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Universidade Federal de Goiás
Desafio Inovação

1º Desafio SBTA de Inovação premia vencedores

Criada em 19/06/19 17:09. Atualizada em 21/06/19 11:54.

Equipes fizeram propostas para problemas com argamassas e revestimentos em pisos e paredes

O 1º Desafio SBTA de Inovação, realizado durante o XIII Simpósio Brasileiro de Tecnologia das Argamassas da UFG e Comunidade da Construção, premiou as três equipes que apresentaram, segundo a banca julgadora, as propostas mais inovadoras e viáveis para problemas com argamassas de revestimentos em pisos e paredes.

Conheça os projetos premiados:

Desafio Inovação
Premiados Drone Infravermelho

1º - Lugar  -  Drone Infravermelho  da Universidade Católica de Brasília (UCB) -  Inspeção em fachadas por meio de drone, para eliminar distorções termográficas e manter a perpendicularidade. A premiação foi de 3 mil reais em dinheiro.

Equipe: Reinan Coelho Júnior, Guilherme Nobre, José Fernandes Junior e Adria Alves Pereira  Maycon Vieira da Silva e Leandro Ornellas Lins.

Desafio Inovação
Premiados Argamassa Color Sensível

2º - Lugar - Color Sensível da Universidade Federal do Ceará - UFC - Argamassa para detectar problemas de corrosão em armaduras das estruturas de concreto. A premiação foi de 2 mil reais em dinheiro.

Equipe: Wéllida Guimarães, Maycon Bessa e Emamuel Henrique.

Desafio Inovação
Premiados Argamassa Autonivelante

3º - Lugar - Argamassa Autonivelante da Universidade Federal do Pará (UFPA) -  Produzida a partir de cinzas de caroço de açaí e fibras de polipropileno para pisos. A premiação foi de 1 mil reais em dinheiro.

Equipe: Marco Oliveira e Rodrigo Rodrigues, Cláudio Matni e Lucas Castro.

Durante a solenidade, a pró-Reitora adjunta de Pesquisa e Inovação e diretora de Transferência e Inovação Tecnológica da UFG, professora Helena Carasek, destacou a relevância das propostas: “Tivemos dificuldade para selecionar, o nível de todas as equipes foi muito bom, com propostas técnica e comercialmente viáveis. Sugiro que todos sigam em frente, acreditando em suas ideias”, concluiu.

Desafio Inovação
Desafio envolveu várias horas de imersão e mentorias             

 

O Desafio foi organizado pela EECA – Escola de Engenharia Civil e Ambiental da UFG e CEI - Centro de Empreendedorismo e Incubação  da PRPI - UFG. Inicialmente, os alunos enviaram vídeos individuais explicando suas propostas. Em seguida, foram selecionadas 10 equipes para a segunda fase e, ao fim, 5 equipes  avançaram para a final. A banca julgadora foi composta por especialistas em argamassas e construção civil e especialistas em empreendedorismo e inovação.

Emilia Rosângela, gerente do CEI, explicou que o 1º Desafio SBTA de Inovação e outros iniciativas dessa natureza são oportunidades para os participantes se desenvolverem como pessoas ou como futuros empresários: “Temos muitas empresas que começaram ainda na fase estudantil de seus idealizadores. Isso não quer dizer, porém, que todo empreendedor vai virar empresário, mas pode ajudá-lo a se tornar mais proativo no emprego, na família e na vida pessoal”, concluiu.

O professor Oswaldo Cascudo ressaltou que o XIII SBTA - Simpósio Brasileiro de Tecnologia das Argamassas é o principal evento técnico brasileiro voltado às argamassas de construção e aos revestimentos em edificações, realizado sempre no âmbito da ANTAC – Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído. O tema de 2019 foi Desempenho, Sustentabilidade e Inovação.

Desafio Inovação
Feira trouxe muitas novidades e aprendizado aos participantes

 

Durante três dias, o público participou de apresentações de trabalhos, minicursos e  da rotina do construtor, visitou stands, exposições, conhecendo as novidades no setor. O Dia do Construtor apresentou trabalhos práticos, cases e boas práticas em obras, com ênfase em Desempenho, Sustentabilidade e Inovação, além de  novidades tecnológicas.

O XIII SBTA reuniu toda a cadeia produtiva das argamassas, formada por construtores, empresários, profissionais, fabricantes, aplicadores e comunidade acadêmica.”O saldo foi muito positivo para o setor da construção civil, para a comunidade acadêmica e para a sociedade como um todo, beneficiada com a qualidade das construções”, ressaltou a professora Andrielli Morais de Oliveira. 

Fonte: CEI UFG

Categorias: Tecnologia