trata-se de enxergar a pessoa à nossa frente – seja ela um cidadão que busca um serviço, um colega de trabalho ou um subordinado hierárquico – em sua integralidade, com suas vivências, limitações e potencialidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ética pública nos convida a ir além da impessoalidade correta. Ela nos chama à escuta qualificada: aquela que não interrompe, não julga precipitadamente e não impõe soluções padronizadas. A gestão de pessoas, diuturnamente praticada por todo servidor público, demanda respeito à individualidade, ao ritmo, ao estilo, demanda ajustes às necessidades e limitações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quantas vezes, no atendimento ao público, rotulamos uma demanda como "difícil" apenas porque fugia ao script? Quantas vezes, na relação entre servidores, hierarquizamos a ponto de silenciar o outro? E nas Comissões de Ética, quantas singularidades podem passar despercebidas se não houver um olhar atento e sensibilizado às diferentes realidades – de gênero, raça, deficiência, neurodiversidade, crença ou condição sociofamiliar?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A probidade, a cortesia, a boa-fé e a eficiência só se realizam plenamente quando agregamos a inclusão como valor transversal. Isso significa adaptar a linguagem, oferecer tempo e espaço para que o outro se expresse, e evitar atitudes paternalistas ou discriminatórias – ainda que involuntárias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para as Comissões de Ética Setoriais, esse cuidado é ainda mais crucial. Suas atribuições exigem uma postura decorosa e imparcial, mas também sensibilidade para compreender o contexto de quem fala. Um servidor com deficiência auditiva pode não responder a um comando verbal imediato; uma pessoa em situação de rua pode ter dificuldade de se expressar formalmente; um colega autista pode interpretar instruções de forma literal. Acolher essas diferenças não é "dar tratamento privilegiado" – é assegurar a igualdade de tratamento naquilo que é essencial, respeitando o que é particular.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para as altas autoridades, o chamado é ainda mais forte, é mandatório: a hierarquia não dispensa o respeito. Pelo contrário, exige ainda mais responsabilidade na forma de cobrar resultados, de ouvir contraposições e contestações e de reconhecer os próprios vieses. Um gestor que não respeita as singularidades de sua equipe gera medo, adoecimento e corrói não somente o clima organizacional, mas a confiança na instituição.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste mês, convidamos todas e todos à reflexão:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Minhas atitudes, palavras e decisões demonstram escuta ativa e respeito às diferenças?&lt;br /&gt;- Estou atento(a) a situações em que, mesmo sem intenção, padronizo expectativas e desconsidero singularidades?&lt;br /&gt;- Como posso contribuir para que o ambiente de trabalho e o atendimento ao público sejam espaços empáticos de acolhimento e equidade?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ética pública não se resume ao cumprimento de leis e códigos. Ela se vive na relação concreta com o outro, como nos desculpamos por um equívoco e como aprendemos com quem é diferente de nós. E a empatia – a capacidade de se colocar no lugar do outro, de compreender suas motivações, limitações e emoções – é ferramenta essencial para uma conduta verdadeiramente íntegra, ética e inclusiva. Sem empatia, a impessoalidade vira frieza; a hierarquia, autoritarismo; a norma, obstáculo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos cabe reafirmar nosso compromisso permanente com a ética, a integridade e o respeito nas relações institucionais, reconhecendo que empatia não é fragilidade e inclusão não é excesso de tolerância, mas o reconhecimento "do outro" como legítimo na relação. Que a escuta qualificada e o respeito às &lt;br /&gt;singularidades sejam nossa bússola. Assim, o serviço público se fortalece, e o Brasil avança com ética para todos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conte com a Comissão de Ética da Universidade Federal de Goiás para te orientar e apoiar na sua jornada. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Márica Freitas Vieira&lt;/strong&gt; atua na Coordenação de Análise de Processos Éticos da Secretaria Executiva da Comissão de Ética Pública (Secep), é mãe atípica e instrutora de direitos humanos da Polícia Rodoviária Federal.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;strong&gt;Envie sua sugestão de artigo para o Jornal UFG&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="/p/51985-diretrizes-para-publicacao-de-artigos-de-opiniao-e-colunas-no-jornal-ufg"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Acesse aqui as diretrizes para submissão.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os artigos publicados são de inteira responsabilidade de seus autores e não refletem, necessariamente, a opinião do Jornal UFG.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 06 May 2026 14:09:10 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/200742-etica-e-inclusao-atender-com-respeito-as-singularidades</link>
      <guid>https://jornal.ufg.br/n/200742-etica-e-inclusao-atender-com-respeito-as-singularidades</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Pint of Science transforma bares de Goiânia em palco para falar de ciência</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Pint of Science 2026" title="Pint of Science 2026" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/CARD_%286%29.png?1778085625" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Festival internacional será realizado nos dias 18, 19 e 20 de maio com participação de pesquisadores da UFG&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="margin: 5px 0 5px 15px; float: right; width: 45%; max-width: 300px; text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 100%; height: auto; border-radius: 5px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/CARD_%286%29.png" alt="Pint of Science 2026" /&gt;&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Já imaginou aprender sobre ciência em um bar, sem formalidade? Essa é a proposta do Pint of Science, festival internacional que transforma bares em espaços de troca de conhecimento e que será realizado em Goiânia nos dias 18, 19 e 20 de maio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O evento acontece simultaneamente em diversos locais. Em 2025, ocorreu em 27 países e em 145 cidades brasileiras, reunindo pesquisadores e o público em um ambiente descontraído para falar de ciência de forma leve. Em Goiânia, é realizado pela Secretaria de Comunicação da UFG (Secom), em parceria com a Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PRPG) e a Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na capital, a programação será realizada em dois pontos: na Lado Leste Cervejaria, no Setor Leste Universitário, e no ThorDön Bierhaus, no Setor Jaó. Os encontros acontecem a partir das 19h com diferentes temas a cada noite, o que significa mais opções para quem quiser mergulhar em diferentes áreas do conhecimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A entrada é gratuita e haverá emissão de certificados. É só chegar, escolher sua mesa e brindar ao conhecimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mudanças climáticas, vape e moda&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aquele barulhinho que os sapos fazem à noite pode ser indicador de muita coisa importante relacionada ao nosso clima. O título bem-humorado da apresentação avisa: "Não precisa engolir, mas é bom ouvir: o coaxar dos sapos e as alterações climáticas". A Lado Leste Cervejaria abre sua programação no Pint of Science Goiânia, no dia 18 de maio, com a apresentação do professor Rogério Bastos (Departamento de Ecologia do Instituto de Ciências Biológicas/UFG) sobre a relação entre o comportamento dos anfíbios e as mudanças climáticas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No dia 19 será abordado outro tema fundamental para a sociedade, especialmente para os jovens: o vape e o que realmente ele contém. O professor e pneumologista Evandro Alencar Scussiatto (Faculdade de Medicina/UFG) vai falar sobre os impactos do uso de cigarros eletrônicos na saúde respiratória, desmistificando a ideia de que se trata de uma alternativa segura ao cigarro convencional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No dia 20, é a moda que entra em cena. A professora Lorena Abdala (Faculdade de Artes Visuais/UFG) apresenta o desfile Brasilidade Ancestral como uma experiência que vai além da moda, propondo uma imersão nas raízes culturais do Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;"Dr. Google", filosofia e divulgação científica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tem gente que "dá um google" sobre os seus sintomas e leva um grande susto quando confere as possibilidades de doenças relacionadas. No ThorDön Bierhaus, essa é a discussão que dá início ao festival. No dia 18 de maio, a professora Bárbara Rocha (Faculdade de Enfermagem e Centro de Formação Interprofissional em Saúde/UFG) propõe uma reflexão sobre os riscos da autodiagnose a partir de buscas na internet e os equívocos que podem surgir desse processo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No dia 19, é a Filosofia que se apresenta no bate-papo. A partir do texto do filósofo alemão Friedrich Nietzsche, que afirmou que "as convicções são inimigas mais perigosas da verdade do que as mentiras", o professor Ricardo Dalla Vecchia (Faculdade de Filosofia/UFG) convida o público a pensar sobre as formas de compreender (ou não) o mundo e a nós mesmos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fechando a programação no ThorDön, os jornalistas Luiz Felipe Fernandes e Kharen Stecca (Jornal UFG/Secom UFG) vão falar sobre divulgação científica e o Jornal UFG, que completa 20 anos com muitas histórias que valem a pena ouvir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f5f5f5; padding: 15px 30px; border-radius: 3px; font-size: 11pt; max-width: 800px; margin: auto; color: #444444;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;SERVIÇO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pint of Science – Goiânia&lt;br /&gt;Data:&lt;/strong&gt; 18, 19 e 20 de maio de 2026&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Horário:&lt;/strong&gt; a partir das 19h&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Entrada gratuita&lt;br /&gt;Classificação livre&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;PROGRAMAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Lado Leste Cervejaria&lt;br /&gt;18/05/2026&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Não precisa engolir, mas é bom ouvir: o coaxar dos sapos e as alterações climáticas&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Rogério Bastos (professor do Departamento de Ecologia do Instituto de Ciências Biológicas/UFG)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;19/05/2026&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Anatomia do Vape: o que há além da nicotina e do vapor?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Evandro Alencar Scussiatto (professor e pneumologista da Faculdade de Medicina/UFG)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;20/05/2026&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Brasilidades ancestrais: a moda como forma de olhar para dentro&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Lorena Abdala (professora da Faculdade de Artes Visuais/UFG)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ThorDön Bierhaus Pub&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;18/05/2026&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;O Dr. Google disse que é grave. E agora?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Bárbara Rocha (professora da Faculdade de Enfermagem e Centro de Formação Interprofissional em Saúde/UFG)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;19/05/2026&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Menos convicções, mais Filosofia: Nietzsche e a desconstrução do fundamento&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Ricardo B. Dalla Vecchia (professor da Faculdade de Filosofia/UFG)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;20/05/2026&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ciência no Cerrado: divulgação científica para a cidadania e 20 anos do Jornal UFG&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Luiz Felipe Fernandes e Kharen Stecca (jornalistas do Jornal UFG/Secom UFG)&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Comentários e sugestões&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;a href="mailto:jornal@ufg.br" target="_blank" rel="noopener"&gt;jornalufg@ufg.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 06 May 2026 13:44:28 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/200736-pint-of-science-transforma-bares-de-goiania-em-palco-para-falar-de-ciencia</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Feira Multicultural Flore-Ser ocupa e transforma espaços públicos</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Feira Flore-ser" title="Feira Flore-ser" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/oficial__MG_6529.jpg?1778003502" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Projeto de extensão da UFG promove arte e conscientização ambiental; próxima edição será no dia 6 de maio&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 1000px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/oficial__MG_6529.jpg" alt="Feira Flore-ser" width="1000" height="666" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Expositores na entrada da Biblioteca Central da UFG, no Campus Samambaia &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Lucas Yuji&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Thais Teixeira&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As feiras fazem parte da cultura brasileira. Elas permitem interação, troca de conhecimentos e representam a diversidade cultural do país. Inserida nessa tradição, a &lt;a href="https://www.instagram.com/floreser.ufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Flore-Ser&lt;/a&gt; é uma feira multicultural que ocorre mensalmente na Universidade Federal de Goiás (UFG). Até o momento já foram realizadas seis edições, e a sétima será na próxima quarta-feira (6/5) – uma edição especial em homenagem às mães –, das 9h às 17h, na entrada da Biblioteca Central da UFG, no Campus Samambaia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na última edição, mais de 100 expositores – sendo aproximadamente 30 estudantes – estiveram presentes com artesanatos, itens de papelaria, cosméticos, moda, bonecas, colecionáveis, produtos de impressão 3D, alimentação, entre outros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://ufg.br/a/feira-multicultural-flore-ser-09-04-2026" target="_blank" rel="noopener"&gt;Acesse aqui as fotos do evento.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Elis Veloso, coordenadora da Flore-Ser, explica que o projeto de extensão tem como objetivo ocupar e valorizar o espaço público. "As pessoas passam a conhecer e entender a importância do espaço universitário e a feira também tem um viés muito ecológico. Muitas pessoas aqui que são protetoras do Cerrado, que fazem os seus produtos a partir de reaproveitamento de resíduos, respeitando muito o meio ambiente".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um exemplo é Maria Aparecida Medina, conhecida como Medininha. Ela recolhe elementos do Cerrado para a produção de alimentos como geleia e licores, além de flores, quadros, lembranças, uso de atobá para mensagem e semente para doação. Medininha já participou de quatro edições até o momento e considera a feira como um espaço instigante, que reforça a esperança por um mundo alternativo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Eu amo esse espaço, e o meu desejo é que nós todos pudéssemos, onde quer que a gente esteja, ter esse olhar para o ambiente numa relação de igualdade e prosperidade. Então, se a gente olhar com mais amor, a gente vai preservar mais. Se a gente come os alimentos, como os frutos do Cerrado, a gente vai conhecer, preservar e valorizar".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A artista visual Hilda Santa Fé também trabalha com a exposição de produtos relacionados à conscientização ambiental, como pinturas em madeira, adesivos, botões e chaveiros. Hilda já participou de duas edições da Flore-Ser e acredita que as feiras são espaços nos quais é possível comercializar produtos – em especial arte e artesanato –, mas que também promovem a interação entre pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Comentários e sugestões&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;a href="mailto:jornal@ufg.br" target="_blank" rel="noopener"&gt;jornalufg@ufg.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 05 May 2026 14:58:54 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/200707-feira-multicultural-flore-ser-ocupa-e-transforma-espacos-publicos</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Projeto promove conscientização sobre bem-estar animal</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Cãovivência" title="Cãovivência" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/Adocao_Responsavel_%281%29.jpeg?1777992796" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Atividade do CãoVivência foi realizada no Parque Flamboyant, em Goiânia, em comemoração ao Abril Laranja&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 1000px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/Adocao_Responsavel_%281%29.jpeg" alt="Cãovivência" width="1000" height="563" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Crianças participam de atividade educativa &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Liliana Borges&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Fernando Cardoso&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O projeto de extensão CãoVivência, do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública da Universidade Federal de Goiás (Iptsp/UFG) promoveu, no dia 26 de abril, no Parque Flamboyant, em Goiânia, uma ação dedicada ao Abril Laranja, mês da campanha nacional de conscientização à prevenção e ao combate aos maus-tratos e abandono de animais. A ação foi organizada em parceria com a Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), o Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal e o Grupo de Proteção Animal da Polícia Civil (GPA).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O evento contou com diversas atividades, como orientações sobre guarda responsável, adoção de cães e gatos e vacinação de animais, com a participação da Equipe de Vigilância em Zoonoses da Prefeitura Municipal de Goiânia. Também ocorreram atividades voltadas ao público infantil, como pintura facial realizada por uma equipe da Agência da Guarda Civil Metropolitana (AGCM).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ação teve caráter interativo e foi voltada à conscientização sobre o bem-estar animal e à prevenção dos maus-tratos, buscando envolver diferentes públicos. Foram organizadas estações temáticas com atividades lúdicas e informativas, abordando as cinco liberdades dos animais com materiais visuais, jogos educativos e dinâmicas práticas para facilitar o entendimento e estimular a reflexão. As cinco liberdades dos animais são: livre de fome/sede, desconforto, dor/doença, medo/estresse, e liberdade para expressar comportamentos naturais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/Adocao_Responsavel_%281%29.jpg" alt="Cãovivência" width="100%" height="auto" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Tutores levaram seus animais de estimação ao Parque Flamboyant &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Liliana Borges&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Envolvimento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A professora do Iptsp e coordenadora do projeto CãoVivência, Liliana Borges, ressaltou que a participação do público foi extremamente positiva, com envolvimento ativo da comunidade durante toda a ação e interesse nas atividades propostas, especialmente nas estações interativas e nas orientações sobre guarda responsável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Muitas famílias, inclusive com crianças, se envolveram nas dinâmicas, fizeram perguntas, compartilharam experiências e demonstraram sensibilidade em relação à causa animal. Foi muito significativo perceber o engajamento das pessoas não apenas em receber informações, mas em refletir sobre suas atitudes e o papel de cada um na promoção do bem-estar animal", completou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/Adocao_Responsavel_%281%29.png" alt="Cãovivência" width="100%" height="auto" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Equipe do projeto CãoVivência &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Liliana Borges&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sobre o CãoVivência&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O CãoVivência é um projeto de extensão fundado e coordenado pela professora e médica veterinária Liliana Borges de Menezes, que também é coordenadora do curso de Biotecnologia da UFG. O CãoVivência foi idealizado com o propósito de promover conscientização, estimular a empatia e fortalecer a responsabilidade coletiva em relação ao bem-estar animal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"O CãoVivência nasceu em 2024, a partir de uma inquietação pessoal diante do aumento de casos de maus-tratos contra animais, especialmente relacionados ao abandono. Ao acompanhar essa realidade, surgiu a reflexão sobre como eu poderia contribuir de forma efetiva para enfrentar esse problema".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O projeto também se preocupa com a preservação do meio ambiente. Além de manter um &lt;a href="https://www.instagram.com/caovivencia.iptsp.ufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;perfil no Instagram&lt;/a&gt; com informações contínuas sobre o cuidado e o bem-estar dos animais, no segundo semestre de 2025 foi realizado o evento "Cultura Oceânica no Cerrado", alinhado ao tema da 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atualmente, o CãoVivência organiza ações em escolas municipais de Goiânia e Aparecida de Goiânia, com o objetivo de fortalecer a educação ambiental e humanitária desde a base. Além disso, estão sendo planejados novos eventos para o mês de outubro, quando se celebra o Dia Mundial dos Animais, e para dezembro, período em que, infelizmente, há um aumento dos casos de abandono devido às festas de fim de ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/Adocao_Responsavel_%282%29.png" alt="Cãovivência" width="100%" height="auto" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Da esq. para a dir.: Timilique, Sócrates e Ralf foram salvos graças à adoção responsável &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Arquivo Pessoal&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Histórias de adoção responsável&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O designer gráfico Mailson Diaz conta que já adotou diversos cães e gatos que encontrou abandonados nas ruas. Sua adoção mais recente foi um cachorro chamado Timilique. Ele conta que conhecia o cachorro das ruas do seu bairro, onde diversos animais vivem em situação de rua. Timilique foi adotado depois que Mailson o encontrou com ferimentos na coxa e na orelha, que precisou ser amputada devido à gravidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na época, Mailson até tentou encontrar um lar para o animal, mas acredita que, por ser um cachorro adulto, de grande porte e sem raça definida (SRD), ninguém demonstrou interesse. No fim, o que era para ser um lar temporário se tornou permanente. Hoje Timilique divide o lar com três gatas resgatadas das ruas ainda filhotes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em outro caso, a estudante Thaís Teixeira conta que adotou dois cães sem raça definida. O primeiro foi Sócrates, um cão de grande porte que, apesar de já ter um tutor, era deixado nas ruas do bairro. Ela sempre colocava água e comida na calçada para o cão e, depois de um tempo, o adotou com autorização do antigo tutor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seu segundo cão foi Ralf, adotado no período de chuvas. Na época ele estava magro e com aspecto de abandono. Thaís conta que decidiu adotá-lo após vê-lo encharcado em um dia de chuvas fortes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Comentários e sugestões&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;a href="mailto:jornal@ufg.br" target="_blank" rel="noopener"&gt;jornalufg@ufg.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 05 May 2026 11:52:50 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/200691-projeto-promove-conscientizacao-sobre-bem-estar-animal</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Estudo com 9 mil genomas revela como variantes e vacinação moldaram a covid-19 em Goiás</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Covid" title="Covid" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/vacinacao_drive_thru_universidade_estadual_do_rio_de_janeiro_uerj_tnrgo_abr_2502214594_0.webp?1777919905" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Análise da UFG identifica três fases de evolução do vírus e mostra impacto da imunização na redução da gravidade&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Marina Sousa&lt;br /&gt;Ana Laura de Sene Amâncio Zara&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma equipe de pesquisadores liderada pelo professor José Alexandre Diniz-Filho, coordenador do Núcleo de Modelagem do Centro de Excelência em Tecnologia e Inovação em Saúde (Ceti-Saúde) da Universidade Federal de Goiás (UFG), examinou quase 9 mil genomas do SARS-CoV-2 coletados no estado entre 2020 e 2024. O objetivo era compreender como as mudanças genéticas do vírus e o surgimento de novas variantes influenciaram o número de casos e mortes por covid-19 em Goiás, não apenas rastreando as variantes já catalogadas, mas acompanhando de forma contínua a diversidade genética do vírus mês a mês.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O diferencial do &lt;a href="https://www.frontiersin.org/journals/microbiology/articles/10.3389/fmicb.2025.1639187/full" target="_blank" rel="noopener"&gt;estudo&lt;/a&gt;, que teve apoio do INCT em Ecologia, Evolução e Conservação da Biodiversidade, é que, em vez de observar somente as "variantes de interesse" amplamente conhecidas, a equipe utilizou análises evolutivas para capturar qualquer transformação relevante no material genético viral, mesmo antes de ela ganhar nome oficial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A análise identificou três períodos de transformação genética acelerada. O primeiro ocorreu no início de 2021 e corresponde à chegada da variante gama ao estado, provocando aumento expressivo de casos e óbitos. O segundo, no final de 2021, marcou a entrada da ômicron, responsável pelo maior salto genético já observado no estudo, que se espalhou rapidamente por sua altíssima transmissibilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O terceiro pico ocorreu no fim de 2023 e, embora não estivesse associado a uma nova variante de preocupação, demonstrou que o vírus continuava evoluindo mesmo em fases mais estáveis da pandemia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Esse estudo ajuda a compreender como o vírus da covid-19 evoluiu em Goiás e destaca a importância de manter sistemas de vigilância eficientes, mostrando como o trabalho conjunto entre ciência, monitoramento constante e vacinação pode reduzir danos e salvar vidas", explica José Alexandre, que também é professor do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFG.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/vacinacao_drive_thru_universidade_estadual_do_rio_de_janeiro_uerj_tnrgo_abr_2502214594_0.webp" alt="Covid" width="700" height="419" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Vacinas foram fundamentais para o controle da pandemia &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O papel das vacinas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre todas as variantes, a ômicron se destacou como a mais distante geneticamente das versões anteriores do vírus, o que explica sua capacidade de escapar parcialmente da imunidade adquirida. Apesar do grande número de infecções que provocou, o impacto em hospitalizações e mortes foi significativamente menor do que em períodos anteriores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A explicação está na conjuntura imunológica do momento: quando a ômicron emergiu, a campanha de vacinação já havia alcançado parcela significativa da população goiana, somando-se à imunidade adquirida por infecções anteriores. Esse contexto de proteção acumulada amorteceu o potencial destrutivo da variante, e o estudo transforma essa observação em evidência científica, demonstrando de forma mensurável como a vacinação alterou a relação entre transmissão e gravidade da doença.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Desigualdade geográfica na disseminação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O vírus não se espalhou de maneira uniforme pelo território goiano. Ele seguiu a geografia humana. Regiões de menor densidade populacional registraram também menor diversidade genética viral, o que sugere circulação mais restrita e menos oportunidades de mutação. Em contraste, Goiânia e seu entorno metropolitano atuaram como "portas de entrada" e redistribuição das variantes, refletindo o peso da mobilidade urbana na dinâmica epidemiológica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O dado aponta que ignorar a estrutura demográfica e os fluxos de deslocamento no desenho de políticas de vigilância é desperdiçar informação essencial para entender e conter a propagação do vírus.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O estudo evidencia que a genômica deixou de ser um recurso auxiliar para se tornar um instrumento de inteligência epidemiológica. Segundo os pesquisadores, rastrear a evolução do vírus em tempo real não apenas descreve o que aconteceu, mas permite antecipar o que está por vir, oferecendo às autoridades de saúde uma janela de antecipação antes que novas ondas se consolidem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, a pesquisa propõe um modelo de vigilância contínua como componente estrutural da gestão pública em saúde, colocando Goiás na fronteira de uma abordagem que ancora decisões políticas em evidência científica robusta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.frontiersin.org/journals/microbiology/articles/10.3389/fmicb.2025.1639187/full" target="_blank" rel="noopener"&gt;Acesse aqui o artigo &lt;em&gt;Temporal dynamics of SARS-CoV-2 phylogenetic diversity in Central Brazil reveals evolutionary shifts among variants of concern during the pandemic&lt;/em&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 04 May 2026 15:44:33 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/200656-estudo-com-9-mil-genomas-revela-como-variantes-e-vacinacao-moldaram-a-covid-19-em-goias</link>
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      <title>Comunidade é capacitada para turismo sustentável nas Chaminés de Fada de Goiás</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Chaminés de Fada" title="Chaminés de Fada" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/chamines_de_fada2.png?1777552723" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Ação extensionista da UFG reuniu moradores, pesquisadores e parceiros para valorizar patrimônio geológico inédito&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 1000px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/chamines_de_fada2.png" alt="Chaminés de Fada" width="1000" height="663" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Rochas de resistências distintas se desgastam em velocidades diferentes, adquirindo o formato de "torres" &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: IFTV – Nordeste Goiano&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Da Redação&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Programa de Pós-Graduação em Geociências (PPGGEA) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Federal de Goiás (FCT/UFG) promoveu, no dia 11 de abril, uma ação extensionista no distrito de Pouso Alto (GO), com foco no conhecimento da comunidade local para o desenvolvimento do turismo sustentável na área &lt;a href="/n/195374-ufg-participa-de-descoberta-inedita-de-chamines-de-fada-no-brasil"&gt;conhecida como Chaminés de Fada&lt;/a&gt; e entorno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A iniciativa, idealizada pela mestranda Ana Cláudia Alves, sob orientação da professora Joana Sanchez e coorientação da professora Giovanna Tavares, foi realizada em coparticipação com o Instituto Federal Goiano – Campus Campos Belos, representado pela professora Francielle Rego; o Sebrae Goiás, representado pelo gerente regional Cléber Chagas; além de profissionais convidados, como o espeleólogo e guia de turismo Bernardo Menegale, da agência Ecológica Turismo, o resgatista Ricardo Luz e o proprietário da área onde se localizam as formações, Rodrigo Ferreira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante a manhã, foram realizadas palestras voltadas à comunidade local, abordando temas como geologia, turismo, segurança, gestão e empreendedorismo. A atividade teve como objetivo preparar os moradores para a recepção de visitantes, promovendo a valorização do território, a geração de renda e a conservação ambiental.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como parte da ação educativa, foram distribuídos materiais informativos explicando, de forma acessível, o processo de formação geológica das Chaminés de Fada e destacando a importância de sua preservação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Erosão diferencial&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As chaminés de fada também são conhecidas como &lt;em&gt;demoiselles&lt;/em&gt; – palavra francesa para "moças" ou "donzelas", em alusão às formas esguias e elegantes. Um dos exemplos mais famosos são as formações da Capadócia, na Turquia, mas elas também estão no Bryce Canyon (Estados Unidos) e nos Alpes franceses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As formações são resultado da chamada erosão diferencial, um processo lento em que camadas de rocha com diferentes resistências à erosão se desgastam em velocidades distintas ao longo do tempo. No caso das chaminés de fada de Campos Belos, o curso de um rio escavou as partes mais moles das rochas, dando forma às "torres", enquanto as rochas mais duras ficaram no topo dessas colunas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Formações do tipo já foram registradas no Brasil, mas em escala bem menor, o que torna a descoberta em Goiás inédita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/chamines_de_fada1.png" alt="Chaminés de Fada" width="700" height="464" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Participantes fizeram uma visita guiada às formações &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: IFTV – Nordeste Goiano&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Visita guiada&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No período da tarde, foi realizada uma visita técnica guiada às formações, com a participação dos primeiros condutores locais e demais membros da comunidade interessados. A atividade prática possibilitou a aproximação entre conhecimento científico e vivência territorial, visando fortalecer o protagonismo comunitário no processo de desenvolvimento de um turismo responsável e sustentável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os registros audiovisuais da ação foram realizados pelos estudantes Kalleu e João Felipe, do IFTV – Nordeste Goiano, para a documentação e a divulgação da iniciativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ação integra um conjunto de atividades previstas no processo de estruturação do território como destino de turismo de base sustentável, científica e comunitária, alinhado às diretrizes de geoconservação, valorização do patrimônio natural e fortalecimento da economia local.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 09:46:37 -0300</pubDate>
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