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    <title>Jornal UFG </title>
    <description>UFG - Jornal Online</description>
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    <item>
      <title>Sob o som da chuva, estudantes aprendem sobre compostagem e sustentabilidade</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Compostagem" title="Compostagem" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/compostagem_1.png?1776423599" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Ação de extensão da FIC/UFG foi realizada na Escola Municipal Amancio Seixo Brito&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 1000px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/compostagem_1.png" alt="Compostagem" width="1000" height="663" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Estudantes aprendem compostagem na prática &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Jade Ticks&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Da Redação&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quatro turmas de estudantes do nono ano da Escola Municipal Amancio Seixo Brito participaram, na manhã da última quarta-feira (15/4), de uma oficina de compostagem promovida pelo projeto de extensão &lt;a href="https://www.instagram.com/c.compoo/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Compostagem Comunitária: a contribuição da comunicação no processo&lt;/a&gt; (Compô), da Faculdade de Informação e Comunicação (FIC) da Universidade Federal de Goiás (UFG). A atividade foi impulsionada pelo engajamento da professora de Ciências, Celice Souza Novais, que, com apoio de colegas, mobilizou a comunidade escolar para a realização da oficina no quintal da escola no Jardim Balneário Meia Ponte, em Goiânia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A iniciativa contou com a presença de cinco integrantes do projeto: Jade Ticks (Jornalismo), Matheus dos Santos Vieira (Publicidade e Propaganda), Laleska Pinheiro de Oliveira (Engenharia Florestal), Gregor Kux, oficineiro e produtor de Terra Preta, e Lisbeth Oliveira, professora da FIC e coordenadora do projeto. Participaram ainda os estudantes da disciplina de Núcleo Livre Comunicação e Agroecologia Gustavo Ribeiro de Almeida (Direito/UFG), Julia Souza Lima e Vinícius Kennedy Freitas de Calvares (PP/UFG), bem como Luciana Oliveira (RP/UFG) e Pedro Henrique Nunes (Física Médica/UFG), os dois do Projeto Raizes do Saber, que realiza atividade similar em escolas públicas de Goiânia, com apoio do gabinete do Vereador Edward Madureira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar da chuva forte e do barulho intenso no teto metálico da quadra da escola, os cerca de 100 participantes ouviram atentos as palavras iniciais de saudação de Lisbeth e Gregor. O produtor explicou como a compostagem contribui para a descarbonização da atmosfera. Segundo ele, o húmus – produto final do processo – retém carbono no solo, melhora sua estrutura e aumenta sua capacidade de sequestrar carbono da atmosfera. Além disso, ao transformar resíduos orgânicos em adubo, a compostagem evita que esses materiais sejam destinados a aterros sanitários, onde liberariam metano (CH₄), um gás de efeito estufa cerca de 25 vezes mais potente que o dióxido de carbono (CO₂).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A manhã teve sequência com a participação da palhaça Karrapicha, personagem da artista circense goiana Danielle Alencar. Em uma apresentação interativa, ela convidou os estudantes a mergulhar no universo do circo por meio de brincadeiras e dinâmicas que estimularam o riso e a participação coletiva.&lt;br /&gt;Em seguida, os estudantes foram divididos em dois grupos para a realização da oficina de compostagem, conduzida sob uma tenda ao lado da quadra. A implantação da composteira cilíndrica foi realizada por Laleska e Gregor, que demonstraram, na prática e junto com os estudantes, a importância da compostagem e como alimentar corretamente a composteira com os resíduos orgânicos gerados no cotidiano escolar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A atividade foi então repetida com o segundo grupo, que aguardava na quadra para o revezamento, uma vez que a tenda não comportava todos os participantes com proteção adequada contra a chuva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao final foram reunidos naquele mesmo espaço alguns professores e funcionários da escola para uma roda de conversa sobre compostagem. A Compô e seus membros foram apresentados, abordando as várias atividades que o projeto vem desenvolvendo em escolas públicas de Goiânia durante este semestre. Na ocasião, Gregor falou sobre sua experiência com a produção de terra preta, caracterizada por alta retenção de nutrientes e carbono, produzida por populações pré-colombianas há milhares de anos, resultando no acúmulo de resíduos orgânicos, carvão vegetal e cerâmica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/compostagem_2.png" alt="Compostagem" width="700" height="464" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Gregor Kux falou sobre o potencial da compostagem para a descarbonização da atmosfera &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Jade Ticks&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Experiência enriquecedora&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para os participantes, a experiência foi enriquecedora. "Foi um evento muito legal. Aprendi coisas que eu não sabia e quero pesquisar mais sobre", afirmou Valéria Braga, estudante do nono ano da escola. Já Gustavo Ribeiro, estudante de Direito da UFG, destacou: "Não sabia o que era uma composteira, e foi muito interessante ver como fazer uma na prática, e com uma rica explicação".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Representantes do projeto Raízes do Saber também ressaltaram a importância da iniciativa. "Projetos como esse são muito importantes para a integração das crianças aos conhecimentos sobre o solo", disse Pedro Henrique Nunes. "Estamos com várias ideias para somar com a Compô", acrescentou Luciana Oliveira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A próxima oficina em escola está prevista para maio. As informações são divulgadas no &lt;a href="https://www.instagram.com/c.compoo/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram da Compô&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Comentários e sugestões&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;a href="mailto:jornal@ufg.br" target="_blank" rel="noopener"&gt;jornalufg@ufg.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 08:11:40 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/200259-sob-o-som-da-chuva-estudantes-aprendem-sobre-compostagem-e-sustentabilidade</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Doença de Chagas: HC-UFG oferece atendimento multidisciplinar com especialistas</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Barbeiro" title="Barbeiro" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/barbeiro_chagas_3.webp?1746014585" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Além de contar com um ambulatório especializado, Hospital das Clínicas é um polo de pesquisas na área&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Thalízia Ferreira&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Instituído em 2019 pela Organização Mundial da Saúde, o Dia Mundial de Conscientização da Doença de Chagas, celebrado em 14 de abril, reforça a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do tratamento de uma enfermidade que ainda afeta milhões de brasileiros. Descrita em 1909 pelo cientista Carlos Chagas, a doença é causada pelo protozoário &lt;em&gt;Trypanosoma cruzi&lt;/em&gt; e tem como principal vetor o inseto &lt;em&gt;Triatoma infestans&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Historicamente negligenciada, a doença está associada a determinantes sociais como pobreza, moradia precária e falta de saneamento básico. Em Goiás, embora a incidência esteja controlada desde 2006, após a erradicação do principal vetor, ainda há alta prevalência de casos crônicos, com pacientes infectados no passado que hoje apresentam complicações cardíacas e digestivas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Ambulatório de Doença de Chagas do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás (HC-UFG), administrado pela HU Brasil, oferece atendimento multidisciplinar, com especialistas em cardiologia, gastroenterologia, coloproctologia e infectologia. "O ambulatório oferece acompanhamento completo e integrado, permitindo que o paciente realize exames e tratamento de forma gratuita, com suporte de diferentes especialidades, o que é fundamental diante da complexidade da doença", destaca o médico infectologista João Victor Soares Coutinho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Goiás também se destaca como polo de pesquisa na área, com estudos desenvolvidos no HC-UFG, que investiga a resposta sorológica de pacientes tratados com benznidazol.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Leia também:&lt;/strong&gt; &lt;a href="/n/190757-iniciativa-envolve-comunidade-e-saude-publica-na-luta-contra-a-doenca-de-chagas"&gt;Iniciativa envolve comunidade e saúde pública na luta contra a Doença de Chagas&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/barbeiro_chagas_3.webp" alt="Barbeiro" width="700" height="419" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Inseto "barbeiro" é o vetor do protozoário &lt;em&gt;Trypanosoma cruzi&lt;/em&gt; &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Agência Brasil/EBC&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Transmissão e tratamento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além da transmissão vetorial, a infecção pode ocorrer por transfusão sanguínea, transplante de órgãos, ingestão de alimentos contaminados e, também, de forma vertical, da mãe para o bebê durante a gestação. "A doença pode ser adquirida por diferentes vias, não apenas pela picada do barbeiro, mas também por transfusão, transplante e ingestão de alimentos contaminados, o que exige atenção constante das autoridades de saúde e da população", afirma João Victor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O tratamento pode seguir duas abordagens: o uso de medicamentos tripanocidas, indicados principalmente nas fases iniciais e em casos específicos da fase crônica, e o manejo clínico das complicações, como arritmias, insuficiência cardíaca, megaesôfago e megacólon. O diagnóstico e acompanhamento são realizados pelo Sistema Único de Saúde, com exames disponíveis gratuitamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo com avanços no controle da transmissão, a Doença de Chagas segue como um desafio de saúde pública, exigindo vigilância contínua, ampliação do diagnóstico e fortalecimento das ações de conscientização.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rede HU Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O HC-UFG faz parte da Rede HU Brasil desde dezembro de 2014. Criada por meio da Lei nº 12.550/2011 e vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a HU Brasil nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). É responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e a instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 14 Apr 2026 13:30:44 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/200156-doenca-de-chagas-hc-ufg-oferece-atendimento-multidisciplinar-com-especialistas</link>
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    </item>
    <item>
      <title>O desenho de Marcelo Solá no encalço do mundo</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Artigo Exposição" title="Artigo Exposição" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/capa_paulo_duarte.png?1776181487" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Exposição "Ainda assim por isso mesmo" reúne cerca de 90 obras do artista goiano&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 1000px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/artigo_exposicao_%282%29.jpg" alt="Artigo Exposição" width="1000" height="666" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Exposição &lt;em&gt;Ainda assim por isso mesmo&lt;/em&gt;, de Marcelo Solá, está em cartaz no Centro Cultural Octo Marques &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Paulo Rezende&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Paulo Duarte-Feitoza&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há três anos que Goiânia não recebia uma grande exposição individual de Marcelo Solá, um de seus artistas mais celebrados. Para quem visitou, em 2023, no Centro Cultural UFG, a exposição &lt;em&gt;Os desenhos inéditos do Gabinete Vermelho&lt;/em&gt;, a experiência ainda ecoa, ao menos na minha memória, mas certamente também na de quem passou por aquela galeria e se deixou envolver pelas paredes vermelhas que abraçavam trabalhos tão singulares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um ano depois, em 2024, Mariana Belley e Jarleo Barbosa, à frente da organização de um dos eventos recentes mais marcantes da cidade, o festival &lt;em&gt;Fabular – Para ler o mundo&lt;/em&gt;, me convidaram para conversar com o artista. Confesso: me preparei, e muito. Havia uma admiração já consolidada por sua obra, mas também um certo receio diante da possibilidade de não conseguir acessar aquilo que a tornava tão singular. A conversa, fluida, generosa, escapou ao roteiro previsto e se construiu em torno de temas que hoje me parecem centrais em seu trabalho: a arquitetura do desenho, sua iconografia pessoal e, sobretudo, a importância de &lt;em&gt;ver&lt;/em&gt; o mundo com atenção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É com essas duas memórias, o impacto daquela exposição e a experiência direta do encontro, que visitei, já por três vezes, na &lt;a href="https://www.instagram.com/p/DW33QVsDeOO/" target="_blank" rel="noopener"&gt;nova individual em cartaz&lt;/a&gt; no Centro Cultural Octo Marques, &lt;em&gt;Ainda assim por isso mesmo&lt;/em&gt;, com curadoria de Daniela Labra. Não se trata apenas de uma nova mostra, mas de um retorno aguardado num equipamento cultural público goianiense, que recoloca sua obra em circulação na cidade e convida o público a reencontrá-la sob outras condições de leitura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta nova individual, algo se organiza, para mim, de maneira ainda mais evidente: o desenho como estrutura orgânica. Mesmo quando opera na pintura, seu trabalho parece sempre partir do desenho, como se ele fosse seu verdadeiro arquiteto, o princípio organizador de formas, tensões e narrativas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/artigo_exposicao_%281%29.jpg" alt="Artigo Exposição" width="700" height="466" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Exposição &lt;em&gt;Coleção hidrolands grafisch atelier&lt;/em&gt; &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Paulo Rezende&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não é irrelevante lembrar que o artista integra uma geração de artistas goianos que, a partir dos anos 1990, passa a tensionar certos legados modernistas, experimentando uma linguagem decididamente contemporânea e, sobretudo, reelaborando o urbano de maneira singular. Em sua produção, essa dimensão aparece como uma espécie de ruído incorporado, um campo de forças que atravessa e organiza suas imagens.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa percepção se amplia quando consideramos a exposição &lt;em&gt;Coleção hidrolands grafisch atelier&lt;/em&gt;, que acompanha a individual, e que reúne uma seleção da coleção do artista, organizada por ele em parceria com Isabela Preto, com expografia de Cleandro Elias. Ali, torna-se visível uma constelação de afinidades: artistas cuja produção gravita em torno do desenho ou de um entendimento de mundo dito primigênio (Demir, Poteiro, Siron, Pitágoras, Pedro Kastelijns, Chico Silva, Conceição Silva, Emília Simon, Moacir, entre tantos outros), muitas vezes atravessado por um gesto que poderíamos chamar, sem ingenuidade, de primário ou inaugural.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vejo nesses trabalhos uma aposta na força inaugural do traço, naquele momento em que desenhar é também uma forma de descobrir o mundo, quase que pela primeira vez. Nesse sentido, a coleção não funciona como apêndice, mas como chave de leitura, permitindo compreender gostos, recorrências e aproximações que atravessam sua própria produção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Chamam a minha atenção, nesse contexto, os trabalhos realizados a quatro mãos, especialmente aqueles desenvolvidos em parceria com Estêvão Parreiras e Pablo Martin. Há neles uma dimensão de abertura e de generosidade que desloca a ideia de autoria como território fechado. A história da arte oferece precedentes para esse tipo de gesto, e aqui ele se apresenta como desdobramento quase natural de um pensamento compartilhado que se constrói em relação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste sentido, a exposição atual não apenas reafirma a consistência de sua pesquisa, mas também amplia suas possibilidades de leitura, ao colocar obra e coleção em diálogo direto. Para quem já acompanhava seu trabalho, trata-se de um reencontro; para quem chega agora, de uma porta de entrada privilegiada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao final, o que permanece é a impressão de que o desenho, aqui, é, além de linguagem, uma forma de "escuta" visual. Um modo de organizar os barulhos do mundo sem silenciá-los, de dar forma ao que é disperso sem fixá-lo completamente. Talvez seja justamente por isso que esta seja uma exposição que se experimenta, e que merece ser visitada com tempo e atenção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A já recorrente citação de Paul Klee sobre a linha como um ponto que sai a passeio tornou-se, por sua repetição, quase indigesta. Ainda assim, aqui, é difícil não lembrá-la. Porque, no trabalho de Marcelo Solá, as linhas de fato saem. E, sobretudo, passeiam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Paulo Duarte-Feitoza&lt;/strong&gt; é curador, professor da Faculdade de Artes Visuais da UFG e membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA).&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 14 Apr 2026 13:04:46 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/200155-o-desenho-de-marcelo-sola-no-encalco-do-mundo</link>
      <guid>https://jornal.ufg.br/n/200155-o-desenho-de-marcelo-sola-no-encalco-do-mundo</guid>
    </item>
    <item>
      <title>UFG lidera estudo que alerta para crise na formação médica no Brasil</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Enamed" title="Enamed" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/capa_enamed.png?1776097005" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Artigo publicado em periódico internacional analisa expansão acelerada de escolas médicas&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Da Redação&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pesquisadores da Universidade Federal de Goiás (UFG), em colaboração com docentes da Universidade Federal de Jataí (UFJ) e do Centro Universitário São Camilo, &lt;a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/jep.70436" target="_blank" rel="noopener"&gt;publicaram um artigo&lt;/a&gt; que discute a qualidade da formação médica diante da rápida expansão dos cursos de Medicina no país. O estudo foi publicado na revista científica internacional &lt;em&gt;Journal of Evaluation in Clinical Practice&lt;/em&gt;, referência na área de avaliação clínica e educação em saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No artigo, os pesquisadores analisam criticamente os primeiros resultados do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), criado pelo Ministério da Educação para verificar se estudantes concluintes de Medicina atingiram as competências mínimas exigidas para o exercício profissional. A publicação foi coordenada pelo professor Claudio Andre Barbosa de Lira (UFG) e tem a participação dos pesquisadores Bráulio Evangelista de Lima e Núbia de Souza Lobato, da UFJ; João Victor Rosa de Freitas e Paulo Sérgio Sucasas da Costa, da UFG; e Fernanda Patti Nakamoto, do Centro Universitário São Camilo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo os autores, o Brasil mais que triplicou o número de escolas médicas nas últimas duas décadas, passando de 143 para 448 instituições. Embora essa ampliação busque responder à carência de médicos e à desigualdade regional na distribuição desses profissionais, os resultados iniciais do Enamed indicam sinais preocupantes: mais de 13 mil concluintes não atingiram o padrão mínimo de proficiência estabelecido no exame, o que levanta preocupações sobre segurança do paciente, equidade no acesso à saúde e planejamento do sistema público.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ferramenta diagnóstica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O artigo argumenta que o Enamed não deve ser visto como instrumento punitivo, mas como ferramenta diagnóstica para identificar fragilidades estruturais da formação médica no Brasil. Os autores defendem que os resultados devem subsidiar políticas públicas voltadas ao fortalecimento da acreditação dos cursos, melhoria da infraestrutura de formação clínica, ampliação de vagas de residência médica e maior supervisão regulatória.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o professor Claudio Andre, a discussão extrapola o cenário brasileiro. "A experiência do Brasil oferece um alerta relevante para outros países: expandir cursos de Medicina sem mecanismos robustos de garantia de competência mínima pode comprometer, em vez de fortalecer, a qualidade da assistência à saúde", destaca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/jep.70436" target="_blank" rel="noopener"&gt;Acesse aqui o artigo completo &lt;em&gt;More Doctors, Less Competency? A Quality Crisis in Brazilian Medical Education&lt;/em&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 13:16:31 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/200116-ufg-lidera-estudo-que-alerta-para-crise-na-formacao-medica-no-brasil</link>
      <guid>https://jornal.ufg.br/n/200116-ufg-lidera-estudo-que-alerta-para-crise-na-formacao-medica-no-brasil</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Pesquisa mapeia diversidade genética do autismo em crianças goianas</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Pesquisa autismo" title="Pesquisa autismo" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/WhatsApp_Image_2026-04-08_at_14.34.21.jpeg?1775756936" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Estudo da UFG também revela desigualdade do acesso ao diagnóstico&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Arthur Gabriel&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma pesquisa desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular da Universidade Federal de Goiás (UFG) buscou compreender o perfil genético de crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e atendidas no Centro Estadual de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (CRER). Por meio da análise de 1.095 prontuários, a geneticista Elza Uchoa identificou 102 variantes genéticas relacionadas ao TEA, 21 variações no número de cópias de DNA, 70 genes com impacto funcional e 10 alterações cromossômicas estruturais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os resultados, segundo a pesquisadora, oferecem uma base sólida para ampliar o conhecimento sobre as principais vias genéticas envolvidas no neurodesenvolvimento. Os dados podem contribuir, por exemplo, para a construção de modelos integrativos de genótipo-fenótipo, que relacionam a alteração genética à manifestação clínica da criança.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, o genótipo – a composição genética (o que está "escrito" no DNA) – e o fenótipo – que é a característica observável ou manifestação clínica – passam a ser analisados por meio de dados genéticos detalhados para prever, com maior precisão, como uma mutação ou variação específica no genoma está ligada ao quadro clínico apresentado, no caso, o autismo. Em outras palavras, a informação genética se transforma em uma ferramenta de diagnóstico e prognóstico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Para profissionais de saúde, os achados ajudam a direcionar o raciocínio clínico e a importância do aconselhamento genético, reforçando a importância de uma avaliação genética combinada, que integra diferentes metodologias laboratoriais para capturar a complexidade do Transtorno do Espectro Autista de forma mais precisa e informativa", detalha Elza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesquisa foi orientada pelo professor Aparecido Divino da Cruz, da PUC Goiás, e coorientada pela professora Thaís Cidália Vieira Gigonzac, da Universidade Estadual de Goiás (UEG). O estudo foi desenvolvido em colaboração com o Núcleo de Pesquisas "Replicon" da PUC Goiás.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f5f5f5; padding: 15px 30px; border-radius: 3px; font-size: 11pt; max-width: 800px; margin: auto; color: #444444;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O QUE É O AUTISMO?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do desenvolvimento cerebral do indivíduo, que pode afetar comunicação, interações sociais e determinados comportamentos. O termo "espectro" sugere que o TEA é uma condição complexa, multifatorial e que se manifesta de forma singular em cada pessoa, com necessidade de cuidados em todos os níveis de suporte. O autismo passou por diferentes classificações ao longo dos anos. Somente entre 1970 e 1980 essa condição passou a ser vista como um transtorno distinto do neurodesenvolvimento, com múltiplos níveis de intensidade e apresentações clínicas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Ministério da Saúde&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Desigualdades no diagnóstico&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesquisa também revela um quadro de desigualdade no acesso à saúde. Dos 1.095 prontuários analisados, apenas em 492 as crianças tiveram acesso a testes genéticos, o que representa um descompasso entre a necessidade diagnóstica e a disponibilidade real de recursos no SUS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A análise mostrou que, embora existam tecnologias modernas capazes de identificar variantes de alto impacto ofertadas pelo SUS, o acesso é limitado, o que impacta o diagnóstico", ressalta Elza Uchoa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesquisadora argumenta que os dados oferecem subsídios para que políticas públicas ampliem o acesso à genética clínica, reconhecendo-a como uma necessidade social e de saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Ao mapear o perfil epidemiológico, a origem geográfica e os meios de atendimento, o estudo evidencia desigualdades regionais e socioeconômicas. Esses dados oferecem subsídios para políticas públicas, demonstrando que a ampliação do acesso à genética clínica não é apenas uma demanda científica, mas uma necessidade social e de saúde pública".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/WhatsApp_Image_2026-04-08_at_14.34.21.jpeg" alt="Pesquisa autismo" width="700" height="466" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Elza Uchoa produziu um folder que é usado em atividades educativas sobre o autismo &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Arquivo Pessoal&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Acolhimento familiar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao oferecer explicações claras sobre a arquitetura genética do TEA, o estudo também contribui para reduzir a culpabilização familiar e permitir que profissionais de saúde tenham conversas mais precisas com os pais sobre expectativas de desenvolvimento e necessidades de suporte para as crianças.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A tese também desmistifica crenças comuns sobre o autismo, como dizer que há uma única causa para o autismo – a pesquisa confirma a heterogeneidade genética, mostrando múltiplas variantes e genes envolvidos; que genética determina tudo – o efeito das variantes genéticas pode ser leve, forte ou até mesmo não gerar sintomas, variando de pessoa para pessoa; e que um único exame pode diagnosticar o TEA – o diagnóstico exige uma abordagem escalonada e integrativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A ciência avança rapidamente, mas o cuidado humano, baseado em compreensão, apoio familiar, intervenção precoce e acesso equitativo ao diagnóstico, permanece essencial. Com informação qualificada, políticas públicas adequadas e acompanhamento especializado, é possível promover desenvolvimento, autonomia e qualidade de vida para crianças com TEA e suas famílias", afirma a pesquisadora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Divulgação científica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além da contribuição para os estudos do TEA, a pesquisa rendeu um produto educativo e de divulgação científica. Com apoio da Secretaria de Educação de Trindade (GO), Elza produziu um folder utilizado em palestras e campanhas de conscientização sobre o autismo e que também foi incluído na formação de professores na cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A ciência é para todo mundo. É nossa obrigação, enquanto cientistas, falar o que nós fazemos, transpondo o laboratório, o ambiente de pesquisa, para a sociedade", finaliza Elza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 15:00:54 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/200034-pesquisa-mapeia-diversidade-genetica-do-autismo-em-criancas-goianas</link>
      <guid>https://jornal.ufg.br/n/200034-pesquisa-mapeia-diversidade-genetica-do-autismo-em-criancas-goianas</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Projeto FEF Solidária ultrapassa duas toneladas de alimentos doados</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="FEF Solidária" title="FEF Solidária" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/capa_fef_solid%C3%A1ria.png?1775665205" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Iniciativa da Faculdade de Educação Física da UFG promove palestras e minicursos on-line&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Da Redação&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure style="margin: 5px 0 5px 15px; float: right; width: 45%; max-width: 300px; text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 100%; height: auto; border-radius: 5px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/eef75f24-5048-4d2d-99a6-a8700b289787.jpg" alt="FEF Solidária" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 5px 0 10px 0; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Entrega de alimentos a uma instituição participante &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt; | Foto: Divulgação/FEF Solidária&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;O projeto de extensão FEF Solidária, vinculado à Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Goiás (UFG), atingiu a marca de mais de duas toneladas de alimentos destinados a instituições assistenciais. A iniciativa integra produção e disseminação do conhecimento científico com ações de responsabilidade social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O projeto palestras e minicursos on-line mensais, ministrados por pesquisadores convidados de diferentes instituições do país. As atividades abordam temas relevantes nas áreas da saúde, educação física e ciências do esporte. Para participar, os interessados realizam uma inscrição com valor acessível, e toda a arrecadação é destinada à compra de alimentos, posteriormente doados a instituições assistenciais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O FEF Solidária é cadastrado na Pró-Reitoria de Extensão (Proex) da UFG e os recursos financeiros são geridos pela Fundação de Apoio à Pesquisa (Funape). Desde sua criação, já participaram do projeto mais de 800 estudantes e profissionais provenientes de todas as regiões do Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com o coordenador do projeto, professor Claudio Andre Barbosa de Lira, a iniciativa reforça o compromisso social da universidade. "A extensão universitária tem um papel fundamental na transformação social. O FEF Solidária mostra que é possível unir ciência, formação acadêmica e impacto social concreto".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 08 Apr 2026 13:23:53 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/200004-projeto-fef-solidaria-ultrapassa-duas-toneladas-de-alimentos-doados</link>
      <guid>https://jornal.ufg.br/n/200004-projeto-fef-solidaria-ultrapassa-duas-toneladas-de-alimentos-doados</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Ações da universidade acolhem e apoiam migrantes</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Cátedra Sérgio Vieira de Melo" title="Cátedra Sérgio Vieira de Melo" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/Captura_de_tela_2026-04-07_120626.png?1775661570" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Cátedra Sérgio Vieira de Mello completa cinco anos transformando o cenário e os estudos sobre a migração&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Kharen Stecca&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O estudo sobre migrações e refugiados tornou-se um tema de urgência global e nacional, especialmente nos últimos dez anos, quando o Brasil passou a ser um importante destino de acolhimento, exigindo atualizações legislativas e um olhar atento da academia. Para a Universidade Federal de Goiás (UFG), a presença de um núcleo dedicado a esse tema é fundamental, pois permite que a instituição não fique alheia aos debates políticos e sociais contemporâneos, transformando a pesquisa em suporte real para quem mais precisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com essa perspectiva, a UFG passou a participar, em 2021, da &lt;a href="https://csvm.ufg.br/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Cátedra Sérgio Vieira de Melo&lt;/a&gt; (CSVM), da Agência da Organização das Nações Unidas para Refugiados (Acnur). "Essa participação estratégica colocou a UFG em um patamar de excelência reconhecido internacionalmente, permitindo uma conexão contínua com outras instituições brasileiras que compartilham esse compromisso", explica a professora Andréa Vettorassi, coordenadora da Cátedra na UFG.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Cátedra Sérgio Vieira de Mello funciona, segundo a coordenadora, como um selo de qualidade que chancela o trabalho da Universidade, organizando ações que já eram realizadas e ampliando as frentes de ensino, pesquisa e extensão voltadas a imigrantes e refugiados. Trata-se de um espaço interdisciplinar que agrega diversas unidades acadêmicas e programas de pós-graduação, como Sociologia, Direitos Humanos, Ciência Política e História, visando a integração e a proteção dessa população. Ao todo já existem 41 cátedras como a da UFG.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Leia também:&lt;/strong&gt; &lt;a href="/n/181726-catedra-sergio-vieira-de-mello-oferece-atendimento-psicologico-para-imigrantes-e-refugiados"&gt;Cátedra Sérgio Vieira de Mello oferece atendimento psicológico para imigrantes e refugiados&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/Captura_de_tela_2026-04-07_120626.png" alt="Cátedra Sérgio Vieira de Melo" width="700" height="456" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Ações sociais são parte das atividades da Cátedra &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Arquivo CSVM&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; margin-top: 12pt; margin-bottom: 12pt;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Impacto direto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A coordenadora ressalta que, ao longo de sua trajetória, a &lt;a href="https://www.instagram.com/csvm.ufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Cátedra&lt;/a&gt; desenvolveu ações de impacto direto, como o ensino de língua portuguesa e a oferta de atendimentos psicológicos e odontológicos para imigrantes. Um dos marcos mais significativos é a viabilização do ingresso de refugiados na pós-graduação da UFG por meio de convênios específicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Atualmente, a Universidade conta com pesquisadores vindos da Venezuela, Angola, Afeganistão e Haiti em seus mestrados e doutorados", ressalta. Além disso, a Cátedra promove o &lt;em&gt;advocacy&lt;/em&gt; que, como explica a professora, leva a Universidade para instâncias de poder e fomenta a produção de publicações científicas e atividades extensionistas em conjunto com outras instituições.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Andréa, desde sua criação, em 2021, em meio aos desafios de integração da equipe impostos pela pandemia de covid-19, a Cátedra já impactou mais de 500 imigrantes no estado de Goiás. O reconhecimento do trabalho foi tamanho que a UFG foi sede do encontro nacional das cátedras em 2022, sendo considerada uma das unidades mais atuantes do país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No âmbito das políticas públicas, a Cátedra incentivou a criação da Associação de Migrantes e Refugiados do Estado de Goiás (Amira), uma instituição autônoma da sociedade civil, e apoiou a construção do plano estadual de políticas públicas para a categoria, tornando Goiás o terceiro estado brasileiro a implementar tal documento. "Essa trajetória de cinco anos reafirma o papel da Universidade como um ponto de apoio essencial e um agente de transformação social", ressalta a coordenadora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/Captura_de_tela_2026-04-07_120538.png" alt="Cátedra Sérgio Vieira de Melo" width="700" height="446" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Cátedra oferece aulas de português como língua de acolhimento; cursos recebem imigrantes de diversos lugares do mundo &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Arquivo CSVM&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Objetivos da Cátedra&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre os objetivos da Cátedra Sérgio Vieira de Melo estão difundir o ensino universitário sobre temas relacionados ao refúgio; promover a formação acadêmica e a capacitação de professores e estudantes dentro da temática; aumentar a quantidade de trabalhos diretos com refugiados em projetos comunitários; permitir o acesso e permanência ao ensino, a revalidação de diplomas, assim como o ensino da língua portuguesa à população de refugiados; fortalecer a Proteção Internacional dos Refugiados; fomentar investigações interdisciplinares no tema; e promover a formação do campo do direito internacional dos refugiados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todos os anos, segundo a coordenação do projeto, é preciso enviar relatórios e mostrar a capacidade da Universidade de continuar atuando junto à Acnur.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/WhatsApp_Image_2026-04-07_at_11.13.45.jpeg" alt="Cátedra Sérgio Vieira de Melo" width="700" height="466" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Encontro da Cátedra realizado na Universidade Federal da Paraíba em 2025 &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Arquivo CSVM&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f5f5f5; padding: 15px 30px; border-radius: 3px; font-size: 11pt; max-width: 800px; margin: auto; color: #444444;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ACNUR&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Agência da ONU para Refugiados (Acnur) no Brasil tem como princípios e funções proteger os refugiados e promover soluções duradouras para seus problemas. O refugiado dispõe da proteção do governo brasileiro e pode obter documentos, trabalhar, estudar e exercer os mesmos direitos que qualquer cidadão estrangeiro legalizado no país. O Brasil é internacionalmente reconhecido como um país acolhedor, mas ainda assim essas pessoas têm dificuldades para se integrar à sociedade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Acnur tem seu escritório central em Brasília e unidades descentralizadas em São Paulo, Manaus e Boa Vista. A agência atua em cooperação com o Comitê Nacional para Refugiados (Conare) e em coordenação com os governos federal, estaduais e municipais, além de outras instâncias do poder público.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Comentários e sugestões&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;a href="mailto:jornal@ufg.br" target="_blank" rel="noopener"&gt;jornalufg@ufg.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 08 Apr 2026 12:18:59 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/199999-acoes-da-universidade-acolhem-e-apoiam-migrantes</link>
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    </item>
    <item>
      <title>UFG lança plataforma que reúne previsões de modelos globais do tempo</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Plataforma CEMPA" title="Plataforma CEMPA" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/capa_plataforma_cempa.png?1775580508" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Ferramenta do CEMPA-Cerrado amplia acesso a dados meteorológicos e permite comparar projeções de sistemas internacionais e nacionais&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Da Redação&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Centro de Excelência em Estudos, Monitoramento e Previsões Ambientais do Cerrado (CEMPA-Cerrado) da Universidade Federal de Goiás (UFG) lançou uma &lt;a href="https://cempa.ufg.br/p/59231-plataforma-para-visualizacao-de-previsoes-meteorologicas-derivadas-de-modelos-com-dominio-global-ppmog-cempa-v1-0" target="_blank" rel="noopener"&gt;nova plataforma&lt;/a&gt; com o objetivo de ampliar o acesso a previsões meteorológicas geradas por alguns dos principais modelos numéricos globais de previsão do tempo. A Plataforma de Processamento e Visualização de Previsões derivadas de Modelos Numéricos Globais (PPMoG_v1.0) foi desenvolvida pela equipe liderada pelo pesquisador Mateus Ferreira e Freitas e teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A plataforma também foi concebida como um instrumento de apoio à educação meteorológica, possibilitando que estudantes, pesquisadores e profissionais tenham acesso facilitado a diferentes sistemas de previsão amplamente utilizados no cenário internacional, favorecendo a compreensão, a comparação e a análise de produtos meteorológicos derivados de modelos numéricos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em sua primeira versão, a plataforma passa a reunir resultados de seis modelos globais amplamente utilizados pela comunidade meteorológica: o AIFS-Single, sistema de previsão baseado em inteligência artificial desenvolvido pelo Centro Europeu de Previsões Meteorológicas de Médio Prazo (ECMWF); o BAM (Brazilian Atmospheric Model), desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe); o GEFS-Avg (Global Ensemble Forecast System), operado pela NOAA/NCEP, dos Estados Unidos; o GEM (Global Environmental Multiscale Model), do Environment and Climate Change Canada (ECCC); o IFS (Integrated Forecasting System), modelo global operacional do ECMWF; e o UKMO-UM (Unified Model), operado pelo Met Office do Reino Unido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/PPMoG.png" alt="Plataforma CEMPA" width="700" height="315" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Interface da plataforma derivada de modelos numéricos globais &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Imagem: Reprodução&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Alcance continental&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A plataforma disponibiliza dois domínios geográficos principais para visualização das previsões: uma área continental ampliada que inclui a América do Sul, a América Central, o Caribe e o sul da América do Norte; e um domínio regional focado nos estados de Goiás e Tocantins, permitindo análises mais direcionadas para a região de atuação do CEMPA-Cerrado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As previsões são atualizadas diariamente, com horizonte que varia de acordo com o modelo numérico utilizado, situando-se entre 120 horas, no caso do UKMO-UM, e até aproximadamente 360 horas em outros modelos globais. Para a maioria dos modelos, são oferecidas duas rodadas diárias de previsão, correspondentes a 00 UTC (21h de Brasília) e 12 UTC (9h de Brasília). A única exceção é o modelo BAM, cujas simulações operacionais disponíveis atualmente correspondem apenas à previsão das 00 UTC.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A plataforma também organiza as variáveis meteorológicas em categorias temáticas, incluindo variáveis de superfície, como temperatura, precipitação, vento e pressão, e variáveis representadas em diferentes níveis de pressão, permitindo análises da estrutura vertical da atmosfera. Além da visualização das previsões, o projeto também contempla a organização e estruturação das saídas brutas desses modelos numéricos, que futuramente deverão compor uma base de dados meteorológicos disponibilizada pelo CEMPA-Cerrado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Comentários e sugestões&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;a href="mailto:jornal@ufg.br" target="_blank" rel="noopener"&gt;jornalufg@ufg.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 13:52:01 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/199971-ufg-lanca-plataforma-que-reune-previsoes-de-modelos-globais-do-tempo</link>
      <guid>https://jornal.ufg.br/n/199971-ufg-lanca-plataforma-que-reune-previsoes-de-modelos-globais-do-tempo</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Pesquisa aborda uso do cinema como resistência à ditadura em Goiás</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Filme Ditadura" title="Filme Ditadura" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/filme_ditadura.png?1775497714" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Dissertação analisa filme produzido para denunciar repressão, precariedade e influência estrangeira&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Thais Teixeira&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma &lt;a href="https://repositorio.bc.ufg.br/tede/items/2f20bd68-303b-446d-b488-34472b520220" target="_blank" rel="noopener"&gt;pesquisa&lt;/a&gt; desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Goiás (UFG) investigou como a juventude goiana se apropriou do cinema como forma de resistência à ditadura militar. Em sua dissertação de mestrado, a pesquisadora Lara Damiane de Oliveira analisou o &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=ye0xGujj764" target="_blank" rel="noopener"&gt;curta-metragem&lt;/a&gt; &lt;em&gt;A Fraude&lt;/em&gt;, produzido em 1968 por um grupo de estudantes de Goiânia e de uma escola de cinema de São Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O filme, dirigido por Jocelan Melquíades de Jesus, conta a história de um estudante que se divide entre o trabalho e os estudos para o vestibular. Ao conferir o resultado do processo seletivo, ele descobre que foi considerado "excedente" – termo que se referia àqueles que, embora tivessem alcançado a nota de corte do curso escolhido, não conseguiam entrar na faculdade por causa do número reduzido de vagas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora seja um enredo de ficção, o filme se baseou em fatos reais, incluindo uma mobilização de estudantes que acusavam a UFG de fraude no vestibular de 1968, no auge da ditadura militar. Eles alegavam que a Faculdade de Medicina havia diminuído arbitrariamente as notas de vários candidatos para impedir que eles atingissem a nota de corte e, assim, eliminar a figura dos excedentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entretanto, interpretações historiográficas e o próprio filme &lt;em&gt;A Fraude&lt;/em&gt; sugerem que a manobra serviu para excluir estudantes com posicionamentos "progressistas" ou "subversivos". Além disso, os estudantes conectavam a falta de vagas e a precarização das universidades aos acordos entre o Ministério da Educação e a agência norte-americana Usaid (United States Agency for International Development).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esses acordos previam que os Estados Unidos prestassem assessoria técnica para a reforma do ensino superior brasileiro. Os estudantes denunciavam esses acordos como uma forma de subserviência do regime militar ao imperialismo dos Estados Unidos e uma tentativa de privatizar ou "desnacionalizar" o ensino.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lara explica que o reitor da UFG à época, Jerônimo Geraldo de Queiroz, teve um desgaste público com o regime militar, porque a Universidade estava com problemas estruturais. O governo obrigava a matrícula de estudantes, mesmo que as universidades não tivessem mais estruturas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A UFG travou esse embate com a ditadura. O ministro da educação, Tarso Dutra, na época, ameaçou intervir novamente na reitoria da UFG, tal qual havia feito com Colemar [Natal e Silva, primeiro reitor da UFG, entre 1961 e 1964]. E foi aí que o vestibular começou a ser eliminatório", acrescenta Lara.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dessa forma, a alegada fraude no vestibular foi vista pelos estudantes não como um erro administrativo isolado, mas como uma extensão da política repressiva da ditadura que buscava controlar o pensamento crítico e moldar a universidade de acordo com os interesses militares e estrangeiros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/filme_ditadura.png" alt="Filme Ditadura" width="700" height="464" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Cena final se passa no Monumento das Três Raças, na Praça Cívica, em Goiânia &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Imagem: Reprodução&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ação cultural como resistência&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesquisa, que foi orientada pelo professor Rafael Saddi Teixeira, revela ainda que a própria realização do filme &lt;em&gt;A Fraude&lt;/em&gt; foi um ato de resistência cultural, utilizando o cinema como ferramenta de luta política para dar voz à revolta estudantil contra o autoritarismo. Grande parte da equipe técnica e do elenco do filme era composta por estudantes que já estavam na mira dos órgãos de repressão, sendo citados em Inquéritos Policiais Militares (IPMs) e relatórios do Sistema Nacional de Informações (SNI).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lara faz um paralelo entre o contexto abordado na pesquisa e o momento atual, em que o Brasil vive uma série de ataques à universidade pública, que colocam em risco a autonomia das instituições.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Questionamentos sobre a liberdade de cátedra – com esse surto de estudantes filmando professores e denunciando supostas doutrinações – e a validade do que é produzido nas universidades, descredibilizando essas instituições, as gestões, os professores… infelizmente é uma tática comum de projetos obscurantistas e negacionistas", aponta a pesquisadora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ela acrescenta que isso se reflete nas percepções dos jovens sobre a universidade. "Se o filme pode nos apontar algo sobre o momento que vivemos, é que a universidade pública é um bem muito valioso da sociedade brasileira e que a juventude, em toda a história, empreendeu grandes lutas políticas para estar na universidade, para que a universidade fosse gratuita e de qualidade".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://repositorio.bc.ufg.br/tede/items/2f20bd68-303b-446d-b488-34472b520220" target="_blank" rel="noopener"&gt;Acesse aqui a dissertação &lt;em&gt;Contra os tigres de papel: juventude, cinema e resistência ao regime militar em Goiás no filme "A Fraude" (1968)&lt;/em&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 14:54:14 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/199940-pesquisa-aborda-uso-do-cinema-como-resistencia-a-ditadura-em-goias</link>
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    <item>
      <title>Livro analisa evolução do cérebro humano e suas relações com aprendizagem e emoções</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Neurociência" title="Neurociência" src="http://jornal.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/KV-6.jpg?1775155877" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Lançamento será no dia 18 de abril, às 18h, no auditório do Adufg Sindicato&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Da Redação&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure style="margin: 5px 0 5px 25px; float: right; width: 45%; max-width: 250px; text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 100%; height: auto; border-radius: 5px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/51LztEC88QL._AC_UF1000_1000_QL80_.jpg" alt="Livro neurociência" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 5px 0 10px 0; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;Imagem: Reprodução&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;A obra &lt;em&gt;Neurociência Básica: Da percepção às emoções&lt;/em&gt;, lançada em 2026 pela editora Dialética, apresenta uma análise da evolução e adaptação do sistema neural ao longo da linhagem dos hominídeos, destacando mudanças morfológicas que levaram à ampliação da substância cinzenta no cérebro dos primatas — fator associado ao desenvolvimento de capacidades cognitivas mais complexas. O lançamento do livro está marcado para o dia 18 de abril, às 18h, no auditório da Adufg Sindicato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assinado por pesquisadores do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Goiás (ICB/UFG), Unifan e Hospital Asmigo, o livro detalha como esse processo evolutivo contribuiu para o desenvolvimento dos lobos frontais e parietais, regiões cerebrais ligadas a funções como linguagem, aprendizado, memória, abstração e motricidade. A partir dessa base, os autores discutem os mecanismos de formação da memória e oferecem interpretações sobre como o cérebro aprende — aspectos relevantes para o campo educacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A publicação também aborda desafios relacionados à aprendizagem, especialmente no contexto de pessoas com deficiências, enfatizando o papel do professor na mediação do conhecimento e na adaptação das estratégias de ensino.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro eixo central da obra é a relação entre estrutura neural, consciência e comportamento. Os autores exploram como a percepção resulta da integração entre sentidos, memória e cognição, e discutem o papel das emoções e da razão na orientação das ações humanas e nos ajustes fisiológicos do organismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O livro é assinado por Paulo Cesar Moreira (ICB/UFG), José Oscar Rodrigues de Morais (ICB/UFG, in memoriam), Stephânia de Oliveira Laudares Moreira (Unifan), Augusto Cesar Malta Laudares Moreira (Hospital Asmigo) e Simone Maria Teixeira de Saboia Morais (ICB/UFG).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 02 Apr 2026 15:53:20 -0300</pubDate>
      <link>https://jornal.ufg.br/n/199900-livro-analisa-evolucao-do-cerebro-humano-e-suas-relacoes-com-aprendizagem-e-emocoes</link>
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