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Universidade Federal de Goiás

Índices econômicos 2010/1

Criada em 23/12/11 00:07. Atualizada em 21/08/14 11:45.

 

Produção Industrial Mensal – Produção Física: Junho de 2010

 

No mês de junho desse ano, a Indústria Goiana registrou um decréscimo de -9,2% em relação ao mês passado, na série com ajuste sazonal. Esse resultado do estado foi o menor dentre os 14 locais pesquisados pelo IBGE - ver tabela abaixo.


 


Na comparação com o mesmo período do ano passado, o setor industrial goiano cresceu 2,0% - série sem ajuste sazonal -, ritmo bem abaixo do observado nos dois últimos meses: 26,8% em abril e 22,6% em maio. Nesta comparação, os principais impactos positivos foram exercidos pelos setores de Minerais não metálicos (17,8%) e Produtos Químicos (15,7%) e pela Indústria Extrativa (3,4%). A maior pressão negativa foi exercida pelo setor de Alimentos e Bebidas (-3,5%), devido à menor produção de maionese, segundo o IBGE.

 

Na comparação com o mês anterior houve recuo de 7,6% para Goiás e de 2,1% para o Brasil, na série sem ajuste sazonal. Para Goiás, quatro setores apresentaram queda: Alimentos e Bebidas (-10,9%), Produtos Químicos (-9,7%), Indústria de Transformação (-8,3%) e Minerais não metálicos (-0,4%). Apenas a Metalurgia Básica (18,4%) e a Indústria Extrativa (0,05%) registraram alta.

 

No ano, Goiás acumula 21,1%, quarto melhor resultado dentre as 14 regiões pesquisadas pelo IBGE, atrás de: Espírito Santo (36,9%), Amazonas (28,2%) e Minas Gerais (22,4%). Nos últimos doze meses Goiás já acumula 12,4%, segundo melhor resultado dentre as 14 regiões pesquisadas pelo IBGE, atrás apenas do Espírito Santo (16,4%).

 

 

Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA: Julho de 2010

 

 

Conforme podemos observar na tabela, em julho de 2010 o IPCA apresentou variações de -0,01% e 0,02% para Brasil e Goiânia, respectivamente. Para Goiânia é a quinta variação positiva no ano, uma vez que em março houve queda e em junho não houve variação. No caso de Goiânia, as maiores contribuições para a pequena variação foram dos seguintes produtos: Tomate (-30,15%), Batata-inglesa (-17,75%) e Cebola (-12,9%). Os grupos de Artigos de residência (-1,39%), Vestuário (-0,65%) e Alimentação e Bebidas (-0,47%) mantiveram a baixa variação do IPCA no município.

 

Tabela - IPCA - Variação (%) e Peso Regional.

 

 

 

Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC: Julho de 2010

 

Em julho de 2010, o INPC apresentou variações de -0,07% para o Brasil e de -0,16% para Goiânia - ver gráfico abaixo. Para Goiânia, o mês de julho é o segundo que apresenta queda, logo após cinco meses consecutivos de alta (janeiro a maio). Os produtos que mais contribuíram para o resultado negativo do município foram: Tomate (-26,6%), Batata-inglesa (-15,9%) e Cebola (-12,4%). Já os grupos com as menores variações foram: Alimentação e Bebidas (-0,92%), Educação (-0,05%) e Vestuário e Comunicação – ambos com queda de 0,01%.

 

 

Gráfico

 

Variações do INPC no Brasil e em Goiás: jul/2010

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços.
 

 

Produção Industrial Mensal – Produção Física: Julho de 2010

 

Na passagem de junho para julho de 2010, a Produção Industrial cresceu em sete das quatorze regiões pesquisada pelo IBGE, na série com ajuste sazonal. Goiás apresentou a maior expansão (10,3%) - à frente da Bahia (3,6%) e do Rio Grande do Sul (3,3%) -, recuperando-se da queda expressiva no mês anterior. Este resultado é segundo mais elevado para o estado no ano de 2010, atrás apenas do mês de fevereiro. Na comparação com igual período do ano anterior, a indústria goiana registrou acréscimo de 3,9%, já descontadas as influências sazonais.

 

Em comparação com o mesmo período do ano anterior e sem ajuste sazonal, Goiás registrou alta de 8,8% em julho, segunda menor variação no ano. Contribuíram negativamente para este resultado: Metalurgia Básica (-13,8%), Indústria Extrativa (-1,9%) e Minerais Não Metálicos (-1,8%). Todavia, contribuíram positivamente: Produtos Químicos (36,3%), Indústria de Transformação (9,7%) e Alimentos e Bebidas (5,5%).

 

Goiás acumula 18,9% no ano e 12,8% nos últimos doze meses, acima da média nacional em ambos os casos - ver tabela abaixo.

 

 

 


 

Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA: Junho de 2010

Conforme podemos observar na Tabela 1, o IPCA não apresentou variação percentual no Brasil em junho de 2010 (0,0%), menor valor desde junho de 2006, quando o índice registrou -0,21%. Em Goiânia houve ligeira variação de 0,01%, segundo menor valor do ano - ver Gráfico 1. Os produtos com as maiores contribuições, no caso de Goiânia, para um índice próximo de zero, foram: Batata - inglesa (-27,84%), Repolho (-23%) e Cenoura (-21,16%). O grupo de Alimentação e Bebidas foi o principal responsável pela queda de 0,37 pontos percentuais do indicador de maio para junho de 2010 (tendo variado -1,49%), seguido por Transportes (-0,07%) e Comunicação (-0,02%). No ano, as menores variações acumuladas foram dos grupos Transportes (-3,38%), Comunicação (-0,11%) e Vestuário (1,78%). Já as maiores variações foram: Alimentação e bebidas (3,77%), Artigos de residência (3,42%) e Habitação (3,40%).

 

Gráfico 1

Variações do IPCA no Brasil e em Goiás: jan-jun/2010

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços.

 

Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC: Junho de 2010

O INPC apresentou variações de -0,11% e -0,26% em Brasil e em Goiânia, respectivamente – ver Tabela 2. No caso do Brasil é a menor variação desse indicador desde junho de 2005, quando o mesmo ficou também em -0,11%. Para Goiânia é o menor valor registrado desde abril de 2006, quando o INPC variou -0,63%. As maiores contribuições para essa baixa variação do INPC em Goiânia foram dos seguintes produtos: Batata – inglesa (-25,3%), Repolho (-21,5%) e Açúcar Cristal (-18,2%).

O INPC acumula no ano em Goiânia 2,38% (Tabela 2). Os grupos que mais contribuíram para esse resultado acumulado no município de Goiânia foram Alimentação e Bebidas (4,8%), Artigos de Residência (4,1%), Habitação (3,6%) e o resultado negativo dos Transportes (-2,1%).

 

Tabela 2 - INPC - Variação (%) e Peso Regional.

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços.


 


 

Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA: Maio 2010

Em maio de 2010, o IPCA apresentou variação de 0,36% em Goiânia. Resultado abaixo da média nacional de 0,42%. Os grupos de Alimentação e Bebidas (-0,18%), Artigos de Residência (-0,18%), Transportes (-010%), Educação (-0,10%) e Comunicação (-0,03%) apresentaram variações negativas dos preços no período analisado, contribuindo para que o resultado de Goiânia se situasse abaixo da média nacional.

Já os grupos de Habitação (1,71%), Vestuário (1,07%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,63%) e Despesas Pessoais (0,86%) tiveram avanço de preços m maio.

 
Fonte: BGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação Índices de Preços

 

 

Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC: Maio 2010

O INPC apresentou variação 0,37% em Goiânia, 0,06 ponto percentual abaixo da média nacional. As maiores variações foram para os seguinte produtos: Feijão carioca (rajado) (22,27%), Cebola (16,21%) e Batata - inglesa (13,79%). As maiores quedas foram: Tomate (-29,33%) e Açúcar Cristal (-12,05%). O INPC acumula, no ano, 3,49% no Brasil e 2,65% em Goiânia.

Fonte: BGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços

 

 

Produção Industrial Mensal – Produção Física: Maio de 2010

No mês de maio desse ano, a Indústria Goiana registrou um decréscimo de -2,4% em relação ao mês passado, na série com ajuste sazonal. É o segundo resultado negativo de Goiás no ano de 2010 nesta comparação. Conforme a Tabela 1, apenas seis dos quatorze locais pesquisados apresentaram acréscimo no estado.

 

No acumulado do ano Goiás apresentou o terceiro melhor resultado (25,7%) entre as 14 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, ficando atrás apenas do Espírito Santo (37,3%) e do Amazonas (29,4%). Contribuíram para tanto fundamentalmente os quatro ramos que apresentaram taxas positivas no estado: Produtos Químicos (179,3%), Alimentos e Bebidas (10,5%), Minerais Não Metálicos (20,6%) e Indústria Extrativa (4,3%). A única pressão negativa no acumulado do ano foi exercida pela Metalurgia Básica (-2,8%). No acumulado dos últimos 12 meses Goiás obteve o melhor resultado de todas as regiões pesquisadas, tendo tido acréscimo de 12,3%.

 

 

Tabela 1

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação da Indústria.

 

Produção Industrial Mensal – Produção Física: Abril de 2010

No mês de abril desse ano, a Indústria Goiana registrou um acréscimo de 4,5% em relação ao mês passado, na série com ajuste sazonal. Este resultado foi o maior dentre os 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Os setores que exerceram maior influência sobre Goiás foram o de Produtos Químicos e o de Minerais não metálicos, respectivamente. As atividades industriais da Indústria de Transformação como um todo, à exceção da Metalurgia básica, apresentaram resultados positivos.