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Universidade Federal de Goiás

Ampliação do ensino com qualidade e responsabilidade

Criada em 21/01/14 15:45. Atualizada em 21/08/14 11:46.

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Publicação da Assessoria de Comunicação da Universidade Federal de Goiás 
ANO VII – Nº 64 – NOVEMBRO / DEZEMBRO – 2013

Ampliação do ensino com qualidade e responsabilidade

Nos últimos oito anos, a adesão ao Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) permitiu à UFG vivenciar uma expansão sem precedentes e políticas internas que garantem a qualidade do ensino

Texto: Ascom | Fotos: Carlos Siqueira

Desde 2008, quando o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) começou a ser implantado, eram oferecidas 3.998 vagas no Processo Seletivo e o total de alunos de graduação era em torno de 13 mil. Em 2013, a realidade era outra: foram oferecidas 6.355 vagas em 147 cursos de graduação por meio de dois Processos Seletivos. Os novos cursos foram criados nos câmpus de Goiânia e fora de sede, Jataí (CAJ), Catalão (CAC) e Cidade de Goiás (CCG) para atender às diversas demandas.

Gráfico Aumento da oferta de vagas UFG

Oferta de vagas na UFG (2006-2013)

Frente a esse cenário de ampliação de vagas, um desafio surgiu: a necessidade de promover a inclusão e a permanência do estudante no curso. O debate sobre a inclusão social e étnico-racial culminou, em 2008, com a aprovação do Programa UFGInclui, que ampliou as Ações Afirmativas da universidade. Com essa política de inclusão, foram implementadas medidas que incluem a isenção de taxas do Processo Seletivo e a ampliação de bolsas estudantis, visando ao acesso e ao acompanhamento do estudante desde o ingresso até o final de sua trajetória na graduação.

Inicialmente, o programa definiu a reserva de 10% para estudantes oriundos de escolas públicas e mais 10% para estudantes negros também de escolas públicas. Além da reserva desses 20% das vagas, foi criada uma vaga nos cursos que tivessem demanda para estudantes quilombolas ou indígenas. Em avaliação desse programa promovida em Seminário realizado em setembro de 2013, a presidente do Centro de Seleção da UFG, Luciana Freire, apresentou dados de cursos de alta e baixa concorrências no Processo Seletivo, que mostraram que há pouca diferença entre as notas dos cotistas e dos optantes do Sistema Universal. Uma diferenciação significativa só é maior nos cursos de alta demanda, como Medicina. Nestes cursos, segundo Luciana Freire, é evidente a necessidade das cotas para garantir o acesso de estudantes de escolas públicas, negros, quilombolas e indígenas.

UFG Inclui

Seminário UFGInclui 2013 avalia o programa

Turmas especiais

Em decorrência da política de inclusão adotada pela universidade, foram criadas turmas especiais de graduação reservadas às demandas específicas, como indígena e dos trabalhadores rurais. O objetivo foi oferecer formação de nível superior para membros atuantes nessas comunidades com o compromisso de beneficiá-las em suas realidades.

Crescimento da oferta de cursos nos câmpus da UFG

Crescimento da oferta de cursos nos câmpus da UFG

Adotando critérios específicos de ingresso e metodologia de ensino, em 2007, foram efetivadas as turmas especiais de Licenciatura Intercultural Indígena, Pedagogia e Direito. Estas últimas voltadas para beneficiários da reforma agrária e agricultores familiares tradicionais. Em 2011, a UFG devolveu para essas comunidades 55 profissionais graduados em Direito e 59 em Pedagogia. No caso dos indígenas, estudos mostraram a necessidade da oferta permanente de ensino superior e, no âmbito do Reuni, em 2012, foi criado o curso regular de graduação em Educação Intercultural Indígena, com as mesmas exigências do Processo Seletivo. A UFG já graduou 76 indígenas. Atualmente, a instituição possui sete turmas do curso em andamento, que somam 1.009 estudantes.

Reunião Oca indígena

Reunião semestral entre acadêmicos indígenas e a administração da UFG no Núcleo Takinahaky  de Formação Superior Indígena

A turma especial de graduação em Direito para beneficiários da reforma agrária e agricultores familiares tradicionais foi criada em 2007. O curso, que teve duração de cinco anos, manteve o currículo do curso tradicional de Direito, porem, dividido em semestres letivos de três meses, com aulas em dois turnos, matutino e vespertino, para atender às necessidades específicas dos 56 estudantes provenientes de 19 Estados do país. Entre eles, estavam representantes dos movimentos sociais do campo, que almejavam conquistar seu espaço no ambiente acadêmico e na sociedade.

 

Mudanças na forma de ingresso

A UFG realiza, semestral ou anualmente, dependendo do curso, o Processo Seletivo, que recebe mais de 30 mil inscrições por edição. Para atender a demanda de estudantes que desejam ingressar em um dos 147 cursos de graduação da instituição o candidato pode fazer a opção pelo Sistema Universal ou por programas de ação afirmativa.

Continua valendo o UFG Inclui, que destina vagas exclusivas para negros quilombolas de escola pública, indígenas e alunos surdos. No caso das categorias negro quilombola e indígenas, caso exista demanda, tais estudantes terão uma vaga criada no curso desejado. Já no caso de estudantes surdos, 15 vagas são destinadas a eles no curso de Letras/Libras.

No Processo Seletivo 2014/1, mudanças foram aprovadas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura da UFG (Cepec), quanto ao Sistema de Reserva de Vagas da UFG, com destaque para o aumento do percentual de reserva de vagas destinadas aos estudantes de escolas públicas, de 20% para 30%. A UFG, que está fazendo gradativamente a mudança nos percentuais para atender à Lei 12.711/2012, prevê que, até 2016, 50% das vagas sejam destinadas ao Sistema de Reserva de Vagas. Essa reserva valerá tanto para as vagas destinadas ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu) quanto para as vagas do Processo Seletivo da UFG.

No mais recente Processo Seletivo da UFG, foram destinadas 1.978 vagas para Goiânia, 511 vagas para Jataí, 736 vagas para Catalão e 105 vagas para a Cidade de Goiás. O restante das vagas será oferecido via Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Somente os cursos que realizam Verificação de Habilidades e Conhecimentos Específicos (como Música, Musicoterapia, Arquitetura e Design de Ambientes) não são oferecidos por meio do Sisu, apenas pelo Processo Seletivo. No total, foram oferecidas 6.180 vagas no Processo Seletivo 2014/1 e no Sisu.

O Sisu seleciona os candidatos aos cursos superiores, utilizando a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como única fase do Processo Seletivo.  Em todo o Brasil, coordenadores de cursos de graduação e dirigentes das universidades federais têm discutido sobre a adoção ou não do Sisu como forma de ingresso de estudantes nas graduações. Na UFG não foi diferente, uma decisão colegiada aprovou a ampliação do percentual de vagas destinadas ao Sisu que, a partir de 2014, passará para 50%, com exceção dos cursos que requerem a Verificação de Habilidades e Conhecimentos Específicos (VHCE). De acordo com a pró-reitora de Graduação, Sandramara Matias Chaves, essas mudanças foram discutidas e refletem o reconhecimento do aperfeiçoamento dos procedimentos adotados pelo Sisu e a qualidade das provas do Enem.

VestibularColação Pedagogia da Terra

O ingresso na universidade e a conclusão da graduação: momentos marcantes da vida acadêmica. As formandas são da turma especial de Pedagogia, que ficou conhecida como Pedagogia da Terra.

 

Suporte total à geração de conhecimento

Contra a evasão dos cursos de graduação, houve o aumento de 42% dos recursos financeiros para a assistência estudantil. Isso possibilitou que a ofertta de bolsas permanência subisse 516% e da bolsa alimentação 394,66%. O fornecimento de equipamentos e materiais de uso pessoal para estudantes das áreas específicas do conhecimento, como kits de instrumentos para aulas de Arte, Desenho ou Odontologia, estão também entre as ações que visam proporcionar qualidade ao aprendizado dos estudantes e combater situações que podem causar repetência e evasão.

Servindo de principal suporte à geração de conhecimento, o Sistema de Bibliotecas (Sibi) da UFG é integrado e atende toda a sociedade. O Sibi/UFG, que é vinculado à Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PRPPG), é composto por oito unidades, sendo uma central e sete setoriais, distribuídas entre Goiânia e o interior do Estado.

Com o lema Integração a serviço do conhecimento, no período de 2006-2013, o Sibi/UFG agregou todas as bibliotecas em uma única base de dados, o software SophiA. Depois de implantado nas unidades Central (BC) e Câmpus I (BSCAMI), em 2008, as unidades de Catalão e de Jataí passaram a realizar operações de empréstimo, renovação e devolução, por meio do SophiA. Em 2009, foram incorporados no sistema os acervos da Sala de Leitura da Faculdade de Letras, transformada em Biblioteca Letras e Linguística (BSLL), além de ser criada a biblioteca do Câmpus Cidade de Goiás.

 

Fortalecimento das Licenciaturas

O Brasil é um país que tenta superar uma triste realidade: a desvalorização da carreira de professor, principalmente, em decorrência de baixos salários e da falta de condições de trabalho. Trata-se de um problema complexo cuja solução depende do empenho de diferentes esferas do poder. No âmbito da universidade, as iniciativas passam pelo reconhecimento dos professores como profissionais importantes para o desenvolvimento do país e a adoção de uma política de valorização dos cursos de licenciatura.

O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid), financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), foi implantado na UFG em 2009 com o objetivo de valorizar a formação de professores para a educação básica. A principal característica do Pibid, que se apresenta como um diferencial em relação aos outros programas de estágio, é a possibilidade que o bolsista tem de atuar em diferentes funções na escola.

Os estudantes de licenciatura da UFG também podem participar do Programa Bolsas de Licenciatura (Prolicen), que financia pesquisas de iniciação científica voltadas para o ensino. Existe também o Programa Licenciaturas Internacionais (PLI), que, desde 2010, tem o intuito de elevar a qualidade da graduação, tendo como prioridade a melhoria do ensino dos cursos de licenciatura em Química, Física, Matemática, Biologia, Letras/Português, Artes e Educação Física. Esse programa estimula a graduação sanduíche, com dupla titulação, desses estudantes em universidades brasileiras e portuguesas. Outro programa é o Pibid/Diversidade, iniciado em 2010, com o propósito de promover a inserção de alunos regularmente matriculados no curso de Educação Intercultural nas escolas indígenas.

Cepae

Centro de Ensino e Pesquisa Aplicada à Educação (Cepae): há mais de 40 anos cumprindo importante missão de campo de estágio para as licenciaturas da UFG

 

Lugar de aprender a ensinar

O Centro de Ensino e Pesquisa Aplicada à Educação (Cepae) oferece à comunidade a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio e possui como direcionamento a consolidação de seu papel no processo de reflexão, reformulação e fortalecimento das licenciaturas. No período de 2006-2013, o Cepae criou o mestrado profissional em Ensino na Educação Básica, voltado aos professores com interesse nos aspectos constitutivos do sistema escolar. Dois outros cursos de especialização lato senso também são ofertados: Linguística Aplicada ao ensino-aprendizagem de línguas estrangeiras, na modalidade presencial, e Metodologia do Ensino Fundamental, na modalidade a distância.

Em 2010, foi implantada a Bolsa de Iniciação Científica (Pibic-Jr.) no ensino médio, que permite ampliar as experiências dos alunos em várias áreas de conhecimento. As bolsas, concedidas pela UFG por meio de editais, são financiadas pelo CNPq. Em 2013, 50 estudantes foram contemplados com esta bolsa. Além disso, desde fevereiro de 2013, a Creche da UFG, no Câmpus Samambaia, passou a ser vinculada ao Cepae, denominada agora Unidade de Educação Infantil. A unidade atende 83 crianças e, desde 2006, tem se firmado como efetivo campo de observação e prática pedagógica para os estagiários dos cursos de licenciatura em Educação Física e Pedagogia.

Também desde 2006, as aulas da primeira fase do ensino fundamental são realizadas em novo prédio, adaptado para as crianças menores. Incluindo as fases I e II do ensino fundamental, o Cepae possui mais de 500 alunos. As vagas tanto do Cepae quanto da Unidade de Educação Infantil são abertas à comunidade e preenchidas por meio de sorteio.

Alunos lanchonete

Estudantes confraternizam no Câmpus Catalão. Cada qual usufruindo das possibilidades proporcionadas pela universidade

 

Programa de Formação para a Docência

Com o propósito de melhorar o ensino na graduação, foi criado, em 2006, o Programa de Formação para a Docência no Ensino Superior, coordenado pela Pró-Reitoria de Graduação. O programa foi concebido a partir de uma política de formação continuada entre os professores e, além de ampliar a compreensão sobre a docência universitária e a universidade, possibilita a análise das diretrizes curriculares dos cursos e de seus projetos político-pedagógicos. A metodologia adotada para esse programa foi a da discussão e reflexão do processo de ensino-aprendizagem, mediante situações-problemas vivenciadas pelos professores no cotidiano de suas aulas.

Nos últimos sete anos, 1.137 professores passaram pela formação Docência no Ensino Superior, que é composta por quatro cursos: Estágio Probatório, Formação Permanente, Gestão Acadêmica e Professores Substitutos. Seminários de Formação na Graduação da UFG, destinados aos docentes, discentes e técnico-administrativos de todos os câmpus da universidade, também fazem parte dessa política adotada pela instituição.

 

Estágio: amplas possibilidades de aprendizado

A etapa de estágio na vida acadêmica dos estudantes da UFG é de fundamental importância. O processo de estágio, de suas práticas e concepções, favorece a construção de conhecimentos, propostas e práticas que visem a melhoria da qualidade da educação socialmente referenciada.

Até fevereiro de 2008, havia apenas oito convênios firmados e, em julho de 2013, esse quantitativo atingiu 1.302 convênios, distribuídos por todo o território nacional e também em países da América, Ásia e Europa. Os estágios estão previstos nos Projetos Pedagógicos dos cursos de graduação e possuem regulamento próprio, que explicitam as exigências legais e as rotinas necessárias à realização dos estágios. Em todos os câmpus da UFG, em 2013, foram registrados120 coordenadores da área.

Com o objetivo de socializar e repensar o estágio acadêmico como ato formativo, são realizados anualmente seminários com a apresentação de conhecimentos vivenciados na prática do estágio, sob a responsabilidade da coordenação de cada curso. Os estágios curriculares obrigatórios dos cursos de licenciatura são desenvolvidos em escolas, preferencialmente públicas, ONGs e outros espaços não formais de educação. Vagas de estágio não obrigatórios também são ofertadas, mediante editais, dentro da universidade, sob a supervisão de profissionais capacitados.

Estágio Ascom

Estagiários atuando na Assessoria de Comunicação da UFG

 

Expansão do ensino por meio da Educação a Distância

Ampliar cada vez mais a sua capilaridade, especialmente para as regiões norte e nordeste do Estado de Goiás, é um objetivo permanente que consta nos planos institucionais da UFG. Além da capital goiana, atualmente, a universidade está fortemente presente nos Câmpus Catalão, Jataí e Cidade de Goiás. Em breve, serão inaugurados os Câmpus Aparecida de Goiânia e Cidade Ocidental. Para tanto, estudos são feitos a fim de melhor aliar a atuação da universidade com as demandas dessas regiões.

A UFG também se faz presente em 29 municípios goianos, além de um em São Paulo e três em Moçambique, África. Essas localidades constituem polos de ensino a distância. Entre 2009 e 2013, foram graduados na UFG 4.837 estudantes em 27 cursos dessa modalidade, oferecidos nos níveis de aperfeiçoamento, extensão, graduação, especialização e mestrado profissional. Em 2014, outros dez cursos serão oferecidos em EaD pela UFG.

Polos Ead

 

 

 

 

Matrícula calouros

Diversas ações visam auxiliar o estudante a entrar para a universidade. Como o UFG vai à escola, em que equipes vão até às instituições de ensino para falar sobre a universidade, as profissões e o Processo Seletivo; Espaço das Profissões, em que estudantes do ensino médio vão ao Câmpus Samambaia; Corrigindo Redações na UFG, voltado aos professores de Língua Portuguesa, além do Seminário dos livros do vestibular da UFG que oferece análise literária aos estudantes.

Recepção Intercambio

O estudante estrangeiro também tem seu lugar na UFG: em 2012, foram 33 discentes originários, principalmente, da África e da América Latina. Alguns vêm por conta própria, outros recebem financiamento de convênios, como o Programa Estudante-Convênio para a Pós-Graduação (PEC-PG) e o Programa de Alianças para a Educação e Capacitação (PAEC), formado pela Organização de Estados Americanos (OEA) e pelo Grupo Coimbra de Universidades Brasileiras (GCUB).

Apresentação teatral pedagogia da terra

O programa de Ações Afirmativas de inclusão de estudantes oriundos de escolas públicas, negros, quilombolas, indígenas e surdos permitiram o acesso, de 2009 a 2013, de seis mil estudantes no ensino superior em Goiás, por meio da UFG. Entre eles as turmas especiais de Direito e de Pedagogia para beneficiários da Reforma Agrária e agricultores familiares.

Colação de grau

A falta de um local que abrigasse todas as formaturas e o alto custo dos serviços, participação de muitos estudantes, motivaram mais uma ação de inclusão, com vistas a democratização da participação dos estudantes da UFG nas cerimônias de colação de grau. A primeira decisão foi a criação de um edifício para abrigá-las. Esse foi um dos objetivos da criação do Centro de Cultura e Eventos Professor Ricardo Freua Bufáiçal, inaugurado em 2008. A partir de então, a UFG realiza as solenidades de formatura, sem gastos para os estudantes. “O Centro de Cultura e Eventos é a maior obra do Câmpus, mas por conta do seu significado”, enfatiza o reitor Edward Madureira. Em 2012, teve início a transmissão ao vivo pela internet das colações de grau pela Fundação Rádio e Televisão Educativa (www.rtve.org.br). Este apoio foi ampliado e, atualmente, a universidade oferece o diploma no ato no ato de colação de grau e, posteriormente, as fotos da cerimônia.

Estudantes Câmpus Samambaia

A Pró-Reitoria de Assuntos da Comunidade Universitária (Procom) consegue atender, praticamente, todos os solicitantes da bolsa alimentação que comprovam a necessidade do auxílio. Atualmente, a UFG tem 4.107 alunos que recebem Bolsa Permanência. A universidade oferece, ainda, 274 bolsas moradia no interior e 314 vagas nas Casas do Estudante Universitário em Goiânia.

Biblioteca

Hoje, o Sibi/UFG possui quase 43 mil usuários ativos em sua base, realiza em média 55 mil empréstimos mensais e reúne, aproximadamente, 575 mil itens no acervo impresso (livros, teses, dissertações, periódicos e outros). Dispõe ainda de 10.749 itens no acervo de e-books.

Câmpus Firminópolis

A UFG mantém campos de estágio na área de Saúde, por meio de convênio com as prefeituras de Firminópolis, há 40 anos, e de Morrinhos. As ações conjuntas asseguram a formação de profissionais e a assistência à saúde para as comunidades. Por ano, 100 estudantes de Biomedicina, Enfermagem, Medicina e Odontologia atuam em unidades de saúde de Firminópolis. O convênio com Morrinhos teve início em 2009, abrindo 50 vagas anuais para os estudantes de Enfermagem e Medicina.

Casa dos Estudantes

A primeira Casa do Estudante Universitário (CEU) do Câmpus Samambaia foi inaugurada em 2010 e abriga, atualmente, 150 estudantes do interior de Goiás e de outros Estados inseridos nos programas de assistência estudantil. A Casa foi entregue aos estudantes totalmente mobiliada.

Recepção CongadaPrograma Jovens Talentos

Também estão sob a responsabilidade da Pró-Reitoria de Graduação: a) o Programa de Educação Tutorial (PET), que apoia atividades acadêmicas que integram ensino, pesquisa e extensão, visando à uma ampla formação do aluno por meio da interdisciplinaridade, à atuação coletiva, ao planejamento e à execução de ações em grupos tutoriais; b) o Programa Nacional de Reorientação da Formação Profissional em Saúde (Pró-Saúde), que, articulado com o PET Saúde, desenvolve, desde 2008, atividades para a consolidação da integração ensino-serviço-comunidade e a educação pelo trabalho no SUS; c) o Programa Jovens Talentos para a Ciência, que concede bolsas de estudo de iniciação científica para estudantes calouros das Universidades Federais e Institutos Federais, e d) o Programa de Mobilidade Estudantil (PME), um convênio celebrado entre as Instituições Federais de Ensino Superior, que proporciona aos estudantes da UFG, regularmente matriculados, a possibilidade de estudar em outra instituição por um período de dois semestres letivos.

Categorias: Graduação Reuni Licenciaturas turmas especiais

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